sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Juventude espiritual

Adolescentes e jovens não se interessam em igreja e religião. Essa impressão às vezes leva os pais e líderes espirituais a coçar o queixo, franzir a testa e declamar discursos de ordem. Porém, isso pode refletir muito mais a realidade dos adultos e seu próprio desinteresse. É o que revela uma pesquisa entre adolescentes e jovens norte-americanos, realizada pelo Barna Research Institute.

Segundo a pesquisa, os adolescentes e jovens vão mais à igreja do que os adultos e participam mais de reuniões de pequenos grupos. Apesar disso, eles oram menos que os adultos e leem menos a Bíblia (10% menos, em ambos os casos). O que a juventude mais espera em relação à igreja (45%) é “louvar e ter uma experiência de comunhão com Deus”. Conhecer melhor as próprias crenças é a segunda principal preocupação desse grupo (42%). Entre as preocupações menos importantes, estavam participar de um grupo de estudos (19%) e estudar a Bíblia (18%).

Embora adolescentes e jovens desejem ter comunhão com Deus e conhecer mais a respeito das próprias crenças e valores, parece que têm pouca paciência para os modelos tradicionais de estudo da Bíblia. A geração Orkut tem dificuldade em assimilar formas de estudo bíblico lineares e não interativas. Isso não representa falta de espiritualidade, mas revela uma nova forma de encarar a vida e aprender. Essa realidade desafia pais e líderes espirituais a deixar de lado o conforto dos seus próprios modelos e buscar formas de maior interação, estabelecendo conexões entre a mensagem em seu contexto histórico, os dramas e as alegrias do público jovem, e a realidade atual.

Adolescentes e jovens estão em uma fase de definição de seu futuro espiritual. Mais do que doutrinados, querem ser ouvidos quanto às suas dúvidas, aconselhados em relação aos seus temores. Então, poderão ser guiados à fonte de toda a verdade e estabelecer links infinitos entre a Palavra e a vida.

Guilherme Silva, jornalista

(ConexãoJA)

Leia Mais…

Violações de direitos humanos no Irã

O cidadão que vive em um país livre e democrático, como o Brasil, tem a obrigação moral de ser solidário para com as pessoas que sofrem nas mãos de governos desumanos, cruéis e que não respeitam a universalidade dos direitos humanos. Gravíssimas violações de direitos humanos praticadas no Irã desde a Revolução de 1979 permaneceram praticamente desconhecidas da sociedade brasileira. Nem mesmo a Resolução da ONU de 2008, que condenou o Irã por tais desatinos, mereceu a devida consideração. As recentes eleições iranianas para presidente, contudo, precipitaram a revelação de informações outrora ignoradas pelo grande público. Graças à internet, imagens de protestos populares, duramente reprimidos pelo governo, espalharam-se ao redor do mundo e foram retransmitidas por diversas emissoras de televisão. Assim, ficou patente a inexistência de liberdade de imprensa no território iraniano. Outros problemas logo vieram à tona.

No Irã, os direitos das mulheres são constantemente violados, com o pretexto do relativismo cultural. Além disso, não há liberdade de consciência e de crença. Minorias privadas do direito fundamental à liberdade religiosa são duramente perseguidas. Sete líderes Bahá’ís, falsamente acusados de espionagem, estão presos em Teerã. Eles aguardam o julgamento através de processos judiciais sem publicidade e direito de defesa. A comunidade Bahá’í do Brasil teme que esses líderes espirituais possam ser sentenciados à morte a qualquer momento. Também há notícias de que alguns cristãos estão presos nas mesmas circunstâncias. No dia 18 de novembro de 2009, duas cristãs convertidas do islamismo, Maryam e Marzieh, foram libertadas da prisão, após meses de sofrimentos e maus-tratos. O aprisionamento arbitrário dos líderes religiosos no Irã reflete a intolerância no contexto teocrático em que a lei do Estado se confunde com a religião.

Durante visita oficial aos Estados Unidos, antes da sua reeleição, o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi questionado sobre a eliminação de homossexuais no Irã. A resposta foi incisiva: “No Irã, não temos homossexuais como em seu país.” É verdade, uma vez que todos eles são sumariamente enforcados assim que descobertos. Isso é que é “homofobia”!

