segunda-feira, 31 de maio de 2010

Carne processada é risco real à saúde

 O consumo de bacon, linguiças, salsichas e outras carnes processadas pode aumentar o risco de diabete e doenças cardíacas, disseram pesquisadores , num estudo que identifica os verdadeiros vilões do açougue. O consumo da carne não processada de vaca, porco ou cordeiro aparentemente não elevava o risco de doença cardíaca e diabete, segundo os pesquisadores, sugerindo que o sal e os conservantes podem ser os verdadeiros culpados. O estudo foi uma chamada "meta-análise" com a avaliação de pesquisas anteriores. Ele não estava voltado para doenças como hipertensão e câncer, também associadas ao elevado consumo de carne [não apenas processada]. "Para reduzir o risco de ataques cardíacos e diabetes, as pessoas deveriam considerar quais tipos de carnes estão comendo", disse Renata Micha, da Escola de Saúde Pública de Harvard, cujo estudo foi publicado na revista Circulation.

"Carnes processadas, como bacon, salame, linguiças, cachorros quentes e frios processados podem ser os mais importantes de serem evitados", afirmou ela em nota.

Segundo ela, pessoas que consomem uma porção ou menos de carnes processadas por semana têm menos riscos.

A pesquisadora disse que as pesquisas raramente estabelecem uma diferenciação entre carnes processadas e não processadas. Ela e seus colegas examinaram sistematicamente quase 1.600 pesquisas do mundo todo buscando evidências dessas diferenças e a incidência de doenças cardíacas e diabete.

O grupo definiu como "carne processada" as que são defumadas, curadas ou salgadas para fins de preservação, ou que recebem conservantes químicos. O quesito das carnes não processadas incluía carne de boi, porco e cordeiro, mas não frango.

A conclusão dos pesquisadores foi que cada porção diária (50 gramas) de carne processada representa um aumento de 42 por cento no risco cardíaco e de 19 por cento no risco de desenvolver diabete.

Para quem só consumia carnes vermelhas não processadas, não houve elevação significativa nos riscos. Os pesquisadores disseram que outros cuidados com a saúde eram semelhantes entre os dois grupos.

Micha disse que as carnes processadas e não-processadas à venda nos Estados Unidos contêm quantidades semelhantes de colesterol e gorduras saturadas. "Por outro lado, as carnes processadas continham, em média, quatro vezes mais sódio e 50 por cento mais conservantes de nitrato."

(O Globo) e (Saúde e Família)

Nota: Na dúvida, por que não deixar a carne de lado? 

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domingo, 30 de maio de 2010

"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado

Poucas coisas exercem, sobre crianças e adolescentes, tanta atração quanto TV, internet e games. Criados em um ambiente repleto de tecnologia, esses jovens passam boa parte do dia (e também da noite) assistindo a filmes, navegando páginas da rede ou buscando derrotar um inimigo virtual para avançar para a próxima fase de seu jogo favorito. A despeito das enriquecedoras descobertas que fazem nesses campos, eles não devem, contudo, ser deixados à própria sorte nessas aventuras, sob pena de sofrerem diversos distúrbios. Essa é uma das conclusões do relatório Health Effects of Media on Children and Adolescents (Efeitos da mídia sobre a saúde de crianças e adolescentes), uma compilação de dezenas de estudos científicos da Academia Americana de Pediatria (AAP) publicada recentemente. [...]

VEJA.com procurou especialistas brasileiros para entender se as questões que atormentam pediatras, pais e professores americanos também se aplicam ao Brasil. A resposta é "sim". A primeira evidência disso são os números. Segundo os dados americanos, crianças e adolescentes dedicam cerca de sete horas diárias aos meios eletrônicos (TV, celular, game, web). A atividade só é superada em número de horas pelo repouso noturno. Por aqui, a situação não é muito diferente: os brasileiros entre 4 e 11 anos passaram mais de cinco horas só diante da TV em 2009, segundo o Ibope Mídia.

Observar, participar e limitar. Essas são recomendações a serem seguidas exaustivamente pelos pais que não querem se deparar com problemas no futuro. "Os pais precisam dosar o conteúdo e principalmente fazer companhia para as crianças", defende Ana Margareth Bassols, chefe do serviço de psiquiatria da infância e adolescência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Victor Strasburguer, organizador da compilação americana, vai no mesmo sentido: "Uma criança de cinco anos não precisa de celular; aos dez, ela não precisa de celular com câmera. As crianças não precisam de conexão com a internet ou de TV em seus quartos. Acho que os pais precisam fazer mais do que fazem atualmente sobre essa questão", sentencia o pediatra.

Segundo os estudos americanos, uma TV no quarto aumenta em 31% o risco de um jovem desenvolver sobrepeso. "Vivemos uma epidemia de obesidade no mundo. Certamente a propaganda de alimentos ricos em sal, açúcar e gorduras, o tempo que as crianças ficam na frente da TV e os videogames contribuem para essa epidemia", afirma a nefrologista pediátrica Noêmia Perli Goldraich, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Manter computador ou TV no quarto dos filhos impede os pais de controlar o que acontece a portas fechadas. Por exemplo, uma criança que deveria dormir às 22h pode estender o bate-papo on-line por mais duas horas sem que os pais percebam. Substituir as horas de sono para permanecer conectado à web ou para ver filmes também pode trazer impactos para o desenvolvimento, explica Márcia Pradella Hallinan, neurologista e chefe do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os pais devem estar vigilante também aos locais virtuais onde as crianças navegam. Controlar é preciso, mas deve-se evitar radicalismos, como a imposição de regras muito duras. "Proibir o uso ou bloquear o acesso é totalmente fora da realidade atual. Eles vão arrumar alguma forma de acessar, seja na casa do amigo ou em uma lan house. O ideal mesmo é supervisionar", prega Renata Waksman, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

Os médicos também devem entrar nessa batalha, defendem em uníssono o relatório americano e os especialistas brasileiros. "Os pais devem pedir esclarecimento aos pediatras e se comportar de acordo com a faixa etária do filho. Trazer questionamentos para a consulta faz com que isso seja mais discutido", diz Ricardo Halpern, presidente do departamento de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria. Professores também são fundamentais na orientação das crianças. De acordo com o relatório da AAP, porém, as escolas não têm acompanhado o ritmo das inovações tecnológicas no campo da informação e entretenimento. Vânia Lúcia Quintão, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, acredita que é preciso desenvolver o senso crítico nos pequenos. "É importante que a escola faça uma ponte entre o que as crianças assistem e o que elas entendem. Para isso, é necessário que o professor conheça a cultura infantil, ou seja, o que as crianças consomem."

(Veja) e (Saúde e Família)

Leia também : A internet está reprogramando o cérebro dos jovens

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sábado, 29 de maio de 2010

Dormir pouco ou demais faz mal

Dormir menos de seis horas por noite pode ser mortal. Essa é a conclusão de pesquisadores italianos que dizem ter encontrado "evidências inequívocas" da ligação entre a privação do sono e a morte prematura. Para a pesquisa, foram analisados 16 estudos envolvendo cerca de 1,5 milhão de pessoas. De acordo com o levantamento, coordenado pela Universidade de Warwick e pela Universidade de Medicina Federico II, quem dorme menos de seis horas por noite tem 12% mais chance de morrer antes dos 65 anos do que aqueles que dormem entre seis e oito horas. Estudos anteriores já mostravam que a privação do sono estava associada a doenças cardíacas, pressão alta, obesidade, diabetes tipo 2 e colesterol alto.

Os cientistas italianos concluíram, também, que dormir demais pode ser ainda mais perigoso. Segundo eles, aqueles que dormem mais de nove horas por noite apresentam 30% mais chances de morrer cedo. A novidade, publicada nesta quarta-feira na revista especializada Sleep, contradiz outro estudo publicado na semana passada que sugeria que quem dormir 10 horas ou mais aumentavam as chances de chegar aos 100 anos.

