quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cientistas manipulam dados para provar aquecimento

Documentos vazados revelaram fraudes no cálculo do aquecimento global. Já conhecido no mundo como “Climategate”, em referência ao caso Watergate, o vazamento mostra que cientistas diretamente ligados à Organização das Nações Unidas (ONU) estavam manipulando índices para provar que o planeta passa por um processo de aquecimento sem precedentes. O cientista Philip Jones, um dos apontados durante o Climategate, é responsável por criar o mais importante de quatro índices que orientam políticas climáticas de nações e da ONU. Os emails vazados mostram como os cientistas que trabalham com Jones não liberavam dados importantes de suas pesquisas, feitas na e fabricavam motivos para mantê-los em segredo. Jones decidiu nesta terça, 1°, se afastar da Unidade de Pesquisa de Clima da University of East Anglia até que a universidade conclua as investigações sobre o incidente.

Os cientistas ligados a Jones também tentavam abalar a credibilidade de qualquer pesquisador que fosse contra os resultados apresentados. Entre os pesquisadores envolvidos no Climategate, estão responsáveis por outros índices que orientam a ONU e o braço-direito do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore.

(Opinião e Notícia)

Nota: Pelo menos agora vão parar de considerar os céticos quanto ao aquecimento antropogenicamente causado como sendo adeptos de teorias de conspiração. Está mais que provado que as motivações para combater o aquecimento global são político/religiosas e não se baseiam em dados científicos confiáveis.[MB]

Leia também: "Aquecimento global não é ciência, é religião, diz documento das Nações Unidas"

(Criacionismo)

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Questionário Socioeconômico do ENEM 2009 – Download

Às vesperas dos dias de realização das provas do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e nem todo mundo recebeu pelos Correios o questionário socioeconômico para ser apresentado no dia da prova.

ENEM 2009
Se você ainda não recebeu a lista com as questões socioeconômicas pode fazer download do questionário socioeconomico e do caderno de respostas.
Caso você tenha acesso a um computador, poderá imprimir apenas o caderno de respostas, já que as questões socioeconomicas poderá ler na tela, dessa forma você contribuirá para o meio ambiente economizando papel.
Abaixo, os links para baixar os arquivos (em PDF):
Questionário Socioeconômico ENEM 2009 (é o mesmo “Manual do Inscrito”) – [ Download - 167,5 KB ]
Caderno de Respostas para o Questionário Socioeconomico – [ Download - 3,68 MB ]
Caso não consiga acessar entre no site do ENEM

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É preciso confiar

(adaptado do texto do Dr. Sang Lee)

"Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará" (Salmos 37:4-5)
Considero a confiança no poder divino o mais importante fator na cura verdadeira. Um genuíno relacionamento com o nosso Criador nunca é opcional para a saúde. Ele é a própria base da saúde. A confiança em Deus tem profundos efeitos tanto sobre os mecanismos físicos do corpo, quanto na atividade mental.
Por exemplo, eu creio que uma prazenteira confiança em Deus permite-Lhe aumentar e harmonizar os neuro-hormônios, tais como as endorfinas e, possivelmente, a serotonina. Pesquisas indicam que a elevação de seus níveis beneficia a saúde geral do indivíduo. Esses hormônios tem uma influência calmante e relaxante, proporcionando um sono mais profundo e restaurador, reduzindo a depressão, fortalecendo o sistema imunológico, controlando a dor e estabilizando as emoções. Todos estes fatores são essenciais à cura de qualquer espécie.
Sem a confiança em Deus, a mente é assiduamente atacada por temores, dúvidas e raiva. Esses fatores estressantes estão associados à elevação dos níveis de adrenalina e corticóides que se relacionam com a tensão, aumento da pressão sanguínea, acentuada fadiga e insônia, e podem mesmo impedir a eficácia dos medicamentos.
Muitas pessoas obtém, a cura num nível puramente físico. Mas, sem um confiante relacionamento com Deus, de quem a cura verdadeiramente procede, todas as outras medidas são apenas uma solução temporária para as necessidades do corpo. Quando a confiança é acrescentada, Deus pode fazer muito mais. Ele pode multiplicar os benefícios recebidos dos outros remédios e estender a cura a todas as dimensões - física, mental, emocional e espiritual. Eis porque digo que a genuína saúde provém do relacionamento da pessoa com o verdadeiro Deus.
O que significa confiança no poder divino? Simplesmente que a pessoa abre a sua mente e seu coração ao amor e à misericórdia de Deus, e permite que Seu poder curador flua para a sua vida. Isso significa conhecer a Deus o suficiente para confiar nEle para o bem-estar presente e futuro.
Isso não é radical nem uma nova idéia. Nossa saúde, felicidade, longevidade e autoestima, bem como nossa família, amigos, pessoas que conosco se associam e também a vida espiritual, são inter-relacionadas e interdependentes.
A Bíblia diz que "o coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido faz secar até os ossos" (Prov 17:22). Saúde não é apenas escolher bons alimentos, comer, beber e fazer exercício. É também "justiça e paz, e alegria no Espírito Santo" (Rom 14:17)
REFLEXÃO: "Os que confiam no Senhor, são como o Monte Sião, que não se abala, mas permanece firme para sempre" (Salmos 125:1)

(Meditando em Jesus) e (Eventos Finais)

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Influências pós-modernas

A Revista Adventista deste mês traz a matéria de capa “Influências pós-modernistas”, escrita pelo pastor e jornalista Rubens Lessa. Ele procura contrastar a mensagem adventista estribada no “assim diz o Senhor” com as ideias relativistas típicas deste período conhecido como pós-moderno. Para Lessa, muitos caem nas armadilhas do relativismo pelo fato de (1) desconhecerem o que está por trás dessa onda insinuante, (2) ignorarem as doutrinas básicas das Escrituras Sagradas ou (3) por serem hostis a normas e princípios. “Esse novo estilo de vida é visto em áreas como lazer, namoro, casamento, conversação, vestuário, música e crenças”, diz o jornalista e redator-chefe da Casa Publicadora Brasileira.

O artigo começa definindo brevemente o que é pós-modernidade em contraste com a modernidade. Depois, destaca a postura relativista mantida pelos pós-modernos e como essa tendência tem contagiado muitos cristãos que, aos poucos, têm-se afastado da verdade absoluta encontrada na Bíblia e em Jesus, a encarnação da Verdade. “A maior ameaça do pós-modernismo é seu pluralismo relativista, uma espécie de politeísmo de valores”, compara Lessa. “O bem e o mal estão juntos, criando um estilo de vida. ... O ‘assim diz o Senhor’ vai para lata de lixo mais próxima”, completa. E, com isso, sem o princípio unificador da Palavra, perde-se todo referencial e critério final.

