segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Vídeo "Por Que Creio em Deus"



Apresentei esta palestra no mês de agosto deste ano, na Igreja Adventista do Tatuapé, em São Paulo. Ela está dividida em seis partes e você pode assistir às demais partes clicando nos links a seguir: 2, 3, 4, 5, 6.

Michelson Borges

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ocultismo

Ocultismo - esperanca

O que você acha de invocar forças sobrenaturais para conseguir o que se quer? Já imaginou poder entrar em contato com o além? Quer saber a verdade? Assista o vídeo!


(Esperança)

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O Símbolo da Esperança

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Vivemos em tempos emocionantes. Os anos recentes trouxeram o triunfo da democracia a lugares inesperados. O Muro de Berlim ruiu diante de nossos olhos. A União Soviética e os seus regimes comunistas fantoches foram varridos diante de nossos olhos em uma revolução miraculosa sem derramamento de sangue, levando a uma nova era. Porém, a maioria dos observadores deixam de ver a dimensão espiritual nessas revoluções contra a tirania. Trata-se muito mais do que uma simples mudança em um sistema político. Onde uma vez reinou suprema a tirania, Deus está trazendo a liberdade religiosa.

Podemos ter simplesmente esquecido o quão profundamente Deus está comprometido com a liberdade. Ele está ocupado, libertando as pessoas de todos os tipos de opressão. O Deus Todo Poderoso, o Guerreiro Vitorioso que resgata a presa do tirano, Se opõe ao império de Satanás em todas suas formas. Satanás busca escravizar os homens por todos os meios: vícios, privações, ignorância, opressão política. A forma de Deus e a de Satanás estão em guerra: O Cordeiro de Deus contra o Dragão Vermelho, a mulher pura contra a prostituta de Babilônia, a batalha do amor contra a opressão.

A vitória de Deus é inevitável, visto Cristo ter feito o compromisso total e completo por nós na cruz. Jesus fez o compromisso supremo por nós e nos convida a fazermos o compromisso supremo com Ele. Cada um de nós deve lidar com a tirania em sua própria vida. Satanás busca nos escravizar em seu reino opressor. Apocalipse 12:17 descreve a igreja como uma mulher pura e Satanás como um dragão vermelho que ataca o povo de Deus: “IROU-SE o dragão contra a mulher e foi PELEJAR com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”; 1 Pedro 5:8-9 descreve nosso inimigo de uma forma semelhante: “…O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar…”.

Satanás é o pior tirano da terra, e ficaremos presos em seu império tirânico A MENOS QUE tomemos uma posição definitiva. Por quê? Pense nisto. Ninguém consegue ficar intocável à opressão do pecado. Lutamos contra hábitos e atitudes que sabemos serem erradas. Deixamos de viver por nossos padrões. Trazemos cicatrizes dos pecados dos outros – e provocamos cicatrizes nos outros também. Todos sofremos vitimados pela tirania do mal que corre solto neste mundo. Portanto, como escapamos e encontramos liberdade? Não é suficiente apenas querer libertar-se da tirania. Devemos tomar uma posição, declarar outra lealdade. Essa lealdade deve ser para com Aquele que nos liberta, Jesus Cristo.

Apocalipse 7:14-15 mostra as pessoas que declararam tal lealdade, um grupo que passou pelo último levante da história e ingressou na sala do trono de Deus. Este texto descreve o segredo de sua força: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário”. Eles lavaram suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro! Vocês sabiam que essa prática cristã específica que simboliza o lavar e o branqueamento das vestes no sangue do Cordeiro é, na verdade, uma forma pela qual podemos afirmar isso publicamente em nossa vida? Iremos falar a respeito dessa afirmação, dessa declaração pública e a diferença que ela pode fazer. É a declaração pelo BATISMO.

O SIGNIFICADO do batismo: O batismo bíblico é um compromisso público, um símbolo de lealdade a Cristo, declarando de que lado a pessoa se encontra. Ser “lavado no sangue do Cordeiro” é fazer uma declaração pública de lealdade a Ele, no batismo. Não há dúvida a esse respeito: Jesus é quem luta contra o império de Satanás; Aquele que é capaz de nos livrar dessa força tirânica. Portanto, devemos prestar lealdade absoluta a Cristo como nosso Salvador. Porém, muitos hoje dão apenas uma vaga permissão a Jesus como Salvador, e mantêm sua lealdade como um assunto particular. Sem dúvida, eles creem nEle, mas, por algum motivo, essa crença nunca se torna uma declaração pública. Não obstante, necessitamos de algo definitivo em nossa vida. Necessitamos tomar uma firme posição. A lealdade particular tende a se esvaecer. As crenças não declaradas tendem a dobrar-se conforme as circunstâncias. Então, como tomamos uma posição? Os primeiros cristãos mostram-nos de forma inequívoca. Depois do primeiro sermão de Pedro, seus ouvintes ficaram profundamente convictos a respeito das reivindicações de Cristo e perguntaram: “O que faremos”. Pedro respondeu em Atos 2:38: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo”. Essas pessoas creram em Jesus como o Messias, como Salvador. Elas tomaram posição e fizeram uma declaração pública ao serem batizadas. O batismo é uma forma de identificarmo-nos com Cristo – unimo-nos a Ele publicamente, assim como o fazem um homem e uma mulher quando se unem no casamento, através da cerimônia nupcial.

