sexta-feira, 12 de junho de 2009

Como falar do criacionismo

Concedi esta entrevista à estudante de Jornalismo Emanuelle Sales, do Unasp. O texto foi publicado no site da igreja do Unasp (a foto é de Bernardo Coelho):

Num mundo de céticos, qual é a melhor forma de apresentar as provas da crença criacionista?

Primeiramente, é interessante mostrar para o cético o que é o verdadeiro ceticismo. Eu não considero o ceticismo uma coisa totalmente negativa. Um dos doze discípulos era ligeiramente cético e Jesus não o repreendeu por isso. Esse era Tomé. Ele buscava experimentar por si mesmo aquilo que os outros falavam. Claro que Jesus enalteceu aqueles que sem tocar creram, mas ele não repreendeu Tomé por querer tocar. Existe uma frase que sempre levo comigo que diz: “Não tenha medo da dúvida se tiver disposição para crer.” A melhor forma de apresentar o criacionismo é convidar os céticos a serem céticos de verdade, questionar tudo e buscar evidências que sejam sólidas para sua futura crença. Nós temos bastantes evidências para apresentar; veja quantas descobertas da arqueologia bíblica, da biologia molecular que apontam um design da vida. Então, mostre os fatos e deixe que os céticos tirem suas próprias conclusões. [Leia mais]


Texto extraído do Site (Criacionismo)

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O que pensam os criacionistas

O livro The Earth – Origins and Early History, de Clyde Webster, às páginas 22 e 24, apresenta um bom resumo dos aspectos que o criacionismo aceita como válidos:

1. Deus ordenou que aparecesse a matéria física do Universo e chamou à existência os ancestrais das criaturas viventes atuais.

2. As obras criadoras de Deus se manifestaram durante o limitado período de tempo de seis dias de 24 horas. (Alguns incluem a criação de todo o Universo [ou do sistema solar, ou ainda da Terra] nesse espaço de tempo, ao passo que outros incluem somente a criação da matéria orgânica viva da Terra.)

3. Embora reconheça que as formas vivas se modificam, tais mutações são limitadas e não-progressivas.

4. Com a queda espiritual do homem, novas forças começaram a operar na natureza. Essas forças causaram decadência e o afastamento do original e perfeito plano criativo de Deus. Essas forças ainda se encontram em atividade nos dias de hoje.

5. A superfície da Terra foi dramaticamente alterada por meio de uma catástrofe global, conhecida como o Dilúvio do Gênesis. Muitas espécies de plantas e animais foram extintos durante os eventos ocorridos naquela ocasião.

6. O mundo de hoje é apenas um reflexo distorcido da criação original. Por causa dessa distorção e decadência, os registros do passado talvez não sejam totalmente confiáveis, ou facilmente interpretados.

7. Tão-somente através do conhecimento que provém da revelação sobrenatural é que se pode compreender o verdadeiro registro da história passada da Terra.

8. O infinito poder de Deus continua sustentando e controlando o Universo.

Leia também: "O que o criacionismo não é"


(Criacionismo)

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Mais um filme ECOmênico

Com uma combinação de sons, imagens impressionantes da Terra vista do céu e uma narração sobre os danos ambientais causados pela humanidade ao planeta, o documentário "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa" é um projeto ambicioso do cineasta Luc Besson e do diretor Yann Arthus-Bertrand que tem como objetivo despertar a atenção para a devastação ambiental e chamar uma ação global. E para alcançar o maior número possível de pessoas, Bertrand e Besson decidiram lançar o filme gratuitamente, em 87 países com dublagens em 14 línguas. Tudo isso, no Dia Mundial do Meio Ambiente, dia 5 de junho. “O que eu realmente quero é que as pessoas cujo consumo tem um impacto direto sobre a Terra, percebam a necessidade de mudar seu modo de vida depois de assistirem o filme”, afirma Bertrand. O diretor, que ficou mundialmente conhecido pelas fotos áreas que fez de diversas partes do Planeta, explica que o filme revela a atual situação do Planeta, enquanto afirma que a solução existe. “Sofremos um grande impacto sobre a Terra, mais do que poderíamos suportar. Nós consumimos em excesso e estamos extinguindo os recursos da Terra. Do ar, é fácil ver as feridas da Terra”, diz.

Para garantir que o filme fosse visto por todos de forma gratuita, Bertrand e Besson contaram com o patrocínio da PPR, que investiu € 10 milhões ao longo de três anos. Várias ações no mundo marcarão seu lançamento na próxima sexta-feira, como exibição ao ar livre no Central Park, em Nova York, e no Champs de Mars, em frente à Torre Eiffel, em Paris.