Francesco Cappucio, coordenador da pesquisa, discorda: "Assim como dormir pouco pode representar uma saúde debilitada, dormir muito também pode significar alguma fraqueza". Segundo ele, muitas horas de sono podem estar ligadas à depressão e a baixos níveis de atividade física. Alguns tipo de câncer também podem estar associados ao excesso de sono, diz o pesquisador. "Dormir de seis a oito horas por noite é o ideal para a saúde. A duração do sono deve ser encarado como um fator comportamental de risco", alerta.

(Veja) e (Saúde e Família)

Nota: Conforme nos lembra a Lição da Escola Sabatina desta semana, temperança (= equilíbrio) é importante em tudo. Conforme Ellen G. White, "a importância da regularidade no tempo de comer e dormir não deve passar despercebida. Desde que o trabalho da construção do corpo ocorre durante as horas do descanso, é essencial, especialmente na juventude, que o sono seja regular e abundante" (Educação, p. 205). "É preciso revelar cuidado no que respeita à regularidade das horas de sono e de trabalho. Precisamos ter períodos de descanso, de recreação e de meditação" (O Lar Adventista, p. 494).

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

A origem do Sábado como dia sagrado

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Atividade ao ar livre melhora saúde mental

Apenas cinco minutos de exercícios físicos em uma "área verde", como um parque, por exemplo, podem ser suficientes para melhorar a saúde mental, segundo cientistas britânicos. Pesquisadores da Universidade de Essex examinaram dados de 1.250 pessoas em dez estudos e encontraram rápidas melhoras no humor e na autoestima entre aquelas que praticavam atividades físicas ao ar livre. Eles analisaram atividades distintas, como caminhada, ciclismo, pesca, jardinagem, cavalgada e remo, em lugares como parques, jardins, fazendas e reservas naturais. Ainda segundo a pesquisa, publicada na revista especializada Environmental Science and Technology, o maior impacto ocorre entre as pessoas mais jovens.

De acordo com os cientistas, o maior efeito sobre o bem-estar mental surgia em apenas cinco minutos. Com o passar do tempo, os efeitos positivos continuavam aparentes, mas tinham menor magnitude.

Ainda segundo os pesquisadores, o efeito era ainda maior se o local do exercício também tivesse água, como um lago ou um rio.

Para Jules Pretty, um dos autores do estudo, pessoas geralmente sedentárias, estressadas, deprimidas ou com problemas de saúde mental seriam as mais beneficiadas por atividades ao ar livre.

"Empregadores, por exemplo, deveriam incentivar seus funcionários a fazer uma curta caminhada em um parque próximo na hora do almoço para melhorar o humor e reduzir o estresse", disse.

(BBC Brasil) e (Saúde e Família)

Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "O exercício ao ar livre é o melhor. [...] Aqueles cujos hábitos são sedentários devem, quando o tempo permitir, fazer exercício ao ar livre todos os dias, de verão e de inverno. Caminhar é preferível a andar a cavalo ou de carro, pois movimenta mais músculos. Os pulmões são forçados a uma ação benéfica, uma vez que é impossível andar em passo rápido sem os dilatar" (A Ciência do Bom Viver, p. 239, 240).

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Rir realmente é o melhor remédio

Médicos consideram o riso tão saudável quanto a prática de exercícios. De acordo com eles, uma gargalhada é como uma “malhação interna” – ela faz com que a sua pressão sanguínea baixe, assim como diminui o stress e ativa o sistema imunológico. Voluntários de uma pesquisa assistiram 20 minutos de comédia ou de números de stand up e seus hormônios relacionados ao stress e até mesmo o colesterol diminuiu um pouco. Além disso, seu apetite também foi estimulado. A gargalhada, então, pode prevenir doenças cardíacas, ajudar no tratamento da diabetes e é muito importante, principalmente, para idosos que não conseguem mais fazer tanto exercício físico.

O Dr. Lee Berk, da Universidade Adventista de Loma Linda, na Califórnia, acredita que as emoções têm um impacto muito grande na saúde do corpo. A quantidade de endorfina que é liberada no corpo é similar à que recebemos após o exercício.

Berk estuda a gargalhada por mais de vinte anos e mostrou que ela pode regular o organismo. Também é uma forma importante de se “desestressar” após um dia de trabalho.

Em seu último estudo ele dividiu voluntários em dois grupos. O primeiro assistiu “O resgate do soldado Ryan” e o segundo acompanhou peças de comédia. Amostras de sangue coletadas mostraram que aqueles que assistiram comédia tinham menos hormônios de stress e mais células imunológicas.

Em 97, Berk fez um estudo mais longo com pacientes diabéticos e com problemas cardíacos. Um grupo deveria assistir comédia todos os dias enquanto o outro não. No fim de um ano o grupo da comédia precisava de menos remédios para controlar a pressão do sangue.

(Hypescience) e (Saúde e Família)

Nota: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Provérbios 17:22). Está na Bíblia.

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Barbaridade do primeiro mundo

Hoje [21/5] foi o dia da caça. O toureiro sevilhano Julio Aparicio, de 41 anos, foi chifrado no rosto quando participava do Festival de San Isidro, na arena de Las Ventas, em Madri. O chifre de Opíparo entrou por baixo da mandíbula de Aparicio, pelo lado direito, quando ele se levantava após ter sofrido uma queda e saiu pela boca do espanhol, atravessando a língua. Ele sofreu fratura no maxilar superior. O toureiro, um dos mais queridos da Espanha, foi operado e depois levado para uma unidade de tratamento intensivo. Aparicio se encontra em condição de saúde estável, porém grave, segundo médicos da capital espanhola.

Antes do acidente em Madri, o toureiro tinha sido ferido nas duas orelhas ao se apresentar na cidade francesa de Nimes, quando foi ovacionado por uma multidão. Nesta temporada, Aparicio estava tentando recuperar a sua melhor forma, vivida em meados da década de 90.

(Page Not Found)

Nota: A foto acima é realmente chocante, mas o que dizer da imagem ao lado? Em TODAS as touradas os animais saem feridos ou vão para os açougues. Mas isso quase nunca é notícia. Pior ainda: ouvi dizer que há um movimento, na Europa, para incluir as touradas na Unesco como "patrimônio da humanidade"! E é, de fato, uma brincadeira de muito mau gosto. Mas por que a versão chique e primeiromundista dessa farra é considerada por muitos como "patrimônio"? Os bárbaros estão espalhados por todo o mundo.[MB]

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Depressão tem lado bom? Para Darwin, sim

A ciência vem se esforçando para demonstrar que a depressão tem seu lado bom e que dela podemos tirar proveito se percebermos seu potencial transformador. É o que defendem dois pesquisadores evolucionistas norte-americanos, em um estudo recente publicado no periódico Psychological Review no qual tentam desvendar o que chamam de “o paradoxo da depressão”. Guiados pela teoria da seleção natural de Charles Darwin (1809-1882), o psiquiatra J. Anderson Thomson, da University of Virginia, e o psicólogo Paul W. Andrews, da Virginia Commonwealth University, passaram anos tentando entender por que doenças mentais como a esquizofrenia afetam apenas de 1% a 2% da população mundial, enquanto a depressão já atinge mais de 20%. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde divulgadas em setembro de 2009, essa será, em duas décadas, a doença mais comum do planeta, à frente do câncer. Residiria aí o tal paradoxo: por que uma disfunção tão sofrida também é tão comum?

Segundo Darwin – ele próprio um notório deprimido, como explicitou em várias cartas ao longo da vida –, as espécies passam por um inexorável processo de adaptação em que características mais favoráveis a sua existência acabam sendo passadas de geração a geração. Trata-se de um afinadíssimo mecanismo de seleção e especialização que garante a permanência de traços que nos deixam mais aptos a encarar os obstáculos. Adeptos da psicologia evolucionista acreditam que a seleção natural não envolve apenas o corpo. As características da mente humana também seriam o resultado de uma longa jornada de depuração em nome da sobrevivência e reprodução. Se a teoria de Darwin é amplamente aceita até hoje no meio científico, argumentam Thomson e Andrews, então a depressão não pode ficar de fora. Em outras palavras, a depressão seria uma adaptação humana que chegou até nós com tamanha incidência não por acidente, mas porque precisamos dela como indivíduos.