O MÉTODO de batismo: Considerem como Jesus foi batizado – Ele é um exemplo seguro a ser seguido. Marcos 1:9-10: “Naqueles dias, veio Jesus de Nazaré da Galiléia e por João foi batizado no rio Jordão. Logo AO SAIR DA ÁGUA, viu os céus rasgarem-se e o Espírito descendo como pomba sobre ele”. Jesus foi TOTALMENTE SUBMERSO por João no Rio Jordão. João 3:23 afirma: “Ora, João estava também batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali MUITAS ÁGUAS, e para lá concorria o povo e era batizado” O verdadeiro batismo bíblico requer águas profundas. Não há batismo por aspersão e tampouco derramamento da água. Somente a imersão exige “muitas águas”. Paulo nos diz em Efésios 4:5: “há um só Senhor, uma só fé, um só batismo”. Há apenas UMA fé verdadeira – a fé na salvação em Cristo. Há somente um Senhor – Jesus nosso Senhor e Salvador. E há apenas um método verdadeiro de batismo – pela imersão. Em Atos 8:38 o apóstolo Filipe batizou o eunuco etíope: “…ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco”. Filipe imergiu totalmente o novo crente na água. A imersão total é o único método de batismo descrito na Bíblia.

O SÍMBOLO do batismo: O método bíblico de batismo ricamente simboliza a morte de Cristo, o sepultamento e a ressurreição. Paulo pergunta em Romanos 6:3-6: “Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua MORTE? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi RESSUSCITADO dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida…”. Assim sendo, o batismo de fato representa três elementos:

(1) morte para a velha vida pecaminosa;

(2) sepultamento de nossos pecados, ao submergir nas águas; e

(3) ressuscitar das águas e caminhar em novidade de vida.

A IMPORTÂNCIA do batismo: Vamos deixar algo bem claro. O batismo não nos salva – não se trata de uma cerimônia mágica que nos dá a vida eterna. A fé em Cristo é o que nos salva; recebemos a vida eterna somente por crermos nEle e O aceitarmos como Salvador. E o batismo não significa que somos perfeitos – significa que estamos comprometidos. Porém, algumas passagens bíblicas falam da suprema importância do batismo bíblico. Em Marcos 16:16 Jesus disse: “Quem crer e for batizado será salvo”. De acordo com Jesus, o batismo é essencial para a salvação. Em João 3:5, Jesus declarou enfaticamente: “Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”. Se um crente sincero, assim como o ladrão na cruz, não puder ser batizado, então o próprio batismo de Cristo servirá neste caso. Mas quando nos é dada a maravilhosa oportunidade apresentada pelo batismo, seria um insulto desdenhar dela e não sermos batizados. O chamado de Deus é urgente em Atos 22:16, NVI: “E agora, que está esperando? Levante-se, seja batizado e lave os seus pecados, invocando o nome dele”.

Pensamento do Dia

Romanos 6:3-5

“Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição”.


(Esperança)

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O fim do mundo será em “2012”

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Ontem (11 de novembro de 2009) recebi o telefonema de um amigo que estava preocupado com o fim do mundo por causa do filme de Roland Emmerich, que coloca o tempo do fim em 21 de dezembro de “2012” (nome do filme). A data é sugerida por um Calendário da civilização Maia (cultura mesoamericana pré-colombiana).

A mídia tem aumentado a curiosidade pela ficção ao afirmar que um planeta de nome fictício (Nibiru) “entrará em choque com a Terra”. Basta você acessar o Google, digitar “2012” e encontrará uma enxurrada de “informações” sobre a “nova moda apocalíptica”. Para não cairmos nessa onda de euforia, é importante termos em mente que:

1) O Calendário Maia não é o Calendário de Deus;

2) Um filme que se propõe a ter sucesso de bilheteria por uns bons anos JAMAIS passará DE VERDADE a ideia que o mundo acabará em menos de três anos;

3) O “tempo do fim” na Bíblia é o fim do pecado e das consequências trágicas trazidas à humanidade (a principal, a morte. Ver Romanos 6:23). O “fim” ocorrerá por ocasião da volta gloriosa de Jesus (Apocalipse 1:17; Mateus 24:30, 31; 2 Pedro 3:10-13);

4) O Apocalipse não é sinônimo de catástrofes. O nome grego do último livro da Bíblia significa “Revelação” e, por isso, está relacionado com esperança e não com calamidades, como é passado pelos veículos de comunicação sensacionalistas. É nesses pontos que irei me deter, de maneira breve.

O CALENDÁRIO DE DEUS NÃO É O MESMO UTILIZADO PELOS MAIAS

Não devemos negar a dedicação dos Maias no estudo, especialmente da astronomia. Todavia, o tempo de Deus não é o tempo do ser humano. O “Calendário Divino” que aponta os sinais da volta de Cristo são: o capítulo 24 de Mateus, o capítulo 21 de Lucas e o capítulo 6 do livro do Apocalipse, entre outros. O Calendário de Deus não é numérico, mas, profético.

Portanto, o que os Maias dizem a respeito do fim do mundo deve ser desconsiderado por todo aquele que acredita na Bíblia e que ao menos tem bom senso.

DEUS TEM A HISTÓRIA NAS MÃOS DELE

Daniel 2 e Gálatas 4:4 mostram que os acontecimentos históricos estão nas mãos do Criador. De que maneira? Daniel 2 apresenta com milênios de antecedência o surgimento dos quatro grandes impérios mundiais (Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma) e dos países da Europa. Esses reinos e países são representados pelas diversas partes da estátua com a qual o rei de Babilônia sonhou . A grande estátua foi a forma didática de Deus comunicar a ele – e a nós – que só o Criador sabe o futuro e que Ele o tem sob Seu domínio.