Para baixá-lo na internet (a partir do dia 5), assistir ao trailer e saber mais sobre o filme, clique aqui (aqui está a versão em português de Portugal).

Note que, de início, o vídeo é pura propaganda darwinista, e sustenta que todo o equilíbrio e a complexidade da vida provieram do suposto caos inicial. A despeito desse viés ideológico desnecessário, é válida a denúncia do excesso de consumo dos recursos não renováveis, o que poderá levar a Terra ao colapso num futuro não muito distante. O problema é a motivação política por trás da manipulação do medo de extinção (engenharia social) e as consequências sobre os discordantes das propostas da coletividade.

Para saber mais sobre o ECOmenismo e sua relação com as profecias, clique aqui.


(Criacionismo)

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Físicos encontram perfeição... na biologia


Quando pensamos em princípios simples, elegantes e unificadores da ciência, pensamos em física. Então, não é surpreendente que físicos que examinam sistemas vivos busquem esses princípios. Aparentemente, encontraram um. Em geral, os processos biológicos tendem a ser precisos nos casos em que podem ser testados. A complexidade da vida pode tornar difícil determinar o que “preciso” significa, mas muitas vezes os limites físicos proporcionam uma definição complicada. Por não poderem ser ultrapassados facilmente, esses limites servem como um padrão prático de perfeição. Curiosamente, há casos em que é claramente benéfico igualar-se a esse padrão, exatamente como a vida parece fazer.

Durante décadas, enzimologistas reconhecem que certas enzimas são cataliticamente perfeitas, o que significa que processam moléculas reagentes tão rapidamente quanto essas moléculas podem alcançá-las por difusão. Isso insinua um princípio de perfeição física em biologia, mas ninguém previu sua amplitude até há pouco. Segundo o físico de Princeton, William Bialek, um dos principais defensores do princípio emergente, “a ideia de desempenho próximo aos limites físicos passa por muitos níveis de organização biológica, de moléculas individuais para as células cerebrais de percepção e de aprendizado”. Ele observa que, “embora seja popular interpretar os mecanismos biológicos como um registro histórico de sucessões evolutivas, essas observações sobre o desempenho funcional apontam para uma visão muito diferente daquela na qual a vida parece ter selecionado uma série de mecanismos ideais para suas tarefas mais críticas”.

Bialek está interessado em determinar se esse princípio se sustentará enquanto, cada vez mais, os sistemas biofísicos estão sendo testados contra ele. Entretanto, também é interessante considerar o quanto um princípio pode ser explicado. Em particular, quais teorias são mais coerentes com a Origem, a darwinista ou criacionista? Embora o mecanismo darwinista tenha relativa capacidade de aprimorar-se, a perfeição parece estar bem para além do seu alcance. Sua desvantagem reside no tipo de abordagem localizada, e não global. Ou seja, não determina a melhor solução para um problema, mas, sim, a melhor solução disponível, em outras palavras, evolui-se para outras espécies nas quais o defeito ainda não foi corrigido. Se for razoável pensar que um problema complexo que não tenha sido resolvido não está sequer perto de ser solucionado (e aparentemente não foi), então certamente a “melhor solução disponível”, sob tais circunstâncias, não é apta a ser a melhor proposta. Mesmo após todas as alternativas, os avanços são exaustivos, acaba sendo apresentado algo improvisado, longe de ser perfeito.

Portanto, embora a maioria dos biólogos goste de pensar que darwinismo pode levar à perfeição, essa noção evapora-se muito rapidamente sob uma análise crítica. Agora que a perfeição está se tornando um princípio reconhecido em biologia, talvez seja a hora de os biólogos se unirem aos físicos.

(Biologic Institute. Tradução: Thiago Juliani)

(Criacionismo)

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Cientistas admitem omissão em artigos

Até 34% de cientistas estrangeiros admitem ter realizado práticas de pesquisa questionáveis, como omitir novos resultados que colocariam em xeque trabalhos anteriores ou descartar certas informações obtidas em experimentos por uma percepção subjetiva de que estão incorretas. Foi o que mostrou uma revisão sistemática de artigos sobre má conduta científica realizada por Daniele Fanelli, do Instituto para o Estudo da Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Cerca de 2% dos pesquisadores chegaram a confessar que já fabricaram, falsificaram ou adulteraram dados para melhorar os resultados das suas publicações. A íntegra pode ser lida na revista digital Public Library of Science ONE. Daniele examinou 3.276 pesquisas que tratam de desvios éticos. Separou 22 artigos publicados nos últimos 23 anos. Todos reúnem dados de questionários respondidos livre e anonimamente pelos próprios cientistas. Os estudos foram escolhidos por usar metodologias semelhantes, que permitem consolidação dos resultados.