Em seguida, o autor analisa algumas áreas afetadas por esse relativismo pós-moderno: namoro (exploração física, “prazer total” versus respeitoso conhecimento mútuo), casamento (tido apenas como experiência passageira, até que a novidade acabe), entretenimento (competição, prazer e satisfação de paixões carnais versus recreação sadia), conversação (banalização), música (gosto do ouvinte ou do músico versus conceito bíblico de adoração), crenças (emoções versus razão ancorada nas Escrituras).

Algo que me chamou a atenção, além do artigo, foi a capa dessa edição da Revista Adventista. Ilustrada pelo desenhista Andrei Vieira (mais conhecido pelas artes produzidas para a revista Nosso Amiguinho), a capa mostra pessoas caminhando por estradas tortuosas tendo o coração a iluminar o percurso com uma luz fraca. No centro, um homem abre a capa (porta) de uma Bíblia e revela em seu interior um caminho reto e iluminado que conduz à cruz. Achei a ideia genial e perguntei ao amigo Andrei como ele a havia concebido. Ele me respondeu: “Essa ilustração tem a pretensão de transmitir um conceito sem a ajuda de palavras. Foi enfatizado visualmente o contraste entre aqueles que buscam o ‘assim diz o Senhor’ daqueles que se sentem seguros de suas próprias opiniões acerca do que é a verdade. A ilustração também aponta o resultado da escolha que os personagens estão tomando. Um encontrou o Caminho e os outros estão perdidos nas rotas confusas que seguiram. Espero que a ilustração, como complemento ao texto do pastor Lessa, contribua para que as pessoas reflitam e escolham obedecer de forma completa Àquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.”

Vale a pena conferir.[MB]

Leia também: “Cristãos no mundo pós-moderno”

(Criacionismo)

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Filme garante que Jesus visitou druidas na Inglaterra

Jesus Cristo visitou uma cidade inglesa hoje famosa por seu festival de rock para encontrar os druidas. Pelo menos essa é a tese de “And Did Those Feet” (“E aqueles pés o fizeram”). O filme explora a teoria de que Jesus teria acompanhado José de Arimateia numa visita à região de Glastonbury, no sul da Inglaterra, um centro do conhecimento no mundo antigo. O Festival de Glastonbury, realizado numa fazenda próxima à cidade, é considerado o maior evento mundial de música e artes ao ar livre, e atrai alguns dos maiores astros do século 21, como Bruce Springsteen, Jay-Z, Neil Young e U2.

Pastor da Igreja da Escócia e pesquisador do filme, Gordon Strachan argumenta que Jesus pode ter ido à Grã-Bretanha para aprofundar sua educação, já que a região era um reduto de druidas, na época associados à sabedoria tradicional. “Não há por que Jesus não ter vindo”, disse Strachan à Reuters. “Glastonbury foi muito importante nos tempos antigos, a tradição remonta aos tempos pré-cristãos."

O religioso argumentou que Jesus poderia ter construído o local original da capela de São José, em Glastonbury, e que a teoria sobre sua visita é plausível, uma vez que não se sabe muito sobre a juventude do carpinteiro da Galileia.

"Ele provavelmente veio de barco com mercadores", disse Strachan. "Ele tinha muito tempo, e ninguém sabe o que ele fez antes dos 30 anos."

O produtor Ted Harrison disse a jornalistas britânicos que naquela época a ilha atraía pessoas interessadas em aprender sobre espiritualidade e filosofia - não só dos judeus, mas também das civilizações grega e clássica.

"Ele teria vindo aprender sobre o que estava sendo lecionado a respeito de astronomia e geometria, ensinado em 'universidades' comandadas por druidas na época", disse Harrison ao jornal Daily Mail.

(Estadão)

Nota: Quanta incoerência vinda de um “pastor”!

1. José de Arimateia se converteu após a morte de Jesus, portanto, não pode tê-Lo acompanhado a uma peregrinação antes de Seus 30 anos.

2. Se Jesus tivesse que “aprofundar Sua educação”, teria feito isso na escola dos rabinos e não entre os druidas da Inglaterra. Mas o ensino judaico havia se tornado formal e distanciado das Escrituras. Por isso, “o menino Jesus não Se instruía nas escolas das sinagogas. Sua mãe foi Seu primeiro mestre humano. Dos lábios dela e dos rolos dos profetas, aprendeu as coisas celestiais. As próprias palavras por Ele ditas a Moisés para Israel, eram-Lhe agora ensinadas aos joelhos de Sua mãe. Ao avançar da infância para a juventude, não procurou as escolas dos rabis. Não necessitava da educação obtida de tais fontes; pois Deus Lhe servia de instrutor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 70).

3. O druidismo era uma “religião natural”, mística, baseada no animismo, e não uma religião revelada, como o judaísmo e o cristianismo. Procurava buscar o “equilíbrio” ligando a vida pessoal à suposta fonte espiritual presente na natureza. Os druidas eram os líderes espirituais dessa “religião”. Assim, não é preciso ir muito longe para perceber o abismo teológico/filosófico entre os ensinos de Jesus e dos druidas. (Se quiser saber como os monumentos de Stonehenge foram construídos pelos druidas, leia o impressionante livro Viagem ao Sobrenatural).

4. Conforme escreveu Ellen White, em seu best-seller O Desejado de Todas as Nações, “a infância e juventude de Jesus foram passadas numa pequenina aldeia montanhesa” (p. 68). Só isso. Antes de iniciar Seu ministério público, Jesus serviu na carpintaria de Seu pai adotivo, aprendeu a laboriosidade e a submissão aos pais, e Se tornou versado nas Escrituras e no estudo da natureza (era observador atento e Se tornou o Mestre dos mestres e grande contador de parábolas extraídas de situações e imagens simples, porém, com profundos significados espirituais).

5. Histórias especulativas a respeito de Jesus nunca deixarão de ser produzidas, o que revela o forte impacto do Mestre sobre mundo, ainda hoje. Pena que muita gente não dê atenção à única fonte autorizada e confiável sobre o Salvador, a Bíblia Sagrada.[MB]

Leia também: “Operação Cavalo de Troia”

(Criacionismo)

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Organizações de direitos humanos e videogames

O canal televisivo BBC veiculou reportagem sobre duas organizações defensoras dos direitos humanos, Trial e Pro Juventute, que afirmam que os videogames podem ser prejudiciais à vida por violarem diversas leis internacionais. Os grupos Trial e Pro Juventute encomendaram um estudo, cujos objetos de pesquisa são títulos de videogames, tais como 24: The Game, Call of Duty 4: Modern Warfare, Far Cry 2 e Metal Gear Solid. O objetivo era descobrir se “determinadas cenas e os atos cometidos por jogadores (virtualmente) constituiriam violações de leis internacionais (no mundo real)”, explica a reportagem. Os grupos acreditam que os videogames possam estimular a violação das leis reais e defende a proibição de produções.