Já Gálatas 4:4 nos ensina que Jesus veio pela primeira vez a esse mundo na “plenitude do tempo…” Portanto, se a primeira vinda de Cristo não foi “de qualquer jeito”, sem um planejamento Divino, a segunda vinda (Tito 2:13) também não será! Deus é organizado (1 Coríntios 14:34, 40) e sabe o tempo certo para cumprir Suas profecias que estão intimamente relacionadas com a nossa felicidade.

O TEMPO DO FIM

Biblicamente, o tempo do fim já começou em 1798. Isso é facilmente compreendido quando estudamos a profecia dos 1260 dias em Apocalipse 12:6, aprendemos que a igreja de Deus seria perseguida pelo dragão (Satanás e o império romano, aliado à Roma papal) por 1260 anos. (Em profecia, um dia equivale um ano. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6, 7. Portanto, 1260 anos). Isso ocorreu de 538 a 1798, quando o general de Napoleão, Bertier, levou preso, da Capela Sistina, o papa Pio XI, dando um fim ao domínio perseguidor papal. O padre Jesuíta Joseph Rickaby disse que, quando o Papa Pio VI faleceu (ficou exilado depois de sua prisão), “a metade da Europa pensou que, junto com o papa morrera também o papado”. (Fonte: Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 337).

A partir do ano de 1798 entramos no tempo do fim por que o poder papal havia sido “ferido” (Apocalipse 13:3) e também pelo fato de, em 1844 (de acordo com as profecias de Daniel 8:14 e Daniel 9), Deus ter começado Sua obra de avaliar a vida de cada ser humano (juízo antes da volta de Cristo – 1 Pedro 4:17) para mostrar ao universo quem realmente permaneceu fiel a Deus (2 Coríntios 5:10). Leia também Apocalipse 14:6, 7 e verá que Deus nos convida a nos prepararmos “pois é chegada a hora do seu juízo”.

Sendo que já estamos no tempo do fim; e que esse tempo culminará com a volta de Jesus Cristo para acabar com o pecado e a maldade que nos atormenta, não fica difícil entendermos que o mundo de pecado não chegará ao fim por que “um planeta se chocará com a terra”. Depois que todos os seres humanos tiverem oportunidade de se arrependerem dos seus erros e de aceitarem (ou não) o plano de Deus para salvá-los (2 Pedro 3:9), Jesus voltará em glória e majestade: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:31-34.

Para alguns, a volta de Jesus será o fim (Apocalipse 6:14-17).

  • Para outros, o começo de uma nova vida (Isaías 25:9; Apocalipse 21:4).

Tudo irá depender das escolhas que fazemos a cada dia.

APOCALIPSE: O LIVRO DA ESPERANÇA

Como afirmei anteriormente, o termo “Apocalipse” significa “Revelação”. Não é um livro de tragédias ou mesmo “lacrado”, mas, a revelação de Deus de que há esperança para nosso mundo. Percebemos a mensagem de esperança do livro em vários textos. Eis alguns:

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17.

“Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações” Apocalipse 2:26.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Apocalipse 3:13.

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” Apocalipse 3:21.

Há motivo para temer um livro tão belo e importante para nossos dias? Claro que não! Mesmo porque a “bendita esperança” (Tito 2:13) que possibilitará o cumprimento dessas promessas (esse bendita esperança é também a mensagem principal do livro) é o retorno de Cristo a esse mundo! Não é por acaso que o apóstolo João finaliza o livro radiante de alegria e cheio de esperança:

“Aquele que dá testemunho destas coisas [Jesus Cristo] diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.

PARA O AUTOR DO FILME “2012”, O MUNDO NÃO ACABARÁ NESSE PERÍODO…

De acordo com o site http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1418115&seccao=Cinema:

“Emmerich anunciou que vai fazer uma continuação para TV de 2012, e mostrar o que aconteceu após a grande catástrofe. O título: 2013” (Grifos acrescentados).

Veja que nem mesmo o autor quer que o mundo acabe em 2012, pois, ele deseja escrever outro roteiro, para mais um filme. Portanto, julgar a criatividade de um profissional como sendo “a Palavra de Deus”; e permitir que qualquer alarme vindo de extremistas nos assuste, é imaturidade espiritual e desconhecimento das Escrituras, que afirmam que “o dia e a hora [da volta de Jesus] ninguém sabe…” (Mateus 24:36).

A falta de estudo da Bíblia e a disposição do ser humano em acreditar em qualquer coisa são fatores decisivos para criar esse tipo de medo desnecessário.

Em todos os momentos de nossa vida, quando “uma revelação nova” é exposta diante de nós, precisamos ser cristãos maduros na fé “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” Efésios 4:14.

Para maiores informações sobre a mensagem do Apocalipse, recomendo a leitura do excelente livro “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell. Pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo site www.cpb.com.br ou pelo telefone 0800-979 0606.

Um abraço,

Leandro Quadros.


(Esperança)

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Intimidade Afetiva x Intimidade Sexual

intimidade afetiva intimidade sexual

Melhore sua saúde melhorando sua intimidade afetiva, a qual é diferente de intimidade sexual.