O Brasil não pode ser omisso em relação a essas gravíssimas violações de direitos no Irã. Os atos do nosso chefe de Estado, presidente da República, e, também, dos nossos representantes diplomáticos estão vinculados à Constituição Federal de 1988. Segundo esse nosso Documento Maior (art. 4º), o Brasil rege-se nas suas relações internacionais pela prevalência dos direitos humanos e pelo repúdio ao terrorismo. O dever de não intervir (“não-intervenção”) do Estado Brasileiro deve ser afastado nesses casos em que há graves violações de direitos humanos.

Nossos representantes diplomáticos na ONU se abstiveram na votação da resolução que condenou o Irã por violações de direitos humanos. Como Pilatos, eles lavaram as mãos. A sociedade civil, contudo, acredita nas instituições brasileiras e, sobretudo, no compromisso democrático que vincula o governo à prevalência dos direitos humanos e ao repúdio do terrorismo. Execuções públicas e enforcamentos que ocorrem no Irã podem ser classificados como atos de terrorismo estatal.

É muito fácil condenar os horrores praticados no passado, como o holocausto de seis milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, mas, no geral, poucos se dispõem a censurar as atrocidades atuais. Esse certamente não é o caso da Frente pela Liberdade no Irã, um grupo pluralista de cidadãos que lançou, em 15 de novembro, o manifesto pela liberdade no Irã.

A sociedade civil brasileira encontra-se, hoje, numa posição pouco confortável diante da visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, programada para o dia 23 próximo. Certamente, ela não poderá ficar omissa diante dessas gravíssimas violações de direitos humanos. A comunidade internacional também não pode ficar insensível diante de tantos sofrimentos impostos ao povo iraniano.

(Aldir Guedes Soriano, advogado e vice-presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa)

(Criacionismo)

Leia Mais…

O código da inteligência

Augusto Cury desenvolveu uma teoria e a nomeou de “Código da Inteligência”. Segundo ele, o objetivo “é disponibilizar ferramentas para estimular o debate de ideias, para que os leitores aprendam a atuar em seu psiquismo, a desenvolver consciência crítica, proteger sua emoção, tornarem-se gestores da sua mente e serem capazes de expandir seu potencial intelectual e prevenir transtornos psíquicos”. No livro O Código da Inteligência, ele nomeia e discorre sobre os tipos de inteligência e comenta como alguns ilustres personagens como Einstein, Freud e Jesus Cristo lidaram com as adversidades.

Segundo Cury, Einstein e Freud souberam criar e explicar teorias e problemas muito bem, porém, sofriam com seus próprios conflitos existenciais. Einstein abandonou um filho quando ele mais precisava dele, e Freud não suportou as críticas que surgiram dentro do ninho psicanalítico, nem admitiu ser confrontado por seus íntimos.

O que o autor fala de Jesus Cristo?

Segue a narrativa de parte das páginas 43 e 44: “E o mestre dos mestres, Jesus Cristo, decifrou esses códigos? Ele falhou nos focos de tensão quando o mundo desabava sobre ele? Como lidou com os opositores que surgiram ao redor de sua mesa? Tentei, através da análise crítica, derrubar o mito Jesus, mas esse homem me assombrou. No último jantar, ciente de que morreria do modo mais inumano possível no dia seguinte, decifrou o código da proteção da emoção e do gerenciamento dos pensamentos. Por isso, para assombro da psicologia, conseguiu ter apetite em uma situação na qual qualquer um teria anorexia. Nesse jantar, anunciou que alguém o trairia, mas não o identificou. Pela proximidade de sua morte, sua tolerância e generosidade deveriam estar tragadas pelas ‘janelas killers’ do medo e da angústia, mas decifrou o código do altruísmo, da resiliência, do carisma e da capacidade de se doar sem esperar retorno. Somente isso explica porque em vez de expor publicamente a traição de Judas Iscariotes, o protegeu e, ainda por cima, deu um pedaço de pão a ele. Seguro, disse-lhe: ‘O que tendes de fazer, faze-o depressa.’ Não tinha medo de ser traído, mas de perdê-lo. Diferente de Freud, ele incluiu, abraçou e respeitou quem O decepcionou ao máximo.”