De acordo com essa perspectiva, a depressão nada mais é do que uma resposta radical da mente para que encaremos nossos dilemas mais profundos. “Como a dor física, ela serve para sinalizar que existe um problema a ser resolvido”, afirma Thomson. “Seria maravilhoso se a gente não tivesse de sentir dor. Só que não é assim. A depressão, como a dor, é um mal necessário.” Esse mecanismo seria tão poderoso que nos faria parar e olhar na marra para dentro de nós mesmos, ainda que de forma muitas vezes caótica, nem sempre consciente e invariavelmente sofrida. Tamanha concentração da mente tem um preço, exigindo muitas vezes terríveis sacrifícios. Por causa dela, alguns param de comer, de trabalhar, de ver os amigos e de sentir prazer.

Integrante da mesma corrente de pesquisa que tenta mostrar que a doença não é apenas uma disfunção qualquer, Edward Hagen, psicólogo evolucionista da Washington State University, costuma compará-la a uma greve geral. “Por que os trabalhadores entram em greve? Porque não estão satisfeitos. Acontece o mesmo com nossa mente. Trata-se de um ultimato, um pedido de socorro para que mudemos o que está nos prejudicando.”

(Galileu) e (Criacionismo)

Nota: Por que ninguém havia pensado nisso antes? Mas é claro! A “teoria-explica-tudo” pode explicar até mesmo a doença do século. O evolucionismo já “explica” (e, portanto, justifica) a mentira, o adultério e a crença religiosa. Agora, até mesmo a depressão passa a ser “vantajosa” para a humanidade e, portanto, acabou naturalmente selecionada. Infelizes dos nossos “ancestrais primitivos” que não dispunham de remédios nem de terapia...[MB]

Dica de leitura: Como Sair da Depressão

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Nova palestra: Casamento - sem data de validade


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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Poliamantes e crianças que mentem

Duas notícias me chamaram a atenção hoje: “Crianças que mentem viram adultos bem-sucedidos” e “Poliamor permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”. São a pura expressão prática do que Isaías escreveu 2.700 anos atrás: “Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem, mal, que tomais as trevas por luz” (Is 5: 20). Leia aqui o resumo das matérias e veja se o mundo não está mesmo torto:

“Seu filho pequeno anda contando mentiras? Não fique bravo, fique feliz! É o que aconselham pesquisadores do Instituto de Estudos Infantis da Universidade de Toronto, no Canadá. Depois de testar 1.200 crianças com idades entre dois e 16 anos, eles afirmam que os pequenos que mentem com pouca idade mostram um desenvolvimento mental especialmente rápido – o que indica que eles crescerão para se tornar adultos mais desenvoltos e perspicazes. E quanto mais novos eles começam a mentir, melhor! ‘Os pais não devem ficar alarmados caso os filhos contem mentirinhas’, diz o Dr. Kang Lee, líder do estudo. ‘Quanto mais bem construída for a mentira, melhor é o desenvolvimento cognitivo da criança. Eles podem se tornar grandes banqueiros no futuro’, conta. [...]” (Superinteressante)

E a outra notícia: “[O poliamor] se trata de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade. Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. ‘Não há ciúme, pois não há medo de perder’, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. [...] ‘A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor’ [, diz ela].” (UOL)

(Criacionismo)

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dia ilimitado

 Tudo parecia perdido quando o número 119.104 foi tatuado em sua pele. Viktor Frankl, médico e psiquiatra austríaco de origem judaica, conheceu por dentro os horrores de Auschwitz e de outros campos de concentração do regime nazista.
 Separado da família, destituído de sua profissão, desonrado na dignidade humana, foi numerado como um objeto qualquer. Sob trabalhos forçados e alimentação mínima, conheceu o significado da expressão farrapo humano.
Libertado no fim da guerra, Frankl revelou que nem a crueldade de seus carcereiros e muito menos as cercas foram capazes de aprisionar sua fé. A crença em um propósito superior o ajudou a conservar dentro de si uma direção para a vida quando nada fazia o menor sentido.
Ele testemunhou que as pessoas que cultivaram a sensibilidade espiritual e emocional suportaram melhor aquela trágica experiência do que outros de constituição física mais robusta. “Justamente para essas pessoas permanece aberta a possibilidade de se retirar daquele ambiente terrível para se refugiar num domínio de liberdade espiritual”, afirmou.
Você pode não ter enfrentado uma situação extrema. Porém, as pequenas tragédias do dia a dia, as desilusões de uma rotina que parece sem propósito são capazes de levar muitas pessoas a desejar a abreviação da própria existência. O que é sempre a pior escolha.
Lente divina – Há momentos de grande dor e ocasiões em que as feridas estão abertas. Elas não podem ser negadas. É impossível varrê-las para debaixo do tapete. Diante do inevitável, a saída mais sábia é colocar a vida transitória na perspectiva do que é eterno. Os olhos humanos só conseguem enxergar a real dimensão e propósito da vida com as lentes divinas.
Infelizmente, a visão espiritual debilitada pode aprisionar pessoas de grandes habilidades e talentos na cela escura da desesperança. Mas não precisa ser sempre assim. A missão de Jesus Cristo é destinada também a você. Ele disse: “O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Ele Me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele Me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (Lucas 4:18 e 19, NVI).
As palavras de Cristo não são apenas um discurso bonito. Elas inauguram Seu ministério terrestre marcado por ações poderosas. Foram proferidas em uma reunião de culto realizada no sábado (Lucas 4:16). O sábado foi um dia especial escolhido por Jesus para transformar a vida de pessoas com Seu toque restaurador. Por isso, é o dia da renovação espiritual.
Um homem paralítico havia trinta e oito anos se esparramava no chão à espera de um milagre. Foi num sábado que Cristo, atendendo ao desejo do enfermo, ordenou que se levantasse, pegasse a esteira onde estivera debruçado no longo infortúnio e caminhasse para uma vida de novas possibilidades (João 5:1-9). Um cego de nascença também passou a enxergar o brilho do Sol e a beleza da vida quando recebeu o toque de Cristo em um dia de sábado (João 9:1-41). Esses são apenas dois exemplos do dia escolhido por Cristo para dar o enfoque correto ao mandamento bíblico: “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo” (Êxodo 20:8).
O sábado é uma janela aberta para o propósito divino em sua vida
Lembrar-se do sábado é não se esquecer do Criador que santificou esse dia (Êxodo 20:11). É lembrar-se de que esse Criador não está distante. Ele toca a existência, aponta o sentido e liberta a vida humana de sua realidade limitada para as infinitas possibilidades do encontro com o Eterno. 

por Guilherme Silva

(Criacionismo)

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Cada vez mais barro e menos ferro nos pés da estátua

O jornal Folha de S. Paulo, de 11 de maio, publicou artigo interessante de João Pereira Coutinho, dando conta de que a situação na Europa é preocupante. Foi providenciado um pacote de ajuda internacional (110 bilhões de euros) que, segundo os especialistas, não evitará a falência e a saída do euro. "Os gregos são nossa imagem futura", diz Coutinho sobre os portugueses. "Aliás, não apenas a nossa. Existem apostas sobre as próximas vítimas. Portugal lidera a corrida. A Espanha vem a seguir. Depois a Irlanda. Depois a Itália. Eis os PIIGS, para usar o acrônimo suíno com que os países do Norte olham para o clube. Estamos todos no mesmo chiqueiro. Ou não? Verdade: o deficit português está cinco pontos abaixo do grego, por exemplo. Mas, em contrapartida, o total das nossas dívidas é maior, o que dificulta um crescimento econômico no médio prazo. E, talvez mais importante, os nossos problemas econômicos radicam na mesma falência moral. Palavras pesadas? Talvez. Mas quando falamos de 'moralidade', falamos apenas da justeza de certos comportamentos humanos. E o comportamento dos portugueses, juntamente com os dos seus irmãos porquinhos, é a explicação principal para o atual desarranjo. Se dúvidas houvesse, bastaria assistir a um noticiário luso. Eu assisto, todos os dias. E todos os dias pasmo com a clarividência dos meus compatriotas, que não toleram qualquer medida de austeridade para tapar o abismo das finanças públicas. [...]