Dr. Dean Ornish, cardiologista e professor da Universidade da Califórnia em São Francisco, Estados Unidos, em um de seus livros, explica que uma pessoa isolada afetivamente de si mesma e dos outros adoece e pode agravar a doença cardíaca presente. Ele conta a história real vivida por um filósofo professor, Jacob Needleman, numa experiência muito interessante sobre o tema “solidão”. Needdleman comenta:

“Há vários anos, perguntei aos meus alunos: ‘O que vocês consideram os principais problemas de nossa sociedade?’. Obtive as respostas usuais: desintegração da família, guerra nuclear, ecologia. Então alguém disse ‘solidão’. Eu perguntei: ‘Quantas pessoas aqui se sentem basicamente sós?’. Todos levantaram as mãos. Fiquei estarrecido. Então perguntei a um outro grupo maior de pessoas, com um espectro mais amplo de tipos, e todas, exceto duas, levantaram as mãos. Assim fiquei interessado na solidão. Então um estudante de trinta e cinco anos de idade proveniente da Nigéria disse: ‘Você sabe, quando cheguei à Inglaterra proveniente da Nigéria, não entendia o que as pessoas queriam dizer quando falavam que estavam sós. Somente agora, depois de estar morando nos Estados Unidos por dois anos, é que sei o que significa estar só.” Na cultura dele, a solidão simplesmente não existia; eles tampouco tinham uma palavra para ela. Havia muito sofrimento, muita dor, muita tristeza, mas não solidão. O que é essa solidão que estamos experimentando? As pessoas ficam separadas não somente umas das outras, mas também de uma força harmonizadora em si mesmas. Não se trata somente de ‘Eu estou só’; trata-se do ‘Eu’ estar sozinho. Estamos desprovidos de um relacionamento harmonioso essencial com alguma força universal. Para mim, eis por que a solidão é um fenômeno importante que se deve entender.” (Dean Ornish, Salvando o Seu Coração, Editora Relume-Dumará, cap.4, 1995).

Há uma solidão básica, universal, nos seres humanos. Falta algo. A percepção dessa falta não é comum a todos. Não é fácil perceber isto. Pode assustar e doer. Quanto melhor se percebe tal solidão, e quanto mais ajuda se obtém para lidar com ela construtivamente, mais cedo pode-se administrá-la e, assim, evitar atitudes destrutivas para tentar encobri-la, como compulsões, por exemplo. A resolução dessa solidão envolve dois níveis de atuação e de convivência. Um vertical e outro horizontal. É como a cruz, com os dois paus, um apontando para o alto e o outro para os lados, direito e esquerdo. Isso significa que o ser humano precisa de relacionamentos “horizontais”, ou seja, com outros seres humanos, e “vertical” com um Poder Superior bom, que eu chamo Deus.

A necessidade desses dois níveis de relacionamento não é algo para a pessoa decidir se precisa ou não. Ela precisa. A diferença é que muitos não sentem, não crêem que necessitam. Não sentir e não crer não é a palavra final quanto à necessidade profunda do indivíduo. Melhorar a qualidade da vida afetiva é uma necessidade na relação horizontalizada. Por “vida afetiva” me refiro à compaixão pelas pessoas, empatia, sensibilidade, não-competitividade, compartilhar, expressar o afeto verbalizando-o, transmitindo-o em gestos também. Melhorar a intimidade afetiva é uma necessidade e isto não está relacionado com intimidade sexual obrigatoriamente. Muitos tem intimidade sexual mas não conseguem intimidade afetiva. Não conseguem amar. Só “transar”. “Transar” – ter relações sexuais – é o mais fácil num relacionamento. Agora, amar…

Talvez você viveu perdas afetivas significativas em sua vida na infância e adolescência, chegando à vida adulta com dores emocionais e medo de novos relacionamentos íntimos. A frustração do passado, quando você tentou se aproximar e ter intimidade com pessoas afetivamente importantes em sua vida, pode ter causado uma barreira dentro de si mesmo contra novas relações íntimas. Ficou o vazio “horizontal”, nas relações humanas. E é preciso vencer isto, arriscar se abrir, não ter medo do medo da frustração e avançar, com simplicidade e prudência. Vá com calma nos novos relacionamentos, mas vá. Evite colocar expectativas altas demais nas respostas afetivas das pessoas. Há pessoas confiáveis com quem você poderá se abrir. E as não confiáveis com quem você se relacionará com respeito, mas com alguma distância, dependendo da situação. É mais importante melhorar a qualidade da intimidade afetiva com poucos amigos, do que aumentar o número deles e permanecer superficial.

Escrito por Dr. Cesar Vasconcellos de Souza
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Como separar problemas do passado individual para que eles não afetem o casamento?

como Separar Problemas Do Passado - esperanca

Levamos para dentro do casamento questões mal resolvidas vividas com nossos pais no passado infantil e na juventude? Como evitar influências negativas do passado na vida conjugal?

Quando casamos não tem como “zerar” nosso passado e levar para a vida conjugal um “eu” novo, sem nenhuma influência do que ocorreu afetivamente ao longo da infância e juventude. A própria atração que ocorre no namoro e noivado envolve questões ligadas à busca afetiva, inconsciente, do que sentimos que faltou ou existiu no relacionamento com nossos pais (ou cuidadores) no passado. Por exemplo, se você teve um pai agressivo e autoritário, é provável que, como mulher, tenha tendência de se atrair por homem também autoritário e agressivo. Se você é uma mulher autoritária e agressiva, terá a tendência de se aproximar de um homem passivo e submisso para atuar com ele semelhante ao que via em seus pais.

De maneira inconsciente os cônjuges fazem um tipo de pacto para recriar situações problemáticas do passado que existiam na família de origem de cada um. Esposo ou esposa não pensam conscientemente: “Vou repetir o que existiu na casa de meus pais dentro do meu casamento.” Não é algo consciente assim. Não é deliberado, programado, mas uma motivação, uma inclinação, uma tendência para repetir a história passada.