O estudo diz que há jogos que descumprem várias leis internacionais, entretanto não conclui dizendo se isso estimula ou não as pessoas ao descumprimento das leis reais. John Walker, editor do site Rock Paper Shotgun, defende a liberdade de expressão dos videogames, mencionando como exemplo a polêmica cena no aeroporto russo, em Call of Duty: Modern Warfare 2, dizendo que se trata de um jogo para adultos, inclusive classificado pela ESRB como “recomendado para maiores de 18 anos”.

A cena coloca o jogador no papel de um dos integrantes de um grupo terrorista. Cabe ao jogador decidir o que fazer, se atira ou não nos inocentes transeuntes. Conforme explica o estúdio produtor de Modern Warfare 2, “não é preciso atirar, você escolhe se vai participar ativa ou passivamente do ataque terrorista ou, ainda, tem a opção de pular completamente a cena”.

Walker teme que esse tipo de pesquisa possa estimular a censura nos videogames e defende-os como uma forma de expressão, como a pintura, a música e o cinema. (...)

“Existindo ou não regras de guerra, a escolha de inserí-las em um videogame deve ser feita pelos artistas exclusivamente para melhorar a experiência do jogador”, defende Jim Rossignol, jornalista especializado na indústria de videogames e escritor do livro The Gaming Life: Travels in Three Cities. (...)

(Jornal do Brasil)

Nota: Em meu livro Nos Bastidores da Mídia há um capítulo no qual analiso os problemas relacionados aos videogames.[MB]

(Criacionismo)

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Impacto dos raios sobre efeito estufa está subestimado

A mais recente campanha de pesquisas feita por cientistas da Nasa revela alguns detalhes interessantes sobre os raios. Mas também revela alguns dados de fato surpreendentes, mesmo para os cientistas. A cada ano, mais de 1,2 bilhão de raios atingem a superfície da Terra. Ruanda tem a maior ocorrência de raios por quilômetro quadrado, enquanto os pólos têm a menor ocorrência. Experimentos de campo e de laboratório revelaram que o núcleo de alguns raios atinge 30.000 Kelvin, uma temperatura quente o suficiente para fundir instantaneamente a areia e quebrar as moléculas de oxigênio e nitrogênio em átomos individuais. Embora interessantes, essas são apenas algumas – mas não as mais importantes – dentre as mais recentes descobertas dos cientistas sobre os raios.

O mais impressionante vem agora: cada um dos bilhões de raios produz compostos poluidores tão danosos ao homem e às plantas quanto as mais poluentes das atividades humanas. As descargas elétricas dos raios – atinjam elas o solo ou não – produzem óxidos de nitrogênio – os conhecidos NOx – que reagem com a luz do Sol e com outros gases na atmosfera para produzir ozônio.

Próximo à superfície terrestre, o ozônio pode ameaçar a saúde de plantas e dos animais – aí incluído o homem. Nas altitudes mais elevadas da atmosfera, ele é um potente gás causador do efeito estufa. Por outro lado, quando ainda mais alto, na estratosfera, ele bloqueia a radiação ultravioleta, que causa câncer no ser humano.

E, longe de apregoarem qualquer coisa do tipo “conclusão definitiva sobre os raios”, os cientistas da Nasa afirmam que sua pesquisa é apenas parcial, e que os impactos dos resultados sobre os modelos climáticos deverão ser muito maiores do que os agora anunciados.

Os cientistas já sabiam há quase 200 anos que as descargas elétricas dos raios produzem misturas gasosas de nitrogênio e oxigênio que incluem o óxido nítrico (NO) e o dióxido de nitrogênio (NO2). Mas, como acontece com tudo o que se relaciona ao clima e às complexas inter-relações entre seus diversos fatores, ainda há muito por compreender.

Segundo os melhores cálculos disponíveis até o início do presente estudo, os relâmpagos responderiam por algo em torno de 10% da produção de todos os óxidos nitrosos lançados anualmente na atmosfera. Mas essa era apenas uma estimativa, e as diversas pesquisas sobre o tema nunca se aproximaram de fornecer uma conclusão definitiva.

“Ainda há muita incerteza sobre a quantidade de NOx que os raios produzem”, explica o Dr. Kenneth Pickering, da Nasa. “De fato, mesmo as mais recentes estimativas publicadas sobre a produção de NOx pelos raios variam por um fator de 4. Estamos tentando reduzir essa incerteza a fim de melhorar a precisão dos modelos climáticos globais e os modelos regionais da qualidade do ar.”

Usando dados coletados por aviões de pesquisa da Nasa e satélites artificiais, o Dr. Pickering e seu colega Lesley Ott descobriram que os raios têm um impacto sobre a poluição e sobre o clima muito mais forte do que se supunha. Esse impacto é mais forte sobre o clima das latitudes médias e das regiões subtropicais e menos significativo sobre a qualidade do ar superficial.

Segundo os pesquisadores, cada raio transforma 7 quilogramas de nitrogênio nos reativos gases NOx. “Em outras palavras, você pode dirigir um carro de um lado a outro dos Estados Unidos mais de 50 vezes (cerca de 150.000 km) e ainda assim produzirá menos da metade de NOx gerado por um único raio”, afirma Ott.

Quando os pesquisadores multiplicaram o número de raios que atingem o solo no mundo todo por 7 quilogramas, eles descobriram que o total de NOx produzido anualmente por raios atinge 8,6 milhões de toneladas, o que é imensamente superior às estimativas anteriores.

Ainda mais importante do que a quantidade, contudo, é onde esse NOx é produzido. Uma década atrás, os pesquisadores acreditavam que os raios que atingem o solo produziam mais NOx do que os raios intranuvens, que ocorrem muito mais alto na atmosfera e cujas descargas elétricas nunca atingem o solo.

Os novos dados estimam que os dois tipos de raios produzem aproximadamente a mesma quantidade de NOx em média. Mas como a maioria dos raios é intranuvem, uma quantidade de NOx muito maior é produzido e permanece na alta atmosfera.

“Nós realmente começamos a questionar alguns dos antigos pressupostos conforme fomos capazes de medir os raios com maior precisão, em experimentos reais no campo”, acrescenta Ott.

Segundo os pesquisadores, é grande a possibilidade de que os raios produzam um ciclo de retroalimentação que acelere o aquecimento global. “Se o aquecimento global cria mais tempestades”, afirmam eles, “isso pode levar a uma maior produção de NOx, que leva a uma produção de mais ozônio e mais aquecimento”. (...)

No caso específico dos NOx, além da emissão de origem humana, causada principalmente pela queima de combustíveis fósseis, existem várias fontes naturais de emissão, como os raios, micróbios no solo e queimadas e incêndios florestais.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Pelo visto, a culpa humana no fenômeno do aquecimento global vem sendo mesmo superestimada. Por quê? Leia sobre ECOmenismo e descubra.[MB]

(Criacionismo)

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ellen White e a Constelação de Órion

Palestra com o Pastor e Arqueólogo Rodrigo Silva.