Coutinho faz uma comparação: "Não existe almoço grátis. Mas os portugueses e restantes parceiros viveram em Marte. E acreditaram que seria possível não produzir como os alemães, mas consumir como eles. [...] Como escrevia recentemente Theodore Dalrymple no City Journal, o comportamento das massas foi promovido pela corrupção democrática dos seus líderes. Foi promovido por governos sucessivos que, alçados ao poder, alimentavam a fantasia do bolso infinito, uma forma indireta de subornarem os seus eleitorados."

E conclui: "Os gregos não foram apenas fraudulentos na forma como manipularam seus indicadores econômicos para enganar Bruxelas. A fraude grega é a fraude portuguesa, ou espanhola, ou irlandesa, ou italiana. É a fraude de professar que é possível viver continuamente acima das posses de cada um. Azar. Com a crise financeira de 2008, e a imperiosa necessidade de salvar as economias do abismo, as dívidas dispararam para a estratosfera e a Europa olhou-se no espelho pela primeira vez. Sobretudo a Europa periférica, que vivia de empréstimos para pagar empréstimos, um perfeito esquema Ponzi que aterrorizou os mercados. E agora? Antes do euro, a desvalorização da moeda era o caminho lógico para aumentar a competitividade das economias. Por outras palavras: os países empobreciam voluntariamente, mas eles continuavam a flutuar. Com o euro, a desvalorização está interdita aos países relapsos. Mas a fatura será igual: empobrecer. E, quem sabe, um dia contar aos netos que a festa foi boa enquanto durou."

Nota: O criativo título desta postagem foi sugerido pelo amigo Marco Dourado, que comentou comigo: "A Europa está enrascada: vulcão interrompendo o tráfego aéreo, o fantasma do terrorismo... E agora esse abraço coletivo de afogados por causa da moeda única, o Euro, que impede a penalização individual dos países irresponsáveis." Essa situação me fez viajar no tempo, 20 anos atrás. Na época, exatamente no dia 27 de outubro de 1990, eu havia apresentado o tema da volta de Jesus no grupo de jovens católico do qual eu ainda fazia parte. Poucos meses antes, estudando as profecias de Daniel, havia me deparado com o relato impressionante do capítulo 2, no qual a história da humanidade é esboçada por meio de uma estátua formada por partes de metais diferentes: a cabeça de ouro, que representa Babilônia; o peito e os braços de prata, símbolo dos medos e persas; o ventre de bronze, que representa a Grécia; as pernas de ferro, símbolo do Império Romano; e os pés de barro misturado com ferro (na verdade uma mistura imiscível), representando a fragmentação do Império Romano e a formação das nações da Europa que seriam em parte fortes, em parte fracas e nunca mais se reunificariam, a despeito de vários esforços históricos. Quando expliquei isso para meus amigos, muitos deles expressaram incredulidade. Estávamos em plena fase 1 da União Econômica e Monetária (UEM) e já havia ocorrido a liberalização completa dos movimentos de capitais na União Europeia. Em dezembro do ano seguinte, o Tratado de Maastricht seria assinado, instaurando a União Europeia e prevendo uma moeda única no espaço de livre circulação de capitais. O tratado entrou em vigor em 1º novembro de 1993. A unificação da Europa parecia fato consumado. E "minha" interpretação da profecia, ilusão. Saí daquela reunião um tanto frustrado, mas com a certeza de que a profecia era certa. Tanto que escrevi num papelzinho que carrego até hoje dentro de minha Bíblia de estudos: "Hoje, 27/10/90, de acordo com a profecia de Daniel 2, declaro que a Europa jamais se reunificará, como prova do iminente retorno de Jesus Cristo." O tempo passou rápido. A Europa não se reunificou; a União Soviética (sim, também sou desse tempo) caiu; e o evangelho do reino está sendo pregado em todo o mundo, como testemunho a todas as gentes, e então virá o fim (Mt 24:14). Amém![MB]

(Criacionismo)

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terça-feira, 18 de maio de 2010

Buraco em Órion intriga cientistas

Um telescópio europeu em órbita encontrou algo inusitado enquanto procurava por estrelas jovens: um verdadeiro buraco espacial. Ele fica na nebulosa NGC 1999, uma nuvem brilhante de gás e poeira na constelação de Órion. A nebulosa brilha com a luz de uma estrela próxima. O telescópio Hubble a fotografou pela primeira vez em dezembro de 1999. Na época, presumiu-se que um ponto escuro da nuvem era uma bolha mais fria de gás e poeira, que de tão densa bloquearia a passagem da luz. Mas novas imagens do observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia, mostram que a “bolha” na verdade é um espaço vazio. Isso porque o observatório capta imagens infravermelhas, o que permite que o telescópio veja além da poeira mais densa e enxergue os objetos dentro da nebulosa. Mas até mesmo ao Herschel, o ponto estava preto.

Os astrônomos acreditam que o buraco, medindo 0,2 anos-luz, foi feito pelo processo tumultuoso de nascimento de uma estrela embrionária vizinha, chamada V380 Ori. Esta proto-estrela já é 3,5 vezes o tamanho do Sol. O time que fez a descoberta acredita que a V380 Ori está sinalizando sua quase maturidade ao projetar rapidamente colunas de gás de seus pólos, que estão destruindo qualquer material remanescente da formação da estrela.

“Achamos que a estrela está lançando um jato na velocidade de centenas de quilômetros por segundo, e é ele que está causando o ‘buraco’ na nuvem vizinha”, disse Tom Megeath, que coordenou a pesquisa pela University of Toledo, em Ohio, nos Estados Unidos. “Essencialmente, esses jatos de gás estão sendo projetados e eles acabam com todo o gás e poeira.”

Megeath comentou que o telescópio que descobriu o buraco é batizado em homenagem ao astrônomo William Herschel, que viveu no século XIX. Em suas catalogações do céu noturno, Herschel registrou diversos trechos escurecidos que ele imaginou que fossem buracos, mas na verdade eram apenas nuvens escuras.

“Daí em diante, sempre que se via o que parecia um buraco espacial, se presume que são nuvens”, explicou. “Chega a ser irônico que agora, quase 150 anos depois, um telescópio chamado Herschel viu algo que todos achavam que era uma nuvem, e na verdade era um buraco de verdade”.

(Último Segundo)

Nota: "Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto" (Primeiros Escritos, p. 41). Ellen White escreveu esse texto há mais de um século.[MB]

(Criacionismo)

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Gigantes do Photoshop


Já perdi a conta dos e-mails que recebi nos últimos dias perguntando sobre os supostos gigantes descobertos por supostos paleontólogos. O texto que acompanha os tais e-mails é este: "É realmente impressionante, e ao mesmo tempo emocionante ver uma prova tão incontestável da veracidade da Bíblia! Gênesis 6:2-4. Raça híbrida, anjos que se materializaramn em corpos carnais para ter relações sexuais com as filhas dos homens. O resultado dessa relação, os nefilins ou os homens de fama, era para muitos apenas um relato improvavel e motivo de crítica pelo que a Bíblia já há muito tempo relata. Abra as fotos e olhe."

Em primeiro lugar, essa história de que anjos teriam se relacionado sexualmente com mulheres é pura ficção. "Filhos de Deus" e "filhas dos homens" eram expressões usadas para se referir, respectivamente, ao povo de Deus e aos infiéis. Essa mistura é que foi reprovada por Deus e deu origem a filhos "valentes", brigões e sem temor do Senhor. Gigantes eram relativamente comuns naquele tempo em que a espécie humana guardava muito da perfeição em que fora criada.