Saímos de nossa infância e adolescência necessitando ajustes emocionais dentro de nós. Alguns vêm para a vida adulta com muitas feridas afetivas, e outros com menos. Umas pessoas crescem com muitos conflitos não solucionados que geram transtornos mentais, complicações nos relacionamentos adultos, doenças psicossomáticas, até problemas sociais. Aquilo que a pessoa não conseguiu resolver individualmente dos relacionamentos passados na família de origem, é recriado na família atual, no casamento. Algumas não aguentando a dor e as complicações dentro do casamento, justamente por estas questões mal resolvidas suas e do cônjuge, se separam e tendem a envolver-se com outra pessoa também complicada que poderá fornecer a repetição, mais uma vez, do conflito básico ainda vivo.

Os conflitos emocionais pessoais que cada cônjuge traz do passado estão na mente de cada parceiro e acabam passando para o relacionamento entre eles. Então, numa briga conjugal há, pelo menos, duas dimensões do conflito, uma consciente e outra inconsciente, uma objetiva e outra subjetiva: (1) Discussão por algo pontual daquele momento. Exemplos: “Você nunca me ouve!”, “Você não coloca limites para seus parentes invadirem nossa privacidade!”, “Você é alegre com estranhos e fechado comigo e com nossos filhos!”, e (2) O que era originariamente solicitado aos pais e que se espera receber do cônjuge. Correspondendo aos exemplos acima, teríamos: “Papai nunca me ouvia!”, “Meus pais permitiam estranhos invadir nossa casa sem colocar limites!”, “Minha mãe era super sociável com estranhos e dura demais com os filhos!”.

Parece que todas as pessoas têm certos aspectos emocionais ainda não resolvidos com seus pais. Uma educadora norte-americana escreveu: “Na disciplina dada durante os primeiros anos da infância, os pais estão produzindo impressões duradouras sobre as mentes de seus filhos. É nestes anos iniciais que eles estão colocando o fundamento do caráter.” Ellen G. White, Manuscript Releases, vol.7, pág. 8. “As lições dadas durante os primeiros anos da vida determinam o futuro da criança.” Review and Herald, 9 Outubro 1900.

“Os problemas dentro do casamento serão mais graves na direta proporção em que houve mais fragmentações afetivas familiares na família de origem.” Maggie Scarf, “Casais Íntimos”, 1990. Ou seja, quanto mais problemática foi sua vida com seus pais, mais complicados poderão ser os conflitos no seu casamento. Muitos que casam para fugir dos problemas que têm com um dos pais ou ambos, geralmente levam os problemas consigo para dentro do casamento. Uma pessoa pode desenvolver independência sadia permanecendo com seus pais até casar e uma pessoa pode fugir da casa de seus pais e continuar dependente.

Como separar problemas do passado individual para que eles não afetem o casamento? (1) Não é afastando geograficamente da família de origem necessariamente. Você pode tornar-se sadiamente independente e viver próximo da sua família de origem, ou pode até mudar de país e no sentido interior, emocional, nunca ter se separado dos pais. (2) Envolve lutar para modificar de forma individual as ligações afetivas originais carregadas exageradamente em algo menos limitante. Exemplo: Se você teve relacionamento muito próximo com seus pais, cheia de abraços, beijos, diálogo, sempre juntos, você precisa aliviar um tanto esta forte necessidade de intimidade, ao invés de cobrar do cônjuge o mesmo padrão de conduta que existia na sua família de origem. Você também precisa de privacidade e pode não perceber isto. Ao contrário, se você veio de uma família que era cada um para seu lado, sem comunicação, tudo separado, você precisa aliviar este isolamento, e se aproximar mais de seu cônjuge. Você pode precisar de aproximação e não perceber isto. (3)Procure obter a capacidade para ser diferente dos pais e não sentir esta diferença como um perda ou traição do modo de uma família funcionar. Em seu casamento você, seu cônjuge e filhos podem precisar de algo diferente do que existiu em sua vida individual e familiar no passado.

Escrito por Dr. Cesar Vasconcellos de Souza
www.portalnatural.com.br

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O que os cientistas pensam sobre religião

[Meus breves comentários seguem entre colchetes.] Nos dias de hoje, um século e meio depois que Charles Darwin publicou On the Origin of Species by Means of Natural Selection [Sobre a Origem das Espécies por Meio de Seleção Natural], a maioria esmagadora dos cientistas americanos aceitou a evolução darwiniana como a base da compreensão do desenvolvimento da vida na Terra. Entretanto, embora a teoria evolucionista seja com frequência retratada como autêntica à religião, não destruiu a fé religiosa da comunidade científica. Conforme uma pesquisa dos membros da Associação Americana para o Avanço da Ciência, dirigida pelo Pew Research Center em maio e junho deste ano, a maioria dos cientistas (51%) diz crer em Deus ou em uma força suprema, enquanto 41% dizem não crer.

Além disso, os cientistas não são menos propensos a acreditar em Deus do que foram há cem anos, quando a comunidade científica foi a primeira a votar ness assunto. Em 1914, onze anos antes do “Julgamento do Macaco” e quatro décadas antes da descoberta da estrutura do DNA, o psicólogo James Leuba perguntou a mil cientistas americanos acerca da sua opinião sobre Deus. Ele descobriu que a comunidade científica estava igualmente dividida, com 42% dizendo que acreditavam em um Deus pessoal e o mesmo número dizendo que não criam. Os cientistas descobriram muitos fósseis importantes desde então, mas eles são, de fato, mais propensos a crer em Deus hoje.

A comunidade científica é, contudo, muito menos religiosa do que o público em geral. Nas pesquisas do Pew, 95% dos adultos americanos dizem que acreditam em alguma forma de divindade ou uma força suprema.