(Colaboração do leitor Diogo Furlan de Oliveira)

(Criacionismo)

Leia Mais…

Crocodilos do passado eram mais inteligentes


Pelo visto, além dos neandertais, que eram mais fortes e tinham caixa craniana maior que a do ser humano atual; dos aborígenes "pré-históricos", que eram mais rápidos que o maior velocista da atualidade; os crocodilhos "pré-históricos" também eram mais bem dotados que seus descendentes de hoje. Deu no portal Terra: "Novos fósseis escavados no que hoje é o deserto do Saara revelam um mundo outrora pantanoso dividido entre algumas espécies de crocodilos diferentes e talvez inteligentes, disseram pesquisadores nesta quinta-feira. As novas espécies - identificadas por apelidos: CrocJavali, CrocRato, CrocCão, CrocPato e CrocPanqueca - podem ajudar a entender por que os crocodilianos foram e continuam sendo uma forma tão bem-sucedida de vida. [Só para lembrar: para que animais sejam fossilizados, é preciso que sejam imediatamente sepultados por água e lama. Isso sugere um cenário catástrófico e não simplesmente um "mundo pantanoso".]

"Eles viveram durante o Cretáceo - 145 a 65 milhões de anos atrás [sic] - quando os continentes ainda estavam unidos e o mundo era mais quente e úmido que hoje. 'surpresos por descobrir tantas espécies do mesmo tempo no mesmo lugar', disse o paleontólogo Hans Larsson, da Universidade McGill, de Montreal, que participou do estudo. 'Cada crocodilo aparentemente tinha dietas e comportamentos diferentes. Parece que eles dividiram o ecossistema, com cada espécie tirando proveito dele à sua própria maneira.' [Será que dividiam o ecossistema ou os cadáveres foram transportados para aquele local - hoje deserto - por algum evento catastrófico?]

"Com verba da National Geographic, Larsson e Paul Sereno, da Universidade de Chicago, estudaram mandíbulas, dentes e os poucos ossos disponíveis dos animais. Também fizeram tomografias computadorizadas para olhar dentro dos crânios. Duas das espécies - o CrocCão e o CrocPato - tinham cérebros diferentes dos crocodilos modernos. 'Eles podiam ter uma função cerebral ligeiramente mais sofisticada do que os crocodilos (atualmente) vivos, porque a caça ativa sobre a terra habitualmente exige mais poder cerebral do que simplesmente esperar que a presa apareça', disse Larsson em nota." (...) [Por que eles teriam deixado de caçar para simplesmente "esperar que a caça apareça"? Qual a vantagem de assumir esse comportamento e ter a capacidade cerebral diminuída supostamente por causa disso?]

(Criacionismo)

Leia Mais…

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

TV em excesso e mau comportamento de crianças

Quanto mais tempo uma criança de três anos de idade passa em frente à TV, maiores são suas chances de se comportar agressivamente, segundo estudo publicado na edição de novembro da revista médica Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine. Avaliando mais de 3 mil mulheres de 20 cidades americanas que tiveram filhos entre os anos de 1998 e 2000, os pesquisadores notaram também que mais de dois terços das mães relataram que os filhos assistiam mais de duas horas de TV por dia, com média de três horas diárias.

Após considerarem outros fatores associados ao comportamento agressivo – como viver em uma vizinhança violenta ou ter a mãe com depressão – os pesquisadores concluíram que o tempo que a criança passava assistindo TV e o tempo em que a TV permanecia ligada estavam significativamente associados ao comportamento agressivo, como bater em outras crianças, ser nervoso ou desobediente e gritar demais.

Há vários fatores que podem ser responsáveis por essa relação. Segundo os autores, as crianças podem estar vendo violência demais na TV ou gastando pouco tempo em outras atividades como a leitura e brincadeiras, que ajudam as crianças a desenvolver comportamentos mais positivos. Por isso, os especialistas recomendam que os pais limitem o tempo das crianças em frente à TV – máximo de duas horas diárias para crianças com mais de dois anos – e prestem atenção ao conteúdo dos programas.