Em segundo lugar, basta observar o tamanho do crânio na foto para perceber que o corpo teria cerca de dez metros, ou seja, seria muito maior do que a Revelação nos conta (homens de quatro a cinco metros). Anos atrás, uma foto semelhante a essa foi espalhada na rede. Muitos cristãos desavisados a consideraram a prova da existência dos gigantes. Até que se descobriu que era a foto vencedora de um concurso de Photoshop (programa de edição de imagens).

Em terceiro lugar, esses e-mails sensacionalistas nunca trazem a fonte original da pesquisa, em que periódico científico foi publicada e o nome do(s) pesquisador(es).

Finalmente, é bom lembrar que esse tipo de boataria internética apenas traz descaso sobre a Palavra de Deus. Há evidências arqueológicas e históricas suficientes para confirmar o pano de fundo histórico das Escrituras. Não precisamos de falsas provas.

Michelson Borges

(Criacionismo)

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O médico tinha razão

Ele era uma “máquina de trabalhar”. Permanecia em sua empresa várias horas por dia. Como empresário ansioso e hiperativo, fazia algum tempo que estava cansado e estressado. À noite, demorava para dormir, e durante o dia era dominado por sua obsessão por trabalho.
Portanto, era natural que suas forças estivessem minguadas e seu ânimo, abatido.
Então, ele decidiu consultar o médico.
– Eu me sinto cansado e abatido – ele disse ao médico. – Não consigo administrar meu trabalho como antes. E isso me perturba. Preciso recuperar minhas energias e meu entusiasmo.
Após escutar com atenção o relato do paciente, o médico lhe disse sem hesitar:
– Você está abusando de sua saúde. Precisa reduzir suas horas de trabalho. Separe um dia para descansar!
– Não posso fazer isso, doutor; minha fábrica não pode parar.
– Talvez sua fábrica não possa parar, mas você deve parar um pouco, se deseja sentir-se bem outra vez.
– Mas quando? Em que dia? – o homem perguntou, intrigado.
– Um dia inteiro por semana – respondeu o médico. – Descanse no dia que Deus estabeleceu para o repouso semanal, e logo veremos os resultados…
Meio desconfiado, o homem fez o teste. E, para sua surpresa, em poucas semanas seu estresse diminuiu e ele recuperou o ânimo. O médico que ele havia consultado era um bom cristão e não havia feito mais do que receitar ao paciente um antigo preceito divino de trabalhar seis dias por semana e descansar no sétimo, ou seja, no sábado (Êxodo 20:8-11).
Bem-estar – O ciclo semanal de sete dias é um verdadeiro ordenador da vida. Ele nos move à ação do trabalho digno e proveitoso. Mas, por sua vez, nos reserva o sétimo dia da semana para o descanso físico, emocional e espiritual de que tanto necessitamos para combater nossas tensões e aliviar nossas cargas.
O ciclo semanal de sete dias é um ordenador da vida
Quem melhor do que nosso Criador para nos dizer como devemos viver? Se Ele estabeleceu um dia especial da semana para a recuperação de nossas forças é porque nesse dia existe uma importante fonte de bem-estar, paz e fortaleza para nossa vida.
Por isso, “abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gênesis 2:3). Em primeiro lugar, Deus “abençoou” o sétimo dia, o sábado, com uma bênção que não colocou sobre nenhum outro dia da semana; em seguida, o Criador “santificou” e tornou santo esse dia específico da semana; e, finalmente, o Senhor “descansou” naquele primeiro sábado, não porque estivesse cansado, mas para nos dar o exemplo.
Muitas pessoas se desgastam por causa de trabalho excessivo, preocupações e ambições. Os nervos estão à flor da pele, e até sua vida de relacionamento fica alterada. Qual é a necessidade básica dessas pessoas? Paz para seu coração atribulado, alegria para seu vazio interior e descanso para seu corpo fatigado. Esses três atributos – paz, alegria e descanso – são, em escala máxima, dons do Altíssimo.
Você sente que o estresse oprime sua mente, que o fardo da vida lhe causa agonia? Deus lhe diz: “Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (Isaías 41:10). Junto com essa encorajadora promessa de amor, o Criador nos relembra: “Tenho um presente de bênçãos e felicidade para sua vida. É o sábado, o dia de repouso que separei para você. Aceite-o e desfrute dele.”
O médico cristão de nosso relato inicial tinha razão: o descanso no verdadeiro dia do Senhor é uma grande bênção. Alivia o cansaço físico, promove paz interior, contribui para o equilíbrio mental e favorece o bom relacionamento familiar. Você percebe que o sábado é um dos maiores benefícios que Deus concedeu para nosso bem-estar integral?
por Enrique Chaij

(Esperança)

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

O impacto do “white sabbath”

No fim da década de 1960, surgia no Reino Unido uma banda de Heavy Metal chamada Black Sabbath [Sábado Negro], liderada pelo polêmico Ozzy Osborne. Apesar de provocativo, o nome da banda não tem relação nenhuma com o sábado bíblico. Mesmo diante de diversos mitos criados a respeito dessa banda, quero usar seu nome (sem fazer apologia ao estilo musical) para ilustrar um dia nada agradável entre os habitantes de Jerusalém, em 597 a.C. As Escrituras nos informam que nesse ano Nabucodonosor, rei da Babilônia, foi até Jerusalém, capital do reino de Judá, liderado nessa ocasião por Joaquim. Além de destruir os utensílios de ouro da época do rei Salomão, ele levou como servos o rei, sua mãe, todos os príncipes, todos os guerreiros e dez mil judeus. A escravidão era resultado de uma sucessão de apelos divinos não atendidos pelo rei e pelo povo, como registrado no livro de Jeremias. Essa história está registrada em 2 Reis 24.

A informação bíblica foi ampliada em 1956, quando um tablete de argila escrito em cuneiforme acadiano, vindo das ruínas de Babilônia, foi traduzido por Donald Wiseman, que trabalhou por muitos anos no Museu Britânico, em Londres. O conteúdo desse tablete diz que a captura de Jerusalém pelos babilônicos ocorreu no 2º dia do mês de Adar, em 597 a.C. Fazendo os cálculos necessários, nossa data correspondente é o dia 16 de março, que naquele ano caiu em um sábado. Isto é, a data escolhida para levar hebreus como escravos foi em um sábado, o dia mais santo para essa nação. Hoje, esse tablete está exposto no museu referido acima (BM 21946). Esse, sim, foi um “Black Sabbath”. Uma nação encarando as terríveis consequências de uma vida sem Deus; famílias sendo para sempre separadas em completo desespero diante do desconhecido.

No próximo sábado (15/5), a Igreja Adventista do Sétimo Dia estará realizando o “Impacto Esperança” em toda a América do Sul. Como um oásis no meio de um deserto, milhares de revistas serão entregues a pessoas que necessitam de “um dia de esperança”. Quem sabe sejam pessoas que também estejam enfrentando problemas familiares, profissionais, luto e uma busca desesperada por sentido para a existência. Você e eu podemos tornar o próximo sábado na vida de alguém em um “white sabbath”.

(Luiz Gustavo Assis é pastor em Caxias do Sul, RS)

Leia também: "A sobremesa da semana"

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Peregrinações Sem Valor

Aproxima-se o dia 13 de maio e já conseguimos ver pelas estradas, um pouco por todo o Portugal, as habituais peregrinações de fiéis, a esmagadora maioria dos quais católicos, que professam daquela forma a sua fé, não tanto para com Deus, mas sim para com Maria, mãe de Jesus. Este ano, com o incentivo especial da visita de Bento XVI.
Desde criança que me recordo de, desde algumas semanas anteriores à data, ver muitas pessoas em alegre comitiva rumo a Fátima, palco maior das celebrações católicas neste país. Colocando em prática aquilo que aprenderam e desde sempre lhes foi ensinado, para não dizer impingido, ei-los seguindo normalmente em grupo no cumprimento de um ritual que, segundo pensam, lhes é importante, senão mesmo indispensável para a salvação.
Confesso que, tendo sido ensinado pela Bíblia num Deus que é Salvador e que, Ele sim, se sacrificou em favor do homem, fazendo por ele o que ele jamais conseguiria fazer por si mesmo, não consigo encontrar qualquer fundamento neste tipo de esforço (ou sacrifício) a que tantas pessoas se sujeitam.
Será pela caminhada em si que eles vão? Não, para isso não seriam necessários vários dias e centenas de quilómetros! Será pelo convívio? Não, para isso um simples almoço de convívio serviria bem. Daí que presumo que seja mesmo por uma questão de fé.