Segundo a revisão sistemática, cerca de 14% dos estudiosos conheciam alguém que tinha fabricado ou adulterado voluntariamente dados. Até 72% disseram ter testemunhado outras práticas de pesquisa reprováveis menos graves. Casos de plágio foram ignorados, pois o trabalho analisou somente desvios éticos. Daniele afirmou à reportagem que a pressão do “publique ou pereça”, que obriga os pesquisadores a produzir continuamente artigos científicos, explica boa parte dos deslizes.

O chefe de gabinete do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Felizardo Penalva da Silva, explica que todos os trabalhos de pesquisa financiados pelo órgão são aprovados por comitês técnico-científicos. Se algum problema é identificado, o CNPq estuda caso a caso a melhor abordagem: diálogo com o pesquisador ou, nos casos mais graves, uma ação judicial para restituir o dinheiro investido ao erário. “Em caso de fraude, a maior punição para o pesquisador é o descrédito”, afirma Silva. “Todas as portas vão se fechar para ele.”

(G1 Notícias) e (Criacionismo)

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Calças justas podem prejudicar a saúde

Atenção fãs da calça jeans justa, também conhecida como “skinny jeans”! Segundo uma reportagem da rede de televisão americana CBS, esse tipo de calça pode ser prejudicial à saúde causando a “síndrome da calça justa” (ou meralgia parestésica, para citar o nome científico desse tipo de problema). De acordo com a neurologista ouvida pela reportagem, a pressão constante dos jeans apertados pode comprimir e lesar um nervo na coxa, causando dores fortes, dormência e queimação. Esse tipo de problema, até agora, aparecia principalmente em mulheres grávidas ou obesas, por causa da pressão extra nas pernas, ou em bombeiros, policiais e pedreiros, profissionais que usam cintos pesados nos quadris. Para não virar, literalmente, uma vítima da moda, o melhor é alternar os “skinny jeans” com calças e saias mais soltinhas.

(BBC Brasil)

Leia também: “Deixe de usar roupas apertadas e tenha saúde”, “Homens veem mulheres sensualizadas como objeto” e “Importa realmente o que vestimos?”

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A busca da “perfeição”

Deu no G1: “A alegria de Bruna Felisberto em participar de um concurso que a colocou entre as 10 mulheres mais belas do Brasil foi ofuscada por problemas resultantes de sua própria busca por um corpo e um rosto ideais. Antes de participar do ‘Miss Brasil 2009’, no qual ela conseguiu o sexto lugar, Bruna passou por uma série de cirurgias plásticas que, segundo ela, modificaram seu rosto de forma diferente da que havia sido prometida. ‘Meu nariz ficou destruído e isso abalou tremendamente meu psicológico.’ Bruna, coroada Miss Rio Grande do Sul 2008, fez as primeiras intervenções em junho do ano passado, orientada por seu coordenador, o missólogo Evandro Hazzy. ‘Eu tinha acabado de vencer o concurso (regional) e queria ter o melhor desempenho no Miss Brasil, então confiei e resolvi fazer. Foi uma correria, porque a cirurgia foi feita não havia nem uma semana da final do Miss Rio Grande do Sul’, diz a gaúcha.”

A reportagem informa que Bruna fez uma rinoplastia (procedimento cirúrgico que corrige imperfeições no nariz), lipoescultura, inclusão de uma prótese de 325 ml de silicone nos seios, enxerto de gordura nas nádegas e na face, além de um lixamento no rosto, para corrigir marcas de acne. A miss ficou insatisfeita com os resultados e pensa em processar o cirurgião.

A moça já era bonita, tanto que venceu o concurso de miss em seu Estado. Mas foi em busca de uma beleza idealizada, insatisfeita com o que tinha. O que faz homens e mulheres seguirem por esse caminho? Por que nunca estão satisfeitos? Em grande parte, isso se deve à “perfeição” propalada pela mídia. O padrão de beleza inatingível e retocado pelo Photoshop ou mascarado pela maquiagem exibida na TV. A beleza natural não serve mais, assim como a vida “normal” se tornou enfadonha. Os seres humanos são eternos frustrados, pois estabelecem alvos impossíveis que nem mesmo eles podem atingir. A vida artificial em dia perde o retoque e o que sobra? Bons relacionamentos, cultura, espiritualidade não podem ser substituídos por exterioridades frívolas. Aqueles que escolhem fazer essa troca um dia recebem a conta, com juros e dividendos.