PARTE 01

PARTE 02

PARTE 03

PARTE 04

PARTE 05

(Sétimo Dia) e (Eventos Finais)

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Arqueólogos adventistas são destaque na IstoÉ

A revista IstoÉ desta semana traz matéria sobre o trabalho de arqueólogos brasileiros, dois dos quais adventistas: os doutores Rodrigo Silva e Jorge Fabbro. Leia aqui alguns trechos da reportagem: "Fazia 40 graus à sombra, debaixo de uma tela de plástico perfurada em Monte Sião, Jerusalém. Corria o último mês de julho e cerca de 50 titulados acadêmicos de diferentes partes do mundo distribuíam picaretadas nessa porção de terra sagrada, onde ficava a residência de Caifás, o sumo sacerdote que presidiu os dois julgamentos de Jesus Cristo. Todos haviam trocado de bom grado o ar-condicionado de suas salas nas universidades para suar sob o sol escaldante da cidade santa, em busca de tesouros históricos.

No meio dessa turma um brasileiro, professor de arqueologia, com um chapéu à Indiana Jones na cabeça, lutava contra uma tendinite no braço esquerdo provocada por uma inflamação na coluna cervical. Aos 54 anos, o paulista Jorge Fabbro, teólogo com mestrado em arqueologia pela Andrews University (EUA), não queria abandonar a terceira expedição da qual participava em Israel. Além de atender às preces do professor Fabbro, Deus deu o ar da graça a todos os seus colegas de empreitada.

A escavação da qual participavam resultou em uma das maiores descobertas da arqueologia bíblica deste ano: uma taça de pedra, datada do século I d.C., na qual estão escritas dez linhas, possivelmente em aramaico ou em hebraico. Trata-se de um código secreto, ainda misterioso, formado por algumas letras redigidas de cabeça para baixo e frases de trás para a frente. Uma relíquia do tipo, suspeitam os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte que capitaneavam a missão, pode ter sido usada por Jesus para se lavar ritualmente antes da última ceia.

Não existe na história de Israel nenhum vaso ritual com inscrição tão extensa quanto este. "Infelizmente não fui eu quem deu a picaretada para tirá-lo do chão", lamenta-se, em um primeiro momento, o professor Fabbro. "Mas o prazer de tocar em um objeto que ninguém tinha visto em dois mil anos é indescritível."

Saciar o espírito aventureiro, próprio do herói da série "Indiana Jones", e contribuir com a ciência motivam alguns arqueólogos brasileiros a deixar de lado os livros e o conforto do lar para, no Exterior, sujar as mãos de terra em busca de objetos raros. Não é tarefa fácil. Em 2007, o professor mineiro Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, escavou na Jordânia.

Como os trabalhos em sítios arqueológicos começam cedo por causa do calor, passou um mês acordando às 4h da manhã. Com um turbante na cabeça e munido de trena, pá, picareta, colher de pedreiro, vassoura e pincel, ele dava expediente em uma camada de terra do período persa datada do século VI a.C. até a hora do café, às 8h.

Duas horas e meia mais tarde, Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), almoçava no alojamento próximo dali, onde ele e outros colegas dormiam. À tarde, o sol castigava e não havia escavação. A labuta, porém, não parava. Com um balde de água e escova de dente, os pesquisadores tinham de lavar os achados.

Com algumas poucas mudanças, esse foi o ritual de Silva, 39 anos, nas seis expedições que constam de seu currículo. "É um trabalho gostoso, no qual não existe a síndrome da segunda-feira", afirma o professor, que descobriu uma estatueta datada entre 10 mil a.C. e 5 mil a.C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel.

Empoeirar-se em terras sagradas do Oriente Médio - o professor Fabbro conta que a cada dois dias de trabalho joga-se fora uma camiseta e uma calça - custa caro e, na maioria dos casos, é bancado pelo próprio acadêmico. Silva desembolsou cerca de R$ 10 mil na missão da Jordânia. Fabbro, que se inscreveu e foi selecionado pela Universidade da Carolina do Norte, contou com o patrocínio de R$ 20 mil da Universidade Santo Amaro (Unisa), na qual leciona, para passar seis semanas em Jerusalém. (...)

"[O] arqueólogo Fabbro, que chegou a escavar com caças israelenses sobrevoando sua cabeça, brinca ao citar a maior das aventuras dessa profissão fascinante: 'Dividir o quarto com colegas. Até Ph.D. ronca!'"

Jorge Fabbro. Idade: 54 anos. Formação: teólogo e advogado, mestre em arqueologia pela Andrews University (EUA). Expedições: Israel (nas cidades de Tel Dor, Megiddo e Jerusalém). Descobertas: taça de pedra com uma inscrição de dez linhas usada por sacerdotes do primeiro século do cristianismo. É o vaso ritual que apresenta a inscrição mais extensa da história de Israel. Escama de bronze de 700 a .C. que fazia parte da couraça de um guerreiro.

Rodrigo da Silva. Idade: 39 anos. Formação: teólogo, filósofo e doutor em teologia bíblica. Fez pós-doutorado em arqueologia na Andrews University (EUA), além de cursos de arqueologia na Universidade Hebraica de Jerusalém. Expedições: escavações em Israel, Jordânia, Sudão e Espanha. Descobertas: uma estatueta do período neolítico, datada entre 10000 a. C. e 5000 a. C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel, e três moedas gregas raras.

Detalhe: tenho o prazer e o privilégio de ter o doutor Rodrigo como meu orientador de mestrado. É compensador ver que a mídia está reconhecendo o relevante trabalho desses pesquisadores brasileiros.[MB]

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Depois da Morte

página do Livro dos MortosA ansiedade pela vida eterna é tão antiga quanto a raça. Evidência disso nos dá o “Livro dos Mortos” que os antigos egípcios depositavam nos sarcófagos de seus mortos como uma espécie de passaporte para o além. O livro completo teria cerca de 150 capítulos, mas as cópias existentes raramente são completas. O texto, geralmente em bela escrita hieroglífica, contém ilustrações fascinantes, e representa preces, confissões e encantamentos que visam a persuadir ou subornar os guardiães do além a admitirem o morto à bem-aventurança eterna. Pesagem do coração pelo deus AnúbisA cena mais conhecida é a da pesagem do coração pelo deus Anúbis. O coração é representado num prato da balança e no outro uma pena, que simbolizava a justiça, enquanto o deus-escriba, Thoth, anota o resultado do julgamento. Outra ilustração mostra o deus Hórus apresentando o defunto justificado perante Osíris, o deus dos mortos. Nenhuma despesa era poupada pelos mais abastados para preservar o corpo de desintegração por embalsamamento, sendo a múmia então depositada numa capela funerária, onde ofertas de alimentos eram trazidas piedosamente, e preces oferecidas.