Mas essa questão que é de fé, deverá ter uma razão, um propósito. E tem. Nada mais nada menos do que se sacrificarem em favor de Jesus, para mérito próprio. O que, deturpa por completo o sentido da redenção, ao haver um troca de posições: Jesus é que Se sacrifica pelo homem; não o homem por Jesus.

Sim, a verdade é que este tipo de iniciativa pretende, entre outras coisas, creditar o ser humano com um mérito que ele jamais pode ter: ajudar na sua própria salvação, até mesmo ganhá-la pelo próprio esforço. Ora, nada mais errado poderemos achar, com base na sagrada Escritura!

Vejamos dois textos que, juntos, nos trazem luz sobre este assunto.

'E em nenhum outro [Jesus] há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos' Atos 4:12.

'Ide, porém, e aprendei o que significa: misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento' Mateus 9:13.

Ou seja, Jesus não apenas veio para salvar os homens, não apenas é o único que o faz, como Ele mesmo deixou bem claro que o Seu sacrifício foi o suficiente para redimir todo e qualquer homem; não existe, portanto, nada de bom que o homem possa assegurar para si mesmo, entregando-se a este tipo de esforço inútil, ainda para mais quando se trata de honrar alguém que faleceu e permanece na sepultura (Maria), e não o Verdadeiro motivo de toda a adoração: Jesus!

Logo, este ritual, à semelhança de outros, está cheio de inutilidade e é desprovido de qualquer valor bom aos olhos de Deus.

Já agora, uma coisa desde sempre me intrigou, nesta escala de aferição de méritos pessoais: estando o santuário católico de Fátima situado no centro do país, não será injusto para os crentes que vivem bem no norte ou no sul terem de, no exercício da sua prática religiosa, peregrinar muito mais do que os seus irmãos que vivem no centro de Portugal? Em concreto, um crente católico que resida em Bragança terá de percorrer a pé, mais de 400Km; já um que more em Leiria fará um percurso de apenas 25Km...

O que é certo é que eu mesmo também sou um peregrino; mas não a caminho deste tipo de lugar. Pela graça de Deus, caminho para um sítio bem longe daqui, onde habita a justiça e a paz que só vem de Deus. E o fim dessa peregrinação, está cada vez mais perto!

(O Tempo Final)

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Irã anuncia lançamento de mísseis de cruzeiro em novas manobras


Iranianos realizam testes militares no sul do país

As Forças Armadas do Irã anunciaram nesta terça-feira (11) o lançamento com sucesso de dois mísseis de cruzeiro terra-mar, de médio alcance, durante o sétima dia de manobras nas águas do mar de Omã e do oceano Índico.

Conforme a agência de notícias Mehr, os mísseis foram disparados a partir de plataformas de lançamento móveis contra alvos reais no mar.

A agência Mehr acrescentou que estes mísseis, dotados de sistemas de detecção, por sua velocidade de voo a baixa altura não são localizados por radares.

Na última semana, as Forças Armadas do Irã começaram manobras no Estreito de Ormuz dentro de uma superfície de 250 mil quilômetros quadrados.

Estas são as segundas manobras militares em um mês em águas do sul do país após os exercícios das forças do corpo de elite dos Guardiães da Revolução Islâmica no Golfo Pérsico.

(Opinião e Notícia) e (Eventos Finais)

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Os ateus coitadinhos! Invertendo quem persegue a quem

A Folha de S. Paulo publicou uma entrevista de página inteira com Daniel Dennett, em 10 de maio de 2010, a propósito de uma visita que fará ao Brasil em novembro deste mesmo ano. Dennett é um dos mais famosos novos ateus, ou neoateístas que vêm sacudindo o mundo com declarações bombásticas contra religião; mais especificamente, contra o cristianismo. Ao lado de Richard Dawkins, Samuel Harris e Christopher Hitchens, completa o quarteto nefasto conhecido como “Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse”, pois lembram aqueles que despejam o flagelo e perdição sobre a humanidade. [Leia mais]

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A sobremesa da semana


Não podemos guardar apenas para nós essa receita tão saborosa

Um dia notei que minha filha mais velha, a Giovanna, estava entretida desenhando e escrevendo em algumas folhas de papel. Horas depois, a obra estava pronta e pedi para ver o resultado (leia o texto completo dela aqui). Ela havia ilustrado a semana da Criação e narrado – em seu linguajar de oito anos de idade – cada ato criador de Deus. O que mais me chamou a atenção foi a descrição que ela fez do sábado: “No sétimo dia Deus foi a Terra pra ficar com Adão e Eva, por isso no sábado a gente tem que fazer coisas que Deus possa ficar com a gente. E continuando, Deus foi lá e Ele deu a Eva uma suculenta laranja e a Adão um lindo e roxo cacho de uvas. Depois se sentaram para conversar. Adão deu um lindo gerânio a Eva, e Eva colocou a flor no cabelo. Adão contou que nadou com o golfinho e Eva disse que tentou andar como gato. Deus riu e disse: ‘Foi divertido. E agora vamos nos divertir muito também.’ E foi muito gostoso esse dia.”

Minha esposa e eu sorrimos ao ler essas palavras e perceber que, sob a ótica de uma criança educada nos princípios bíblicos, o sábado é um dia de festa e alegria. Nessas 24 horas restauradoras, é realmente muito gostoso poder deixar as preocupações de lado, esquecer momentaneamente as tarefas concluídas ou ainda inacabadas, e se dedicar de modo especial à comunhão com Deus e com a família.

Se devidamente observado, o sábado não restaura apenas a saúde física; restaura-nos completamente. Nossa relação com Deus pode ser aprofundada – afinal, se na semana andamos de mãos dadas com Ele, no sábado podemos nos sentar aos pés dEle –, e nossos laços familiares são estreitados. Neste mundo corrido, quantas pessoas dispõem de um dia inteiro para esse tipo de atividades? Quando visto e apresentado dessa maneira, o sábado se revela o que Deus idealizou ao criá-lo: um presente para o ser humano (cf. Mc 2:27).

Não podemos ser egoístas e reter a bênção do sábado apenas para nós. É nesse espírito de liberalidade que se insere o projeto Impacto Esperança. A proposta é dizer ao mundo que existe um tempo de esperança para a família. Um tempo de esperança para aqueles que não mais encontram tempo para alimentar a esperança. Um tempo de esperança para se aproximar do Deus da esperança (cf. Rm 15:4, 13). Temos que sair às ruas e dizer isso às pessoas, para que elas tenham a chance de escolher entre a esperança e o desespero, porque muitas delas só conhecem o segundo.

Isso me lembra a história dos quatro leprosos, narrada no livro de 2 Reis, capítulo 7. Quando eles encontraram vazio o acampamento do exército sírio, fartaram-se de alimento e até pensaram em esconder alguns objetos de valor. Mas a consciência pesou e resolveram ir até Samaria (a cidade da qual haviam sido expulsos e que também estava faminta por causa do cerco sírio) e contar que havia alimento abundante lá fora.

Não sei quanto a você, mas eu me vejo como um leproso, contaminado pelo pecado. Só que um dia Jesus me encontrou e me curou as feridas (Ele ainda faz isso comigo frequentemente). Quando ando com Ele, me sinto limpo e tenho alimento abundante. Como posso esconder essas bênçãos? Como posso saciar minha fome enquanto tantos morrem de inanição ao meu redor? O egoísmo é pior do que a lepra!

Se você andar de mãos dadas com Jesus, cada dia da sua semana pode ser um prato saboroso, ainda que, por causa das lutas da vida, haja um gostinho amargo aqui e ali. E o sábado será aquela sobremesa especial que enche os olhos e adoça o paladar. Não é bom convidar amigos para desfrutar de um prato preparado com carinho? Convide seus amigos para saborear com você a sobremesa da semana – o santo sábado de Deus.