(Archives of Pedriatic and & Adolescent Medicine)

Leia também: "Como seria um dia sem televisão ou relógio", "TV no quarto de adolescentes" e "Crianças, novelas e sexualidade precoce",

(Saúde e Família)

Leia Mais…

Acesso livre - como usar a internet

Quando a internet surgiu, lá pelos anos 70 e 80, muitas pessoas anunciaram o início de novos tempos. Falava-se que ninguém mais sairia de casa para fazer compras nem ir ao banco, que a vida social das pessoas seria absolutamente comprometida. Pode parecer confuso, mas tudo isso é e não é verdade. Por meio da internet, você pode estudar, fazer amigos (MSN, Orkut e Skype que o digam), ganhar um espaço, ficar informado, trabalhar. É um universo fascinante. Você clica aqui, clica ali... e acessa o mundo, em qualquer lugar ou hora. O Marechal Rondon, reconhecido “Patrono das Comunicações Nacionais”, ficaria surpreso com a comunicação digital. No Brasil, segundo a Agência Estado, “o número de internautas residenciais que utilizaram a internet em abril de 2006 atingiu 13,4 milhões de pessoas”. Se você levar em consideração a população brasileira (estimativa de 182 milhões até o fim deste ano, segundo o IBGE), o número de usuários da internet não é tão assustador. No entanto, é bom lembrar que a maioria desses usuários é jovem. [Leia mais]

Leia Mais…

“Minissaia” escandalosa dos colegas da Geisy e da mídia

É evidente que a turba que hostilizou a moça da minissaia provocante foi por demais abusiva, além de hipócrita, semelhante aos “donos” da Igreja no tempo de Jesus que queriam que a mulher adúltera fosse apedrejada, instigando Jesus a aprovar isso, quando vários deles haviam abusado sexualmente dela, e agora hipocritamente queriam sua condenação e morte. Jesus, percebendo o jogo maldoso dos safados, mandou que o que não tivesse nenhum pecado atirasse a primeira pedra na moça. Jesus, mesmo sabendo que ela havia cometido pecados explícitos, não a condenou, a perdoou, a protegeu dos hipócritas adúlteros, e disse que ela poderia ir, com uma recomendação: não cometer mais aqueles pecados.

Na “lógica” das ideias anárquicas atuais, a frase de Jesus “Vá e não peque mais” seria condenada por feministas e “modernos” que diriam ser “preconceituosa”. Talvez aquela juíza diria: “Ele discriminou a mulher porque está dizendo ser ela pecadora!”, e a jornalista diria: “Ele é preconceituoso pois quer tirar a liberdade dela de fazer o que ela quer na vida!”

Um apresentador da TV Record perguntou por que Geisy só usava aquele tipo de roupa. Ela respondeu: “Acho que um vestido em uma mulher é extremamente feminino. Minha roupa só diz respeito a mim, respeito todo mundo e quero ser respeitada.” Segundo o jornalista Michelson Borges, com o qual concordo, “aqui está o primeiro erro da moça: aquilo que fazemos em público e a roupa que usamos não diz respeito apenas a nós, mas transmite uma mensagem a nosso respeito e provoca reações em quem nos observa”.

Michelson explica: “Cientistas analisaram o cérebro de homens enquanto eles olhavam para a foto de uma moça de biquíni, e descobriram que as seções do cérebro que reagem a objetos ficaram mais ativas. A parte do cérebro responsável pela interação social foi desativada quando os voluntários foram expostos à foto... eles não estavam interessados em se relacionar com a mulher da foto. Apenas pensavam nela como uma ‘coisa’. Susan Friske, da Universidade de Princeton, que conduziu os estudos, afirmou que os homens não veem mulheres sensualizadas como humanas. ‘É claro que eles sabem que a modelo da foto é humana, mas é a reação deles a ela que é comparada com a reação diante de um objeto’, explica. Para Friske as constantes aparições de mulheres seminuas, na sociedade e na mídia, é que são as grandes responsáveis por esse tipo de reação. ‘É como a violência na televisão. Estamos tão acostumados que acabamos ficando insensíveis, amortecidos. Não nos chocamos mais’, compara a professora. ‘Vemos muitas mulheres seminuas. Ficamos acostumados com isso’, completa.”

A banalização do corpo humano, da sexualidade, das relações afetivas, favorecem a animalidade nas relações sociais. A mídia contribui para isso. Agora estão “usando” a jovem da minissaia rosa-choque em programas de TV, propostas para posar nua em revistas, e sabe lá mais o quê. A mídia quer protegê-la? Não foi a própria mídia que disse que ela foi vítima de preconceito? Agora quer aumentar a audiência e vender produtos usando a imagem dela? Será que essa “minissaia” contraditória da mídia e do grupo que a hostilizou na universidade não é pior do que a atitude dela de se expor ousadamente em público? Haja hipocrisia e atitudes paradoxais! Não é uma loucura legalizada? E em rede nacional?