A verdade, porém, é que os antigos egípcios tateavam nas trevas, sem certeza alguma de que suas esperanças pudessem realizar-se.

porque Cristo, pela Sua ressurreição, triunfou sobre a morte e o túmulo.Somente com a vinda de cristo a este mundo é que o mistério impenetrável da morte foi quebrado. Tudo se transformou com o aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho. O que antes era uma vaga esperança acalentada pelos mortais, tornou-se agora uma certeza triunfante, porque Cristo, pela Sua ressurreição, triunfou sobre a morte e o túmulo.

Com esta breve introdução, propomo-nos examinar alguns outros aspectos da doutrina bíblica aqui defendida de que ninguém vai ao Céu por ocasião da morte, mas devem todos aguardar a ressurreição do último dia. Para não cansar ao leitor, e dar oportunidade a que as objeções sejam ouvidas, estudaremos o assunto na forma de perguntas e respostas.

Objeções e Respostas

Se é verdade que ninguém vai ao céu por ocasião da morte, por que teria Paulo declarado certa vez: “Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor…Entretanto estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor”? Não diz Paulo, textualmente, que preferia deixar a presente existência e habitar com Cristo?

Lembremo-nos de que, nessa carta, Paulo não pode contradizer o que disse na primeira carta aos Coríntios, escrita uns três meses antes. O que Paulo tem em mente é esclarescido pelo contexto, começando com o verso 1. O Apóstolo chama o corpo atual de “casa terrestre” ou “tabernáculo”, na qual casa a melhor das existências é um gemido angustiado. Sua esperança não é ser despido deste corpo mortal, mas ser revestido, “para que o mortal seja absorvido pela vida” (verso 4). Ora, em I Coríntios 15:52-54 Paulo deixa claro que o mortal será revestido da imortalidade em duas, e unicamente duas, circunstâncias:

Os que estiverem vivos, quando soar a “última trombeta”, serão simplesmente “transformados”, isto é, revestidos de incorruptibilidade,1º) Os que estiverem vivos, quando soar a “última trombeta”, serão simplesmente “transformados”, isto é, revestidos de incorruptibilidade, “num momento, num abrir e fechar de olhos”;

Os que estiverem mortos “ressuscitarão incorruptiveis”2º) Os que estiverem mortos “ressuscitarão incorruptíveis”. Para Paulo, que esperava estar vivo por ocasião do advento de Cristo, preferir deixar este corpo mortal e estar com o Senhor era apenas outra maneira de expressar sua esperança de ser revestido de imortalidade sem experimentar a morte, “num momento”.

Essa explicação cuida da passagem em II Coríntios 5. Como, porém, compreender a passagem de filipenses 1:23, onde ele externa o desejo “de partir e estar com Cristo” ? Não implica este texto na existência de uma alma que abandona o corpo e sobe a presença divina?

Sem dúvida, esta é a primeira impressão, ao lermos o texto. Mas primeiras impressões nem sempre são corretas. Se tal fosse verdade, Paulo não teria frisado, nesta mesma carta, a importância absoluta da ressurreição. Paulo que sacrificara tudo “por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus”, ansiava conhecê-Lo ainda melhor e “o poder de sua ressurreição e a comunhão dos Seus sofrimentos, conformando-me com Ele na Sua morte; para de algum modo alcançar a ressurreição dentre os mortos” (Filipenses 3:11). Se houvesse outro modo de estar com Cristo sem ser através da ressurreição, Paulo não colocaria a ressurreição dentre os mortos como alvo supremo de sua carreira cristã.

Apóstolo Paulo na prisãoAproximadamente doze anos tinham passado desde que Paulo escrevera suas Cartas aos Coríntios. Agora, prisioneiro em Roma, aguardando a qualquer momento a sentença de morte, Paulo ainda punha sua esperança de vida eterna na ressurreição. Mas para quem dorme em Cristo, o intervalo entre a morte e a ressurreição é um só momento, tão rápido como a noite, para quem dorme um sono perfeito. Nesse sentido, à véspera de seu martírio, é que Paulo nutria o “desejo de partir”, isto é, dormir o sono da morte, para logo, como quem acorda surpreso com a luz da manhã, “estar com Cristo”. A morte não tem terror para aquele cuja vida “está escondida com Cristo em Deus”.

Se tudo se dissolve com a morte, se não há uma alma que sobrevive, onde fica nossa identidade individual? Não é a personalidade o que temos de mais autenticamente nosso? Que certeza podemos alimentar de que nossa identidade não se perde ao cerrarmos os olhos na morte?

Não há dúvida de que a morte é a prova suprema da fé. O crente precisa estar preparado para fazer o que os teólogos chamam o “salto da fé”. A perplexidade do ser humano é semelhante à da criança que, de pé junto ao alçapão aberto, ouviu a voz do pai, que do porão escuro lhe dizia: “Salte, meu filho, que eu o tomo nos braços”. “Mas eu não enxergo nada,” replicou a criança. “Não importa, meu filho, eu o vejo”. A criança não mais hesitou e saltou, para ser tomada nos fortes braços do pai. Assim o filho de Deus confia em que os “braços eternos” o receberão; tem a palavra de seu Pai como garantia. Ao exalarmos o último suspiro, “nossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.

Quando Cristo que é a nossa vida Se manifestar, então” nós também seremos “manifestados com Ele, em glória” (Colossenses 3:3-4). Nossa identidade não é obliterada se está oculta “com Cristo, em Deus”. Nossa personalidade, que não pode existir independente do corpo, e que não pode ser identificada com o corpo, é guardada na memória de Deus, que no-la devolverá na manhã da ressureição.

Não são as manifestações espíritas, com sua invocação dos mortos, uma prova palpável de que a alma sobrevive ao corpo?

Nos chamados fenômenos espiritualistas, muito pode ser explicado na base de auto-sugestão, hipnose coletiva, prestidigitação, ou simples fraude. Há admissivelmente um resíduo de fenômenos que não pode assim ser explanado. Esse resíduo de fenômenos que poderiam ser chamados genuinamente sobrenaturais, deve ser comprendido como a atividade de espírito de demônios “capazes de operar sinais e prodígios para enganar”, como disse Cristo, “se possível, os próprios eleitos”. (Apocalipse 16:14 e Mateus 24:24).

O que podemos entender pela expressão “Espírito de Demônios?

Esta expressão bíblica se refere ao que Paulo chama “as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”. (Efésios 6:12). Paulo não partilhava da opinião, entretida por alguns hoje, de que não há “ressurreição, nem anjo, nem espírito”.(Atos 23:8). Isto era o que pensavam os saduceus, seus contemporâneos, que podem ser caracterizados como semi-agnósticos. Para Paulo, como para o próprio Cristo, a realidade de Satanás estava além de qualquer dúvida. Nas páginas da Bíblia ele aparece sob várias designações: “diabo”, “príncipe deste mundo”, “príncipe do mal”, “a antiga serpente”; mas sua identidade é sempre a mesma.