Michelson Borges

P.S.: No próximo sábado, milhões de adventistas sairão às ruas da América do Sul para distribuir a revista Um Dia de Esperança. Os adventistas, como criacionistas por excelência, terão o privilégio de partilhar a mensagem do sábado – o memorial da Criação – com muitas pessoas que desconhecem o profundo significado desse dia especial. Faça planos de se alistar nesse “exército da esperança”!

(Criacionismo)

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terça-feira, 11 de maio de 2010

Os Nomes de Jesus na Bíblia


Miguel era o nome de Jesus Cristo antes da encarnação. (Como por exemplo Emanuel (Deus Conosco).
O nome Miguel exprime o papel de Cristo antes da encarnação: ‘Mika El’ = ‘Como Deus’, ou seja Seu representante.

O nome Jesus exprime o papel dele como nosso salvador e advogado. Yeshua – salvador em hebraico.

Na Nova Terra Jesus terá OUTRO NOME como ensina Apocalipse 3:12:

(Apocalipse 3:12)A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.

O nome dele na Nova Terra exprimirá uma outra situação que ainda não sabemos: talvez remita a felicidade, eternidade, amor paternal, ou o fato de finalmente ter vencido Satanás.

Embora Emanuel, Miguel e Jesus sejam os nomes mais conhecidos, Jesus tem mais de 100 títulos nas sagradas escrituras. Vejamos cada um deles:
109 Títulos Divinos dados a Cristo:

1- Advogado I Jo 2:1.
2- Ajudador Sl 54:4.
3- Amado Ct 1:14; Ct 2:3; Ct 4:16; Ct 5:2; Ct 6:3; Ef 1:6; Mt 3:17; Is 5:1.
4- Alfa Ap 1:8; Ap 21:6.
5- Altíssimo Lc 6:35.
6- Arvore da Vida Pr 3:18; Ap 2:7; Ap 22:2.
7- Anjo da Aliança Mt 3:1. Anjo de Deus Ex 14:19; Ex 23:23; Dn 6:22; Gn 22:15.
8- Anjo do Senhor Mt 1:20; Jz 6:11; Jz 13:3.
9- Autor da Salvação Hb 5:9.
10- Autor da Vida At 3:15.
11- Bendito Mc 23:39; Mc 21:9; Lc 1:68; Lc 19:38; II Co 1:3.
Cordeiro I Co 5:7; Ap 5:12; Ap 6:1; Ap 6:12.
Cordeiro de Deus Jo 1:29; Jo 1:36.
Conselheiro Is 9:6.
Cordeiro Pascoal Jo 1:29; Jo 1:36.
Consumador Hb 12:2.
Bispo de nossas almas I Pe 2:25.
Cabeça do Corpo Col 1:18.
Cabeça da Igreja Ef 5:23.
Cristo de Deus I Co 3:23.
Cristo Mt 2:4; Mt 16:16; Mt 24:23; Mc 8:29; Lc 4:41; Jo 20:31; Lc 9:20; Lc 23:2.
Cristo Jesus Rm 6:3; II Co 4:5; Ef 2:20.
Caminho Is 30:21; Jo 14:6.
Consolador Jo 14:26; Jo 15:26; Jo 16:7.
Príncipe da Paz Is 9:6.
Deus Forte Is 9:6.
Deus Supremo Sl 95:3.
Digno Ap 4:11; Ap 5:12.
Escudo Gn 15:1; II Sm 22:23; Sl 3:3; Sl 7:10; Sl 18:2; Sl 18:30; Sl 115:9; Sl 119:114; Sl 28:7; Pv 30:5.
Emanuel Is 7:14; Mt 1:23.
Deus conosco Mt 1:23.
Esperança nossa Sl 39:7; Sl 71:5; Jr 14:8.
Estrela da manhã Ap 22:16.
Estrela da Alva II Pe 1:19.
Filho Mt 1:23; Lc 1:13; Mt 13:55; Mt 21:7.
Filho Amado Mc 12:6; Lc 20:13; Mc 1:11; Mt 3:17.
Filho de Deus Mt 5:9; Jo 20:31; Lc 1:35; Mc 1:1; Hb 6:6.
Filho do Homem Mt 16:27; Hb 2:6; Ap 1:13; Lc 12:32,40; Mt 10:23; At 7:56; Mt 16:13; Jo 8:28; Mt 9:6; Mt 13:37; Mt 17:9,22; Mc 8:32; Mc 9:12; Lc 6:22; Lc 9:56; Jo 3:13.
Filho de Davi Mt 21:9,15; Mt 20:30,31; Mt 12:23.
Filho do Altíssimo Lc 1:32.
Fonte das águas vivas Jr 17:13.
Jesus Jo 20:31; Lc 1:31; Mt 1:21,25; At 18:5; At 18:18.
Juiz Tg 5:9; . Justo Sl 119:137; Sl 145:17; Is 45:21; At 22:14
Leão de Judá Ap 5:5.
Lírio dos Vales Ct 2:1.
Luz Jo 12:46; Jo 8:12; Sl 27:1; Is 60:20; Mq 7:8.
Legislador Is 33:22; Tg 4:12.
Messias Jo 1:41; Jo 4:25; Dn 9:25.
Mediador I Tm 2:5; Hb 9:15; Hb 12:24.
Maravilhoso Is 2:5.
Pai Is 63:16.
Pão Vivo Jo 6:51.
Pai da Eternidade Is 9:6.
Príncipe Is 55:4; Dn 8:25; At 5:31; At 3:15.
Noivo Is 62:5; Mt 25:1; Mc 2:19.
Nazareno Mt 2:23; Lc 24:19.
Ômega Ap 1:8; Ap 21:6.
Onipotente Sl 91:1.
Primogênito Ap 1:5; Mq 6:7; Rm 8:29;
Primícia dos que dormem I Co 15:20.
Pastor Sl 23:1; Sl 80:1; Jo 10:11; Hb 13:20; I Pe 5:4.
Porta Jo 10:9.
Pedra Angular Ef 2:20; At 4:11; I Pe 2:6.
Pedra de esquina I Pe 2:7.
Rei Sl 5:2; Sl 44:4; Sl 47:7; Is 33:22; Is 43:15; Ap 17:14; Zc 14:9; Lc 19:38; Jo 12:15; Jo 19:14;
Rei dos Judeus Lc 23:38; Jo 18:33.
Rei dos Reis Lc 23:38; Jo19:19; Ap 19:16; I Tm 6:15.
Rei das Nações Jr 10:7; Ap 15:3.
Rei de Israel Jo 12:13.
Raiz de Davi Ap 5:5.
Rosa de Sarom Ct 2:1.
Rebento do Trono de Jessé Is 11:1.
Sumo Sacerdote Hb 4:14.
Senhor I Co 15:5-7; II Co 4:5; Fl 2:11; Cl 2:6.
Senhor dos Senhores Ap 19:16; I Tm 6:15.
Senhor dos Exércitos Is 19:16; Sl 46:7; Is 6:5; Is 37:16.
Santo Ap 4:8.
Soberano Ap 6:10.
Salvador Lc 2:11; II Pe 3:18. Sol Sl 84:11;
Sol da Justiça Ml 4:2.
Todo Poderoso Ap 1:8; Ap 4:8; Ap 15:3; Ap 21:22.
Ungido de Deus I Sm 24:10.
Verdade Jo 8:32; Jo 14:6.
Vida Jo 14:6.
Verbo Jo 1:1; Jo 1:14; I Jo 1:1; Ap 19:3.
Verdadeiro Ap 19:11; Jo 15:5; Jo 15:1.
Descendente de Mulher Gn 3:15.
O que batizava com o Espírito Santo Jo 1:33.
O que dá testemunho de si mesmo Jo 8:18.
O que haveria de vir Mt 11:3.
Eleito por Deus Lc 9:35.
Estrela de Jacó Nm 24:17.
Cetro de Israel Nm 24:17.
Fiel Testemunha Ap 1:5.
Fiel e Verdadeiro Ap 19:11.
Filho de Deus Bendito Lc 1:32.
Filho do Pai II Jo 3.
Imagem do Deus invisível Cl 1:15.
Mistério e Esperança do ser humano Cl 1:27.
Pedra Espiritual I Co 10:4.
Plenitude da Divindade Cl 2:9.
Primícia I Co 15:20.
Redentor Is 59:20.
Libertador Rm 11:26,27.
Servo Is 42:49; Is 50:4-11.