Você, garota, que expõe demais o corpo, atrai rapazes, cede ao sexo, e o que ganha em geral? Orgasmo, rapaz “fissurado” no seu corpo, talvez um bebê, abortos, interrupção dos estudos por gravidez, tensão na família, dor... No Brasil, em 1992, houve 1.455.283 abortos induzidos (quase 4 mil por dia). Em 1996, houve 1.066.993 (2.923 por dia). Em 2005, houve 1.054.242 (2.888 por dia); três em cada quatro ocorreram na região nordeste e sudeste.

Nem eu a condeno. Vá e não peque mais. Proteja a si mesma de seus próprios impulsos eróticos de forma e/ou em local inadequados e proteja-se dos que prometem amor e só querem usá-la para o prazer físico deles. Transar é fácil, o difícil é amar. Será que um dia a mídia vai ensinar as pessoas a amar?

(Dr. Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br)

(Criacionismo)

Leia Mais…

Turma da Mônica tem seu primeiro personagem gay

A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista Tina, já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido, apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um discurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias. Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.

Segundo o blog Universo Mix, "de acordo com a assessoria de Maurício de Sousa, é a primeira vez que o assunto é abordado abertamente nas histórias. Na Turma da Mônica Jovem, no entanto, a personagem Denise utiliza-se de várias gírias adotadas – também – pelos gays. O próprio Maurício afirmou que Denise poderia ter um amigo gay e assimilado o vocabulário dele. Tina é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e agora é estudante de jornalismo e suas histórias são voltadas para um público mais adolescente".

Nota: Além da bruxaria e do sensualismo, Maurício parece disposto a tornar “normais” na mente dos seus leitores outros tipos de comportamento.[MB]

Leia também: “Quadrinhos: janela para uma sexualidade distorcida”

Falando em homossexualismo, aproveite e dê o seu voto contra o totalitarismo gay. Clique aqui.

(Criacionismo)

Leia Mais…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Livre-se das Espinhas

O que é ?

A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.

A doença não atinge apenas apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres.

As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.

Manifestações clínicas

A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade.

Em alguns casos, o quadro pode tornar-se muito intenso, como a acne conglobata (lesões císticas grandes, inflamatórias, que se intercomunicam por sob a pele) e o acne queloideano (deixa cicatrizes queloideanas após o desaparecimento da inflamação).

O quadro clínico pode ser dividido em quatro estágios:

Acne Grau I: apenas cravos, sem lesões inflamatórias (espinhas).


Mais fotos

Acne Grau II: cravos e "espinhas" pequenas, como pequenas lesões inflamadas e pontos amarelos de pus (pústulas).


Mais fotos

Acne Grau III: cravos, "espinhas" pequenas e lesões maiores, mais profundas, dolorosas, avermelhadas e bem inflamadas (cistos).


Mais fotos

Acne Grau IV: cravos, "espinhas" pequenas e grandes lesões císticas, comunicantes (acne conglobata), com muita inflamação e aspecto desfigurante.


Mais fotos

Tratamento

Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas sequelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na auto-estima de jovens acometidos pela acne.

O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção ou, no caso de pacientes do sexo feminino, terapia hormonal com medicações anti-androgênicas.

A limpeza de pele, que pode ser realizada por esteticistas devidamente capacitadas, tem ação importante para o esvaziamento de lesões não inflamatórias (cravos), evitando a sua transformação em espinhas.

Em casos de acne muito grave (como a acne conglobata), ou resistente aos tratamentos convencionais, pode ser utilizada a isotretinoína (Roacutan), medicação que pode curar definitivamente a acne em cerca de seis a oito meses na grande maioria dos casos.


Mais fotos

Apesar de não ter participação na causa da doença, a dieta pode ter influência no curso da acne em algumas pessoas. Alimentos como chocolate, gorduras animais, amendoim e o leite e seus derivados devem ser evitados pelos pacientes que apresentem acne e percebam agravação dos sintomas após a ingestão dos mesmos.