Também o público não compartilha a certeza que os cientistas têm acerca da evolução. Embora 87% dos cientistas digam que a vida evoluiu com o tempo, devido a processos naturais [e aqui há muita confusão, mesmo entre cientistas, com respeito à micro e à macroevolução], apenas 32% das pessoas acreditam que seja verdade, de acordo com uma pesquisa de opinião diferente do Pew, no ano passado.

Dado que os cientistas são muito menos propensos a acreditar em Deus como o público em geral, não é de se admirar que a porcentagem dos afiliados a uma religião particular também seja menor. Aproximadamente a metade dos cientistas americanos diz não ter afiliação religiosa – se descrevem como ateístas, agnósticos ou nada em particular – comparado com 17% de todos os americanos.

Entre os cientistas, há bem menos protestantes (21%) e católicos (10%) do que no público em geral, que é de 51% de protestantes e 24% de católicos. E embora os protestantes evangélicos constituam mais de um quarto da população em geral (28%), eles são apenas uma pequena porção (4%) da comunidade científica. Uma notável exceção é de judeus, que constituem uma proporção da comunidade cientifica (8%) maior do que a população em geral (2%).

Mas a pesquisa de opinião do Pew descobriu que os níveis da fé religiosa entre os cientistas variam um pouco, dependendo da sua especialidade e idade. Os químicos, por exemplo, são mais propensos a crer em Deus (41%) do que os biólogos e médicos (32%). [Será por que os químicos sabem ser impossível matéria inorgânica originar vida por processos naturais?] Da mesma forma, os cientistas mais jovens (entre 18 e 34 anos) tendem a crer em Deus ou uma força suprema. [Será que isso se deve ao fato de os mais jovens estarem mais familiarizados com as descobertas nos campos da bioquímica, biologia molecular e genética, que revelaram tremenda quantidade de informação complexa especificada e a existência de sistemas de complexidade irredutível? Ou será também devido ao fato de os mais jovens estarem aos poucos se livrando das amarras do naturalismo filosófico inspirado nas ideologias iluministas/racionalistas? Thomas Kuhn já dizia que, às vezes, para um paradigma ser substituído é necessária a morte da geração que o defende.]

Se uma parte substancial da comunidade científica é constituída por crentes, por que muitos acham que a evolução e a religião são incompatíveis? Pode ser porque alguns de nossos cientistas mais famosos e prolíficos, tais como o biólogo evolucionista americano Stephen Jay Gould e o físico britânico Stephen Hawkins, eram ou são ateístas e agnósticos. Mas e sobre Francis Collins, o autor/líder do Projeto Genoma Humano, recentemente apontado pelo presidente Obama como o diretor do Instituto Nacional de Saúde? Collins é um cristão evangélico que fala com paixão sobre sua fé – e também pensa que a evolução é um fato científico estabelecido. [Sobre isso, leia “Mistura Impossível”. – MB]

Quanto a Darwin, suas cartas indicam que provavelmente ele era um agnóstico que perdeu a fé, não porque sua teoria revolucionária era incompatível com a religião, mas por causa de seu luto depois de 1851, com a morte da filha favorita de 10 anos, Annie. E ainda assim, ele pode não ter rejeitado completamente a ideia da força suprema. A sentença concludente de A Origem das Espécies fala de um “Criador” que respira vida “em algumas formas ou em um”. A passagem origina ao menos uma pequena dúvida sobre como o pai da teoria da evolução moderna poderia ter respondido à questão da crença na recente pesquisa do Pew com os cientistas.

(Los Angeles Times) e (Criacionismo)

Tradução: Elizandra Milene da Rocha

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As 20 lições que as garotas aprendem com Crepúsculo

1. Se um rapaz é desinteressado, reservado, te ignora ou é simplesmente grosso com você, é porque ele está secretamente apaixonado por você – e você é a razão principal da existência dele.

2. Segredos são ok. Especialmente os do tipo que ameaçam a sua vida.

3. Está tudo bem para um interesse romântico em potencial ser estúpido, violento e vingativo – desde que tenha um tanquinho.

4. Se um rapaz te diz para ficar longe dele, pois é perigoso e pode até te matar, ele deve ser o amor da sua vida e você deve ficar com ele para que ele te mantenha segura para sempre.

5. Se um rapaz te abandona, especialmente de repente (enquanto diz que nunca mais vai te ver), é porque ele te ama tanto que vai sofrer apenas para manter você segura.

6. Quando um rapaz te abandona, entrar em choque, perder todos os amigos e ter pesadelos recorrentes são ocorrências perfeitamente aceitáveis – desde que você mantenha suas notas boas.

7. É extremamente romântico se colocar em situações perigosas só para ver seu ex-namorado de novo. É ainda mais romântico lembrar do som da voz dele quando ele gritou com você.

8. Rapazes que dão o fora sempre voltam.

9. Como eles voltam, você deve se segurar e esperá-los por meses, mesmo tendo alternativas de rapazes completamente aceitáveis disponíveis.

10. Mesmo que você não tenha interesse em sair com um dos rapazes alternativos, é ok enrolar o sujeito por meses a fio. Além disso, você deve usá-lo para consertar as coisas para você. Se bobear, ele vai até te comprar algo.

11. Você deve usá-lo para consertar coisas porque garotas são incapazes de qualquer coisa mecânica ou técnica.

12. Mentir para os seus pais é ok. Mentir para os seus pais enquanto você foge para salvar seu namorado suicida é uma ideia extremamente boa que mostra sua força e maturidade. Ah, e também é algo que você TEM que fazer.