Não é ridículo entreter tais opiniões em nosso século de luzes? Qual teria sido a origem de Satanás?

Satanás havia sido “um querubim de guarda, ungido”, ocupando posição de honra junto do trono do Altissimo, “perfeito” desde o dia em que foi criado, até pecar em conseqüência de orgulho desmedido.Nunca é ridículo, creia-me, aceitar o que é claramente um ensino bíblico, e, confrontados como somos com o problema da existência do mal, a melhor explicação ainda é a contida nas Escrituras. Ou o mal surgiu como resultado da escolha de um ser moralmente livre, ou Deus seria responsável pela existência do mal, o que patentemente seria um absurdo. A origem de Satanás está ligada à criação dos anjos, entre os quais ele ocupava uma posição de destaque. Na linguagem metafórica do profeta Ezequiel, era esse anjo “um querubim de guarda, ungido”, ocupando posição de honra junto do trono do Altíssimo, “perfeito” desde o dia em que foi criado, até pecar em conseqüência de orgulho desmedido. (Ezequiel 28:13-18).

Se Deus criou esse anjo extraordinário que, Isaías chama de Lúcifer (Isaías 14:12-14), anjo este que caiu em pecado, não permanece Deus ainda responsável pela origem do pecado, uma vez que o criador é onisciente?

Permita-me uma ilustração. Há muitos anos trás, destroçou-se no céu da Califórnia o avião experimental BFX, com um recorde de velocidade de 4 mil quilômetros horários. Era um laboratório voador em que se testava toda sorte de problemas encontrados na construção de aviões supersônicos. O investimento de capital era simplesmente fabuloso – da ordem de vários milhões de dólares. O BFX foi construído pela companhia North American Aviation. Alguém, desconhecendo as causas do acidente,poderia ter culpado a companhia construtora. “North American construiu…North American é responsável”.Várias investigações foram feitas, e finalmente ficou esclarecido que a culpa do acidente cabia não à construtora do avião, nem ao piloto, que era um dos mais capazes, mas à decisão de um grupo de funcionários da companhia, ansiosos de impressionar a nação e o congresso com um golpe de publicidade. O avião, que pertencia a uma classe inteiramente à parte, devia ser fotografado em formação cerrada, com três aviões menores. Nessas velocidades fantásticas, um dos aviões menores foi simplesmente “sugado” de encontro ao BFX, resultando na colisão fatal. A culpa do acidente não cabia à construtora, mas a alguém que abusou das qualidades extraordinárias do avião por motivo, podemos quase dizer, de vaidade.

Lúcifer em sua revolta, aspirava ser semelhante ao AltissimoO acidente acima projeta luz sobre o problema da origem do mal. Lúcifer foi criado um ser moral livre, dotado de nobres faculdades. Nada impedia, porém, que um ser moral abusasse de sua liberdade e viesse entreter orgulho exorbitante, aspirando a ser “semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14), ou, como diz Ezequiel mais explicitamente, estimando o seu coração “como se fosse o coração de Deus” (Ezequiel 28:6). Nada compelia Lúcifer a pecar. Não foi defeito algum de sua natureza que criou esse pendor para o mal. Cabe exclusivamente a Lúcifer a responsabilidade de transformar a possibilidade de pecar, implícita na liberdade de um ser moral, em realidade.

Por que não foi Lúcifer, imediatamente extinto, poupando assim ao mundo a devastação do pecado com seu cortejo de sofrimento e morte? Não é Deus todo-poderoso?

Seria presunção imperdoável imaginar que nós, pobres mortais, pudéssemos compreender com meridiana clareza o problema suscitado com a introdução do mal no Universo. Há problemas que a própria Bíblia deixa envoltos no manto do silêncio. Quando as Escrituras não são explícitas no assunto, qualquer tentativa de penetrar o mistério do mal deve ser interpretada como construção provisória do raciocínio humano. Uma sugestão plausível é a seguinte: Tivesse Deus destruído Lúcifer de imediato, sem que a verdadeira natureza do pecado fosse compreendida, então os demais anjos teriam servido a Deus motivados por temor, e não unicamente por amor. Ora, é claro que neste Universo de Deus não deve haver, afinal, outro constrangimento que não o constrangimento do amor. ( II Coríntios 5:14).

Foi Lúcifer, acompanhado, em seu orgulho e rebelião, por outros seres celestiais?

Essa pergunta nos leva de volta ao assunto dos demônios e seu papel nas manifestações espiritualistas. No capítulo 12 do Apocalipse, é-nos dado um rápido vislumbre dessa guerra no Céu, quandSatanás, como lider da rebelião, arrastou “a terça parte das estrelas do Céu, as quais lançou para terrao Satanás, como líder da rebelião, arrastou “a terça parte das estrelas do Céu, as quais lançou para terra” (Apocalipse 12:4). No verso 7, as estrelas são identificadas com os anjos, pois lemos: “Houve peleja no Céu. Miguel e seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos”. Em conexão com o mesmo assunto, o apóstolo Judas fala de “anjos, os quais não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio…” (Judas 6). Por incrível que pareça, houve anjos que, iludidos, escolheram a senda da rebelião e lançaram sua sorte com Satanás. Esses anjos, deformados em seu caráter pelo efeito corruptor do pecado, é que Paulo chama de “espíritos enganadores”, ou “demônios”. (I Timóteo 4:1). Há, conseqüentemente, uma hierarquia do mal a cuja testa está o “príncipe deste mundo”.

É crença de muitos que os espíritos dos mortos é que aparecem nas sessões espíritas. Qual a relação entre os “demônios” e as manifestações espíritas?

Se não há “espiritos dos mortos” em nenhum sentido real, então não são eles que se manifestam em sessões espòitas, mas, sim, “espòitos enganadores” pretendendo ser os mortos invocados.Se o homem morre como um todo; se, como ensinam as Escrituras, todas as suas atividades físicas, mentais e religiosas cessam com a morte (Eclesiastes 9:5, 6 e 10), evidentemente não há espírito ou alma que sobreviva ao corpo. O rei Ezequias, arrancado miraculosamente das garras da morte, expressou fielmente o pensamento bíblico em seu salmo de gratidão e louvor: “ A sepultura não te pode louvar, nem a morte glorificar-te; não esperam em tua fidelidade os que descem à cova”. (Isaías 38:18). Morte não significa vida sob forma alguma. Morte é efetivamente a cessação da vida, o final de toda atividade humana. Se não há “espíritos dos mortos” em nenhum sentido real, então não são eles que se manifestam em sessões espíritas, mas, sim, “espíritos enganadores” pretendendo ser os mortos invocados. A personificação é tão verossímil que milhares são iludidos. Seria temerário negar a inteligência diabólica que opera por trás dessas manifestações espíritas, diante das quais a mais perfeita dramatização no teatro é como uma imitação de amadores. Satanás e seus anjos estão empenhados em perpetuar a falsidade pronunciada no éden: “É certo que não morrereis”, contradizendo frontalmente a sentença divina: “Certamente morrerás” (Gênesis 3:4 comparar com Gênesis 2:7). Em última análise, toca a cada indivíduo decidir no foro de sua consciência se aceitará como verdadeira a declaração de Deus ou a de Satanás.