A Bíblia recomenda em 1 Pedro 3:3-4: “O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de joias de ouro, na compostura de vestes, mas o homem encoberto no coração, no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.”

A mansidão, a tranquilidade, o equilíbrio psíquico-físico-espiritual conferem à pessoa uma beleza incomparável e irretocável. Esse tipo de beleza aumenta com o tempo. Cirurgias plásticas podem resolver imperfeições (ou estragar o que já está bom) em questão de horas. Mas investir no bom caráter leva a vida toda. Só que a beleza exterior e as plásticas têm prazo de validade. O bom caráter dura para sempre.

Michelson Borges


Texto extraído do Site (Criacionismo)

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Somos apenas os mesmos evolucionistas

Enquanto os fios de meu cavanhaque se embranquecem e meu peso aumenta (mais do que eu teria coragem para veicular aqui), algumas coisas persistem em seguir sem mudanças. Embora a roupagem da revista Galileu tenha sofrido sensíveis alterações, as ênfases permanecem constantes. Note a seção na qual diversos articulistas desfiam ideias em poucas linhas. Suzana Herculano-Houzel, que escreveu "Somos apenas grandes primatas" (edição de junho, p. 96), tipifica a mudança não substancial do periódico.

A escritora equipara homens a símios, estabelecendo como certo o paradigma da evolução - Darwin teria nos "tirado do berço esplêndido". Curioso as provas para a afirmação não se encontrarem no texto, ou mesmo nos recônditos de alguma tese de PhD em Biologia. Não seria nenhum disparate supor que o cientista capaz de comprovar a ancestralidade comum entre espécies distintas seria laureado com o Nobel! [Leia mais]


Texto extraído do Site (Criacionismo)

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os 144 mil. Quem São?

Em Apocalipse 14 encontramos uma estrutura proléptica, na qual primeiro é descrito o grupo dos 144 mil (versos 1-5), para então serem mencionadas as três mensagens angélicas responsáveis pela origem desse grupo (versos 6-12). Tanto a proclamação das mensagens quanto a formação do grupo são descritas como ocorrendo no período final da história humana, que antecede a segunda vinda de Cristo e o juízo final (versos 14-20).
Nesse contexto, os 144 mil aparecem como a última geração dos verdadeiros adoradores de Deus (verso 7), que “guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (verso 12), em contraste com aqueles que adoram “a besta e a sua imagem” e recebem “a sua marca na fronte ou sobre a mão” (versos 9-11).
O fato de Apocalipse 7:1-8 mencionar o mesmo grupo de 144 mil como sendo formado “de todas as tribos dos filhos de Israel” (verso 4) tem levado alguns comentaristas a sugerir que esse grupo será formado por judeus literais, em cumprimento a certas promessas do Antigo Testamento para com a nação de Israel. Essa interpretação carece, no entanto, de base bíblica e de fundamentação histórica, pois (1) as tribos mencionadas em Apocalipse 7:1-8 não são exatamente as mesmas que aparecem na promessa de Ezequiel 48:1-8, 23-29 (ver também Gn 49:1-28); (2) seria praticamente impossível reunir ainda hoje “doze mil pessoas de cada tribo de Israel, uma vez que tais distinções
tribais desapareceram quase que em sua totalidade, devido à deportação compulsória e miscigenação das tribos do norte (ver II Rs 17); e (3) no Novo Testamento a salvação “em Cristo” desfaz toda e qualquer distinção étnica (ver Gl 3:26-29). Diante disso, somos levados à conclusão de que os 144 mil serão formados pela última geração do povo remanescente de Deus, também chamado de Israel espiritual (ver Rm 9:6-8; I Pe 2:9 e 10).
Uma vez que as doze tribos de Apocalipse 7 devem ser interpretadas simbolicamente, surge a indagação: podemos entender o seu número como literal? Embora alguns comentaristas o façam, existe uma forte tendência de ver nessa multiplicação de 12 vezes 12.000 (= 144.000) apenas um símbolo da totalidade de componentes da última geração dos salvos que estarão vivos por ocasião da volta de Cristo.
Por Alberto R. Timm
Fonte: Sinais dos Tempos, julho de 1998, p. 29 (usado com permissão)

www.centrowhite.org.br

Texto extraído do Site (Advir)

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Sexo Antes do Casamento: Prejuízos Para o Rapaz e para a Moça


Aqui estão alguns dos principais prejuízos que uma moça sofre ao entregar-se a intimidades sexuais antes do casamento:

1. Em praticamente todas as culturas, os rapazes gabam-se de suas conquistas sexuais, enquanto as garotas geralmente sofrem a perda do respeito próprio e sentem ansiedade e culpa. A sociedade está tentando mudar esse conceito, mas ainda não o mudou completamente.