13. Roubo de carro em nome do amor é aceitável.

14. Se o rapaz por quem você está apaixonada causa (mesmo que indiretamente) que você seja espancada tanto que vá parar no hospital, você deve dizer aos médicos e à sua família que “caiu da escada” por ser uma menina tão boba e desajeitada. Essa explicação falsa sempre funcionou perfeitamente para mulheres abusadas.

15. Homens podem ser mudados para melhor se você sacrificar tudo que você é e se dedicar inteiramente à necessidade de mudança deles.

16. Jovens garotas não devem fazer esforço algum para melhorar suas habilidades sociais ou estado emocional. Em vez disso, devem procurar por potenciais parceiros que compartilham das mesmas deficiências sombrias e problemas emocionais.

17. Garotas não devem sempre ler uma série de livros só porque todo mundo já leu.

18. Ao escrever uma série de livros, é aceitável pegar o material principal e estragá-lo com angústia adolescente cansativa.

19. Ao fazer ou ao assistir um grande filme, você deve alegremente aceitar os únicos 20 minutos da trama dele entre longas sequências de silêncio, imagens vagas e gemidos.

20. Vampiros – outrora os grandes vilões da literatura e do cinema – não são mais assustadores. Inclusive, eles são tão chorões, egocêntricos e impotentes quanto qualquer ser humano.

(Vida Ordinária) e (Criacionismo)

Leia também: “A nova onda de vampirismo”

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A alcateia de Jezabel

“A história acontece como tragédia e se repete como farsa.”

A frase acima, muitos conhecem, é de Marx. Não o Groucho, mas o Karl. Sim, o Karl... Aquele cujos furúnculos espelhavam à perfeição seus atributos de alma. Aquele cujo filho o comparava ao demônio literal – sem véu algum de alegoria.

À tragédia. Alguns séculos após o profeta Elias promover importante reforma espiritual no reino de Israel (aquelas dez tribos apostatadas do norte que queimavam vivos seus filhos para os ídolos cananitas), veio João em seu espírito. João no espírito de Elias, instando os seus ao arrependimento e incondicional entrega ao Deus que tão generosamente lhes acabara de doar o próprio Filho. Onde a tragédia? Degolaram o Batista e crucificaram seu Mestre (“Mas os lavradores, vendo o Filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-Lo, e apoderemo-nos da Sua herança. E, agarrando-O, lançaram-nO fora da vinha e O mataram” [Mt 21:38-39]). Elias escapou da fúria homicida da princesa sidonita Jezabel, que se casara com o rei israelita Acabe e cujo projeto de vida foi levar todo o povo de sua nova nação a cultuar Baalim e assemelhados. João Batista não teve a mesma sorte. Teve a cabeça entregue literalmente de bandeja à perversa Herodias, esposa e cunhada do tetrarca Herodes, homônimo do infanticida.

A farsa? Já a veremos. Antes um desabafo de pai.

Apenas Elohim e Seus santos anjos podem registrar tudo – TUDO – o que vai no coração dos que trouxeram filhos a este mundo miserável. Somente o imperscrutável amor de Deus para mensurar o desvelo macerado, o velar insone, a angústia recorrente que ocupam as preocupações de uma mãe, de um pai. Alta madrugada, às vezes; uma inquietude a nos roubar o sono: Estará nosso rebento firmado nos caminhos de retidão? Cultiva ele o apego à verdade e à justiça? Inscreverá seu nome na história humana como bênção ou será, como tantos, só mais outra maldição? Qual será o legado derradeiro de seus dias? Repetirá ele o apóstolo? “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4:7). Ou se lamentará como o poeta? “Vivi, estudei, amei e até cri, e hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu” (Álvaro de Campos, Tabacaria – ou A Marcha dos Vencidos).

Os pais receberam do Altíssimo as mais proveitosas instruções para fazer de seus filhos colunas de integridade e alicerces de uma sociedade melhor: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Pv 22:6). Fácil assim? Nem sempre... Caim e Abel, Edom e Israel, Simeão e José. Por mais que nos entreguemos à oração e nos apeguemos ao Senhor, por maior que seja o nosso amor e melhor que seja o nosso exemplo, jamais poderemos fazer por nossos filhos as escolhas que só a eles cabem. Daí o nosso coração de passarinho, essas criaturinhas débeis e aflitas, sempre sobressaltadas ante algum apuro indefinido.

Elias, com seu coração de passarinho e pai, teve que arrostar Jezabel e seu pusilânime marido, o rufião de Belial. E aqui finalmente entra a farsa. Antes do advento de Cristo, João, o Batista, nos veio no mesmo espírito de Elias. Antes da vinda de Satanás como anjo de luz, Richard Dawkins nos vem no mesmo espírito de Jezabel. Seus Baalins? Materialismo, ateísmo, pseudociência, relativismo pragmático e laxismo moral. E agora, cereja do bolo, o supremo desplante: a pretensão de desviar os pais do mais sagrado dos deveres, o de conduzir os filhos no temor de Deus. “Deixe que escolham por si, mas só quando alcançarem a maioridade”, prega o Moloque do Tempo do Fim.

Sei que é um insulto ao intelecto ter que desmontar uma falácia tão grosseira, mas por vezes temos que guiar o incauto pela mão na esperança de lhe abrir os olhos. Ao menos essa responsabilidade antes de o largarmos de vez no mundo. Ao argumento.