E sobre a sessão espírita em Em-Dor, quando o rei Saul invocou o espírito do profeta Samuel? Não diz a passagem em questão que o profeta Samuel de fato apareceu a Saul?

O capítulo 28 de I Samuel, onde se encontra o incidente acima referido, merece um estudo pormenorizado. Se não tivéssemos nenhuma outra referência ao assunto, nas Escrituras, senão a desse capítulo, poderíamos de fato, ficar perplexos. Felizmente não é esse o caso, e nosso dever é compreender uma passagem qualquer à luz do ensino total das Escrituras. A parte deve harmonizar-se com o todo, uma vez que o Espírito Santo presidiu à inspiração do todo.

Preliminarmente, convém notar que a prática pagã de invocar os mortos através de médiuns e adivinhos é expressamente proibida nas Escrituras, e o próprio Saul impôs a observância desse estatuto, no princípio de seu reinado. (I Samuel 28:3). O estatuto em questão encontra-se em Deuteronômio 18:10 e 11, e reza como segue: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem adivinhos, nem prognosticadores, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos”. Essas práticas eram correntes entre as nações pagãs que ocuparam a Palestina antes dos israelitas, e são citadas como uma razão para seu desalojamento. Eram “uma abominação ao Senhor”, porque faziam de seus adeptos participantes voluntários de uma fraude satânica. O ressurgimento moderno dessas práticas, quase tão antigas quanto a raça, atesta da fascinação que o mistério da morte tem para o homem.

Além disso, o capítulo 28 de I Samuel torna bem claro que Saul, pela persistência obstinada no erro, tinha cortado qualquer possibilidade de comunicação com Deus, que não lhe respondia “nem por sonhos, nem por urim, nem por profetas” (verso 6). Seria, pergunto, crível que Deus, que não mais Se comunicava com Saul pelo que poderíamos chamar os canais normais, fosse permitir que o profeta Samuel, já falecido, aparecesse numa caverna ao chamado de uma médium espírita? Estaria o profeta de Deus sujeito à importunação de alguém cujas atividades eram contrárias às instruções divinas?

O relato dessa estranha sessão, na caverna de En-Dor, torna igualmente claro que Saul não viu Samuel. Apenas a médium teria visto um vulto subindo da terra, o qual Saul interpretou como sendo o profeta Samuel. Causa igualmente espécie que o “espírito” do bom profeta Samuel subisse da terra, em vez de descer do Céu, se é correto o ensino de que a alma dos bons vai para a presença divina, ao morrerem. Acresce a todas essas circunstâncias o fato de as Escrituras declararem que uma razão porque Saul perdeu a vida na inglória batalha do monte Gilboa foi precisamente “porque interrogara e consultara uma necromante” (I Crônicas 10:13), fazendo transbordar com esse gesto iníquo a taça de sua impiedade.

A única conclusão plausível é que a sessão mediúnica de En-Dor foi uma ofensa a Deus; que o que ali ocorreu não teve a sanção divina, porque Deus não permitiria o que uma vez proibira; que o profeta Samuel não compareceu à invocação de uma feiticeira, nem compactuou com uma atividade considerada abominável e pagã, e que todas as palavras que são atribuiídas à Samuel o são apenas num sentido metafórico. O que ocorreu em En-Dor pode melhor ser explicado como a manifestação de um espírito diabólico, que agia sob as ordens do príncipe das trevas, “com todo poder e sinais e prodígios de mentira”. (II Tessalonicenses 2:9). Que um anjo caído assumisse a aparência de um profeta, não é de admirar, pois, como escreveu o apóstolo Paulo, “o próprio Satanás se transforma em anjo de luz”. II Coríntios 11:14. Mistificação é apenas uma das atividades da grande conspiração do mal.

Como a profecia referente à morte de Saul e de seus filhos, no dia seguinte, pronunciada, por um anjo caído que personificava o profeta Samuel, veio a realizar-se literalmente? Pode Satanás ler o futuro?

Através do profeta Isaías, Deus lança vários desafios aos supostos deuses do paganismo, para que revelem o futuro: “Trazei e anunciai-nos as coisas que hão de acontecer; relatai-nos as profecias anteriores, para que atentemos para elas e saibamos se se cumpriram; ou faze-nos ouvir as coisas futuras. Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses…’ De novo: “Quem há como Eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante Mim. Esse que anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir”.(Isaías 41:22, 23 e 44:7)

De acordo com estes versos, prever o futuro é uma prerrogativa divina. A Deus, somente, pertence o atributo da onisciência, a qual inclui o conhecimento do futuro. Deus, unicamente, tem em Suas mãos o futuro como um livro aberto. Os pagãos tinham seus oráculos, mas a duplicidade e ambigüidade de seus pronunciamentos são proverbiais. Homens em todos os tempos, e porque não dizer, anjos também, têm procurado levantar o véu que cobre o futuro. Em que pese seu esforço, num Universo povoado por seres dotados do poder de escolha, o futuro permanecerá sempre ambíguo, exceto para Deus. Filósofos têm procurado em vão descobrir as “leis” da história, porque, se leis houvesse, o futuro seria previsível, ao menos em linhas gerais. A história permanece, no entanto, o registro de eventos únicos e irrepetíveis, porque atrás de cada evento há o elemento de novidade oculto na vontade de seres livres.

Nessas circunstâncias, podemos declarar sem hesitação que não está ao alcance do homem, nem de Satanás, descerrar o véu que cobre o futuro. O desafio divino, feito através de Isaías, nunca foi, nem poderá ser aceito. O máximo que seres finitos podem fazer é arriscar uma opinião inteligente quanto ao futuro. É possível fazer um prognóstico do curso provável dos acontecimentos; mas, entre um prognóstico e uma profecia, há um abismo de diferença. Não é preciso ser profeta para prognosticar que um exército maior e mais bem equipado levará a palma sobre um exército menor e deficientemente equipado, como regra geral. A necessidade de uma ressalva caracteriza toda prognosticação. Mesmo que acrescentássemos a cláusula, “sob comandos comparáveis”, ainda assim não se poderia transformar a prognose em certeza. Há, em qualquer situação humana, muitas variáveis que iludem o observador mais arguto. Era possível prever que quando a Alemanha invadiu a Polônia em 1939, os exércitos de Hitler ganhariam a vitória; mas não era possível afirmar quantos dias decorreriam antes do colapso dos defensores. Consta que Hitler consultava regularmente astrólogos e clarividentes, ao formular seus planos bélicos. Ada impediu, porém, que seus cálculos, quanto à batalha da Inglaterra, falhassem fragorosamente. Nem ele, nem seus assessores, contaram com a incógnita da determinação do povo inglês. Tampouco podiam os melhores estrategistas arriscar a previsão, em 1941, de que as divisões blindadas alemãs, vitoriosas até então, estariam totalmente derrotadas quatro anos mais tarde. De novo as muitas variáveis do problema resistiam a qualquer análise lógica. De igual modo, quando, de acordo com Isaías 41 a 44, Deus desafiou os oráculos do paganismo que predissessem a carreira vitoriosa de Ciro da Pérsia, o silêncio foi geral. O futuro, exceto onde é objeto de uma revelação divina, permanece um livro fechado.