O lado emocional dos pacientes não deve ser menosprezado. A desfiguração causada pela acne mexe com a auto-estima do adolescente, que passa a evitar o contato social com vergonha de suas lesões e das brincadeiras dos colegas. Quando necessário, deve ser fornecido suporte psicológico.

O tratamento da acne deve ser orientado por um médico dermatologista, que é o profissional capacitado para indicar os medicamentos ideais para cada caso. Não use remédios indicados por pessoas leigas ou que tenham um quadro semelhante ao seu. Eles podem não ser apropriados ao seu tipo de pele. A duração do tratamento é longa, geralmente nunca é menor do que seis meses, portanto, paciência. Esclareça suas dúvidas com o dermatologista que o acompanha, ele sempre poderá ajudá-lo.

É importante saber que algumas pessoas apresentam melhoras com certos medicamentos e outras não. Por isso, pode ser que seu médico precise trocar a sua medicação caso o tratamento inicial não esteja surtindo efeito para o controle da doença.

(Dematologia.Net)

Leia Mais…

Isotretinoína x Acne

A acne é o martírio de muitos adolescentes. Justamente na época em que a imagem tem tanta importância, surgem os cravos e as espinhas, diminuindo a auto-estima do jovem que, muita vezes, se afasta do convívio social por vergonha ou para evitar as brincadeiras dos colegas.

Alguns casos são resistentes aos tratamentos convencionais, geralmente prolongados e mal tolerados pelos adolescentes. Outros podem se tornar muito graves, deixando cicatrizes. Para estes casos, pode ser utilizada a isotretinoína.

Remédio pode acabar com a doença em 6 a 8 meses

Medicamento derivado da vitamina A, a isotretinoína acaba com a doença, na maioria dos casos, em cerca de 6 a 8 meses. A medicação age nas glândulas sebáceas reduzindo o seu tamanho, diminuindo a secreção do sebo e alterando a sua composição, além de evitar a obstrução da abertura do folículo piloso e de reduzir a inflamação.

Usualmente, percebe-se melhora da acne desde o início do tratamento com a isotretinoína, mas é possível ocorrer uma piora da doença entre a segunda e a sexta semana. Este agravamento vai se reverter logo em seguida, com evolução gradativa para o desaparecimento das lesões.

Acne tratada com Isotretinoína

Efeitos colaterais

No entanto, o uso do remédio exige cautela, pois podem ocorrer efeitos colaterais. O mais grave é a teratogenia, ou seja, a isotretinoína causa defeitos no feto. Por isso, o seu uso é proibido em gestantes, sendo imprescindível realizar teste de gravidez nas mulheres, antes de se iniciar o tratamento. As mulheres que têm vida sexual ativa devem usar 2 métodos anticoncepcionais concomitantes durante e até 30 dias após o término do tratamento.

Os outros possíveis efeitos colaterais são reversíveis e, quando ocorrem, desaparecem após o término do tratamento:

  • ressecamento labial (ocorre em 100% dos casos)
  • ressecamento das mucosas bucal, nasal e ocular
  • queda de cabelo
  • sangramento nasal (devido ao ressecamento da mucosa)
  • ressecamento intenso da pele
  • dores musculares e nas articulações
  • dor de cabeça
  • aumento do colesterol e triglicerídeos
  • alterações das enzimas hepáticas

Acne tratada com Isotretinoína

Cuidados

  • A pele fica mais sensível ao sol, devendo ser protegida com o uso de filtros solares
  • É recomendado o uso de umectantes labiais para evitar rachaduras
  • Usuários de lentes de contato podem necessitar de lubrificantes oculares com maior frequência
  • Não tomar antibióticos do tipo tetraciclina ou seus derivados devido à possibilidade de surgirem efeitos colaterais resultantes da interação entre os medicamentos
  • O remédio deve ser ingerido após as refeições
  • Deve-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento
O tratamento da acne com a isotretinoína é, em geral, seguro, desde que seja adequadamente acompanhado pelo médico. Seus efeitos colaterais são bem conhecidos e podem ser controlados através de exames que devem ser solicitados pelo dermatologista responsável pelo tratamento e de acordo com a evolução do paciente.

Saiba mais sobre a acne.

(Dematologia.Net)

Leia Mais…
Related Posts with Thumbnails