A proposição de Jezabel, digo, de Dawkins, vislumbra o mundo em uma espécie de neutralidade laica, o que é desmentido pelas condições objetivas que de nós se acercam. A maioria das influências que nos rodeia comunga abertamente com os valores (valores?) que o doutor de Oxford promove. Ligue a TV, acesse a internet, leve a criança a um cinema, a um shopping center, compre-lhe um gibi, uma roupa ou um brinquedo da moda, matricule-a em uma escola secular e pronto! Tudo o que o Deus a quem servimos reprova costuma estar nesses pequenos detalhes cotidianos: explícito, promovido, praticamente imposto. Sem o contraponto dos valores e da educação cristã, exponha o infante a essa contínua lavagem cerebral enquanto se lhe formam o caráter e a personalidade. Então, em seu aniversário de 18 anos, leve o rapaz, agora um adulto, à igreja. O resultado, aprecie-o sem moderação.

Mais de dois milênios e meio mudaram o sexo e as madeixas de Jezabel, mas o seu espírito permanece inalterado, talvez mais atrevido pela bajulação dos sabujos dos meios de comunicação de hoje. Lastimo que Dawkins tenha sido molestado sexualmente por um cura anglicano.* Mas não, isso não lhe confere autoridade ou razão para recomendar que abandonemos a carne da nossa carne aos molestadores morais deste mundo. Em sua cegueira, Richard Dawkins pode não compreender que consideremos que as sevícias morais podem ser até piores que as do abuso sexual que ele sofreu. Agora, rebaixar os pais a agentes passivos do molestamento espiritual dos próprios filhos é audácia digna do espírito de Jezabel.

Em verdade, chegam a despertar suspeita as afrontas espalhafatosas e o can-can escandaloso de Dawkins. Não seria isso um pedido velado por ajuda, como o endemoninhado de Gadara? Se ele nos estende a mão para que o exorcizemos de sua Legião, bom. Se essa mesma mão se destina a nos fazer tropeçar, mau. Mas isso não nos escusa da verdadeira questão: Como pudemos descer a ponto de elementos como Dawkins pregarem despudoradamente os seus delírios? E sob anuência e aplauso das eminências deste mundo! Parafraseando Soljenitsin: “Como pode surgir dentre nós essa espécie de lobos? Procedeu de nossa raiz? Do nosso sangue?”

(Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)

(*) Dirão alguns, imagino: “Ora, mas Dawkins foi vítima de um cura anglicano! [Confira aqui.] Fossem seus pais ateus ferrenhos e tal lhe não haveria sobrevindo!” Ah, pois? Citem então esses “çábios” um único versículo das Sagradas Escrituras que ao menos tolere a pedofilia. Eis a terrível advertência do Nosso Senhor para cristãos e não cristãos: “É impossível que não venham tropeços, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequeninos.” Ademais, a leniência cúmplice que certas igrejas autodenominadas cristãs reservam aos tarados infiltrados em suas hostes não desmerece o Cristianismo em sua essência e prática; ao contrário, enaltece, pelo contraste, as denominações que aplicam estritamente os ensinamentos do Mestre. (Apenas como curiosidade: a pedofilia era uma das perversões mais arraigadas entre os povos circunvizinhos do antigo Israel – como a Fenícia de... Jezabel).

Leia também: “Dawkins usa crianças cristãs em anúncio ateu”, “Hipocrisia ateísta” e “Camille Paglia ‘falou e disse’ para o Dawkins: Por que no te callas?”

(Criacionismo)

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O pior são as mensagens explícitas

Recebi dias atrás este e-mail do leitor Alan Cleiton Brito de Jesus: “Olá, Michelson, recentemente comprei uma camiseta da marca ............... e muitas pessoas começaram a falar que aquilo significa .............. e que eu não deveria usá-la. Como eu sempre fui muito cético em relação a esse tipo de coisa e sou meio desconfiado quanto a certas interpretações, resolvi pesquisar. Fui a vários sites e encontrei algumas coisas. (...) Além dessa marca, o blog tambem refuta outros ‘mitos gospel’ (como ele mesmo chama), como, por exemplo: Hello Kitty, Hellmann’s, Coca-Cola. E as explicações dadas me pareceram muito mais coerentes do que as histórias de alguns cristãos sobre essas marcas. Tudo isso acabou me despertando interesse pelo tema mensagens subliminares. E agora eu pergunto: Essas histórias (como os casos citados) têm algum fundamento? Eu sei que existem mensagens subliminares, mas até que ponto devo aceitar certas interpretações? O que é verdade e o que é mentira nessas historias?

“Agora minha humilde opinião: acho que os cristãos às vezes se ‘queimam’ com esse tipo de coisa, pois ao falarem para alguém mais esclarecido, perdem a credibilidade, e aí os outros pensam que todo crente é assim. Alguns cristãos se preocupam tanto com mensagens subliminares enquanto estão absorvendo tantas mensagens explicitas diariamente! No caso da Coca-Cola, por exemplo, já não é suficiente saber que ela é prejudicial e que devemos evitá-la? Pra que ficar tentando achar mensagem subliminar no rótulo?”

Respondi ao Alan que assino embaixo das opiniões dele. Também acho que muitos cristãos fazem barulho por quase nada e veem chifre em cabeça de cavalo. Tenho dito que há gente que filtra um mosquito e deixa passar um camelo midiático. Assistem a um monte de lixo explícito (novelas, humorísticos frívolos, filmes violentos e/ou de cunho imoral, com sabor ocultista sob o disfarce de romance e aventura, etc., etc.) enquanto se preocupam com mensagens subliminares. Elas existem, sim (como tentei demonstrar num dos capítulos do meu livro Nos Bastidores da Mídia, mas não são tudo o que o pessoal diz por aí.

Devemos orar para que Deus proteja nossa mente dos conteúdos subliminares e usar a razão e a faculdade de escolha para não consumir o que sabemos ser nocivo e sem valor.

Leia também: “Verdades e mitos: mensagem subliminar na música”

(Criacionismo)

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