2. A moça se desqualifica para o casamento. Ainda hoje, os rapazes consideram a virgindade como característica importante na garota com quem pretendem casar. Em 1970, Bell publicou um trabalho afirmando como o rapaz, em geral, quer que a garota com a qual vai casar-se seja de boa reputação, “uma boa moça”, sendo capaz de redefini-la como “má” se o relacionamento com ela envolver sexo.

3. O escândalo social e o vexame quando há gravidez. Isso tem ocorrido com certa freqüência. Os pais ficam envergonhados, a Igreja procura disciplinar o casal envolvido. Observa-se um mal-estar muito grande e a própria gestação agitada e tensa compromete a saúde e o bem estar da criança.

4. O relacionamento da moça com o rapaz é afetado mesmo depois do casamento. Muitos maridos acabam questionando a fidelidade e sinceridade da esposa, usando como argumento, pretexto e razão para duvidar dela, o fato de ela ter permitido certas intimidades sexuais antes do casamento. O relacionamento entre os dois pode ficar afetado, tenso, ou pelo menos empobrecido, devido às intimidades sexuais antes do casamento.

5. A castidade é algo importante para o auto conceito, o auto respeito e a saúde mental de toda moça.

A sociedade ocidental tem tradicionalmente exaltado as aventuras sexuais dos rapazes antes do casamento. Nas escolas públicas e nos ambientes seculares isso parece ser até motivo de orgulho. Os indivíduos contam suas ações como se fosse louvável o que estão fazendo.

Numa sociedade “machista” como a nossa, parece que o homem tem todas as vantagens e a mulher todos os prejuízo de um relacionamento sexual pré-matrimonial. Na verdade não é bem assim. Os resultados e malefícios de se entregarem a intimidades sexuais antes do casamento são ainda piores, mais sérios e devastadores sobre os rapazes que sobre as moças. Engana-se quem pensa o contrário.

Prejuízos para o rapaz:

1. Intimidades sexuais antes do casamento desenvolvem no rapaz uma atitude de exploração, auto centrismo e egoísmo, gerando desrespeito pela felicidade e o bem-estar das pessoas do sexo oposto, desde que seus desejos sejam satisfeitos.

2. Seu relacionamento futuro com a esposa é afetado. Torna-se dominador e desconfiado.

3. Ninguém pode explorar os outros e submetê-los a sofrimentos sem afetar sua própria integridade e saúde mental.

4. O moço que usa de suas habilidades para destruir a resistência moral de uma garota está desenvolvendo um padrão de atitudes e valores que o prejudicarão em todas as suas relações sociais com todos os seres humanos. Ele se tornará manipulador.

O indivíduo que leva uma moça a intimidades sexuais, depois a abandona, escolhe outra, leva-a a intimidades físicas, abandona-a, e finalmente se casa com um terceira, quarta ou quinta namorada, tem um problema de estrutura moral. Seu caráter está mal formado. No contexto cristão isso é pecado. Pode ser curado e restaurado pela graça de Deus, como qualquer pecado; mas há problemas e marcas permanecem.

O indivíduo que se torna manipulador passa a ver as pessoas do sexo oposto como objeto a ser utilizado para satisfação de seus apetites egoístas, em vez de uma pessoa sensível, com sonhos e temores, uma pessoa capaz de sorrir e alegrar-se ou de sofrer e sentir dor.

Grande parte dos homens volúveis, e até mesmo alguns que se dizem cristãos, sofrem a tentação de verem todas as pessoas do sexo oposto como objetos sexuais. É lastimável. É um defeito de personalidade sobre o qual é necessário muito trabalho.

Por essa e por outras razões, os efeitos das intimidades físicas precoces são ainda mais marcantes e mais violentos para o rapaz do que para a moça.

PR. JOSÉ CARLOS EBLINGDoutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP - campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp - Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados.

Texto extraído do Site (Advir)

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