Mas não é verdade que Saul e seus filhos morreram no dia seguinte, conforme a previsão da feiticeira de En-Dor, ou de quem falou por seu intermédio?

Morte do Rei Saul na batalha do monte Gilboa.Sou da opinião que Satanás, conhecendo muito bem o terreno, o valor dos combatentes, as circunstâncias da batalha, enfim, fez um prognóstico que se provou correto. Conhecia, digamos, 90% das variáveis do problema, e arriscou uma afirmação na base desse conhecimento. Acertou, mas podia ter errado. E aqui está o pivô da questão toda.. Os erros dos adivinhos são esquecidos por conveniência, ao passo que seus poucos sucessos são exagerados fora de toda proporção. Qualquer financista cujas previsões estivessem certas 51% das vezes, poderia enriquecer-se de um dia para o outro jogando na bolsa de valores. A verdade, porém, é que mesmo os peritos erram freqüentemente em matéria de finanças. E Satanás certamente calculou mal quando confrontou Cristo com as tentações no deserto e foi derrotado as três vezes.

A história da predição correta, feita na caverna de En-Dor, foi narrada porque ela encerra uma lição moral, e não para endossar a teoria de que o “espírito” do profeta Samuel, compareceu, intimado por uma pitonisa. Uma vez que Saul estava alienado de Deus, a Fonte de seu poder, não era difícil prever o resultado da batalha no monte Gilboa.

Muitos argumentam que a aparição de Moisés e Elias com Cristo, no monte da transfiguração, é evidência de que os espíritos dos santos sobem ao Céu por ocasião da morte. Há alguma validade nesse argumento?

Jesus, Moisés e Elias no monte da TransfiguraçãoNão, não há validade alguma. Moisés e Elias constituem dois casos únicos na história bíblica. De Moisés, é-nos dito que morreu e foi sepultado. Excepcionalmente, porém, segundo a passagem pouco conhecida de Judas 9, Moisés foi chamado à vida pelo arcanjo Miguel.

Não tivesse Moisés experimentado uma ressurreição especial, sua sorte não teria sido diferente da de Davi, de quem Pedro afirma que “não subiu aos Céus”. Paulo concorre com o veredicto de Pedro, declarando: “Porque, na verdade, tendo Davi servido a sua própria geração conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para juntos de seus pais e viu corrupção”. (Atos 2:34 e 13:36). Davi, como os demais santos, descansa na sepultura até ouvir a voz do Doador da vida.

Quanto a Elias, o relato bíblico é que foi trasladado, isto é, foi levado para o Céu num “carro de fogo”, sem experimentar a morte. Está, pois explicada, à luz das Escrituras, a presença de Moisés e Elias no monte da Transfiguração. Não foi a alma desses profetas que apareceu a Cristo no monte, mas ambos em pessoa.

Há quem creia que João batista seja Elias reencarnado. Dizem as Escrituras qualquer coisa sobre a reencarnação?

Tanto o termo como o conceito da reencarnação são estranhos às Escrituras. O veredicto bíblico é eloqüente em sua simplicidade: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez”. (Hebreus 9:27). Uma única é a oportunidade do homem decidir seu destino eterno. “Hoje”, esta presente vida, “é o dia da salvação”. Há urgência no convite divino porque, nesta vida, sela cada qual sua sorte de maneira irrevogável. A idéia da reencarnação é peculiar às religiões da índia, e chegou mesmo a colorir o pensamento do filósofo grego Platão. Mas, tanto a Bíblia como a voz da Igreja cristã, são unânimes em rejeitar essa idéia. Se a alma é a própria pessoa que cessa de existir com a morte, a possibilidade da reencarnação é, por esta mesma razão, excluída.

Quanto a opinião de ser João Batista uma reencarnação do profeta Elias, deixaremos a critério do leitor, depois de fazer as seguintes observações:

João BatistaHá três passagens que devem ser examinadas a respeito. Uma contém a resposta do próprio João Batista à pergunta que uma delegação de sacerdotes vindos de Jerusalém lhe fez: “És tu Elias? Ele disse: Não sou”. (João 1:21). Esta declaração taxativa devia encerrar o assunto, não fosse uma passagem que parece contradizê-la. Quando João estava encarcerado por ordem de Herodes, Jesus teve oportunidade de dar testemunho da missão de seu precursor perante as multidões: “Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?…Mas, para que saístes? Para ver um profeta? Sim, Eu vos digo, e muito mais que profeta”. Jesus citou a seguir uma profecia de Malaquias, bem familiar a Seus ouvintes: “Eis aí eu envio diante de tua face o meu mensageiro, o qual prepara o teu caminho diante de ti”. (Malaquias 3:1). Nesse sumário de Mateus, Jesus conclui Suas observações, dizendo: “E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir”. (Mateus 11:7-14). Nessa declaração final, Jesus fez uso de outra predição de Malaquais: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor”.(Malaquias 4:5).

Duas possibilidades nos confrontam. Primeira: as palavras de Jesus devem ser tomadas literalmente, criando uma contradição com o testemunho do próprio João Batista, ou a profecia de Malaquias, à qual Jesus se referiu, deve ser compreendida figurativamente. Ora é este segundo sentido que lhe emprestou o anjo, quando anunciou o nascimento de João a seu pai Zacarias: “E irá adiante dEle (de Cristo) no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos”. (Lucas 1:17). Evidentemente, o anjo tem em mente a mesma profecia de Malaquias, e reconhece que esta não requer uma interpretação literal, mas tão-somente figurada. São João cumpriu a predição, vindo no “espírito e poder de Elias”, com o mesmo rigor ascético, com a mesma franqueza, dotado da mesma coragem para denunciar o pecado, tanto entre as massas, como na família de Herodes. O leitor concluirá por si se o texto de S.Mateus 11:14 suporta ou não a idéia da reencarnação.

(Sétimo Dia) e (Eventos Finais)

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