109- Miguel Jos 5:13-15, Ap 12:7-12, Ju 1:9, Daniel 12:1-3.

(Adventismo em Foco)

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Gálatas 3:17 e a aparente contradição.

Um Internauta fez a seguinte pergunta:


Sr Editor,


Veja o texto. De que lei ele fala? Da moral? ou da cerimonial? Ou Outra lei?

Gálatas 3:17

Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.

Fica difícil entender!?

Veja todo no contexto:

Gálatas 3

1 O insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós?
2 Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?
3 Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?
4 Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão.
5 Aquele, pois, que vos dá o Espírito, e que opera maravilhas entre vós, fá-lo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé?
6 Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
7 Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão.
8 Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
9 De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão.
10 Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.
11 E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé.
12 Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por elas viverá.
13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
14 Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.
15 Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta.
16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo.
17 Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.
18 Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão.
19 Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro.
20 Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um.
21 Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei.
22 Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes.
23 Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar.
24 De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados.
25 Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
26 Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.
27 Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.
28 Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
29 E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.

Pergunta:
Abraão, Isaque, Jacó e ainda Moisés enquanto na corte de Faráo guardaram o sábado?

Saudações Cristãs!

_____________________




Então... irei discorrer em detalhes o texto dentro do contexto para que fique sanado a dúvida que Satanás tem plantado na mente daqueles que não percebem. Que Deus possa tirar o espírito da confusão e lhe mostre a Verdade da Palavra de Deus. Pois não sou eu quem deve lhe convencer mas o Espírito Santo.  

LEMBRANDO: Isto Ele fará quando o mesmo permitir.


O pacto previamente ratificado.

Querido amigo, Paulo alude à segurança que Deus deu ao Abraão do cumprimento da promessa do pacto, de uma "semente" (veja Gênesis 15: 13; 22: 15-17; Gálatas. 3: 16; Hebreus 6: 13-18). Leu? Viu? Percebeu? Então vamos continuar...


Para com Cristo.

A evidência textual favorece a omissão destas palavras.

A lei.

Quer dizer, todo o sistema legal dentro do qual o Israel foi constituído no Sinai como uma teocracia, o que incluía a Lei Moral que foi proclamada por Deus em pessoa e o sistema cerimonioso promulgado mediante Moisés.


Quatrocentos e trinta anos.

Este período abrange o intervalo desde que Deus chamou primeiro a Abraão até o estabelecimento de Israel como nação no tempo do êxodo (ver Gênesis. 12: 3-4; com Êxodo 12: 40), período que compreende o tempo que permaneceu em Canaã e depois no Egito, sobre a promessa de fazer dos hebreus uma nação e estabelecê-los na terra de Canaã, até o cumprimento dessa promessa. Paulo se refere particularmente à promessa do pacto ao princípio do período e a proclamação da lei como sua terminação, lei sob a qual o Israel devia comportar-se como uma teocracia até a crucificação de Cristo.

Não o anula.

Analisemos o versículo Gálatas 3:15. (Em termos humanos quer dizer, para usar uma ilustração humana, tirada das relações civis que são usuais entre as pessoas (conferir com Romanos 6: 19).

Pacto

Que no NT e nos papiros geralmente significa "testamento". Era uma disposição preparada unilateralmente ou em tal forma que a outra parte podia aceitá-la ou rechaçá-la, mas não alterá-la. A palavra que corresponde a pacto ou convênio, aonde se conjugam duas partes em términos iguais, é suntheke, a qual não aparece no NT. Entretanto, Paulo usa diath'k', "pacto. . . de homem": "testamento", "última vontade", para ilustrar o "pacto" de Deus com o Abraão (Gênesis 15; Gálatas 3: 6-9, 16-18). Deus estabeleceu as disposições desse "pacto"; Abraão as aceitou por fé e as obedeceu.


Ratificado.

"Confirmado"; "feito como deve ser". Depois que um convênio foi aceito formalmente pelos que participam dele, suas condições têm força legal e não podem ser trocadas exceto por mútuo consentimento. Se considerar que as disposições de um convênio humano têm essa validez, argumenta Paulo, alteraria acaso Deus caprichosamente suas promessas a Abraão de salvar aos homens que demonstraram sua fé no Messias vindouro? Hein? (ver Gálatas 3: 6-9; 3: 16; Hebreus 6: 17-18).


Para invalidar a promessa.

O sistema legal ordenado Por Deus no Sinai (ver Gálatas 2: 16) não podia substituir, nem em nenhuma forma alterar as condições do pacto (ver Gálatas 3: 15). "A lei" não proporcionou um meio novo e específico de salvação; não estabeleceu um sistema de justificação por meio das obras para que ocupasse o lugar da promessa de justificação pela fé no Messias vindouro, ou para que competisse com essa promessa (versos 6-8, 14). Portanto, os seres humanos foram salvos pela fé do Sinai até a cruz.

Em quanto à relação da lei com o pacto, vejamos o que diz Gálatas 3:19.

Então, para que?

Esta passagem e todo o raciocínio do Paulo daqui até o verso 25 sempre é mal interpretado, em outras palavras, entende-se que todos os códigos ou leis divinamente revelados no AT terminaram no Calvário. Não é isso que nos diz Paulo.

Fruto dessa interpretação é a crença de que na época do AT os crentes salvavam-se pela observância da lei; mas que na era cristã se salvam por graça mediante a fé. Mas este conceito é diametricamente oposto ao ensino geral das Escrituras. Deus teve sempre um só meio para salvar aos homens dos dias do Adão: por meio da fé no sacrifício de nosso Senhor. A boa nova dessa salvação foi pregada aos homens através dos séculos (ver Hebreus 4: 2). Em outra passagem Paulo rechaça enfaticamente a idéia que ele pressentiu que alguns poderiam equivocadamente e apressadamente deduzir de seus escritos, isto é, que a graça e o Evangelho anulam a lei: "Logo pela fé invalidamos a lei? De nenhuma maneira, a não ser que confirmamos a lei" (Rom. 3: 31).

É, pois, querido amigo, evidente que seja qual for o raciocínio do Paulo em Gálatas 3:19-25, não ensina de maneira nenhuma a doutrina de uma era de salvação, anterior ao cristianismo, por 957 meios da lei, e outra era cristã de salvação pela graça, diametralmente oposta a anterior. O que Paulo fala se vê claramente quando se tem em conta dois fatores.

Primeiro: Para todos os judeus e todos os que foram ensinados do ponto de vista judaico, como aconteceu em gálatas devido à instrução de professores judaizantes, os acontecimentos do Sinai foi o princípio e a essência de toda a religião revelada Por Deus para seu povo escolhido.

No Sinai, Deus, em forma completamente literal, chamou e separou aos israelitas para que fossem exclusivamente Dele e fez destes seu povo peculiar, sua nação Santa. A característica distintiva dessa experiência inicial no Sinai foi o anúncio do grande código moral que devia ser constantemente a norma da vida de Israel, ao qual se acrescentaram (a) disposições civis, que eram uma interpretação e aplicação do código moral para o estado judeu, e (b) certos estatutos para reger o ritual simbólico dos sacrifícios e das oferendas que antecipavam o grande sacrifício de Cristo.

O Senhor havia dito aos israelitas no Sinai que se fossem obedientes a todas suas leis, comeriam do bom da terra e seriam seu povo para sempre. Mas equivocadamente pensaram que com seus esforços podiam cumprir com essa obediência, e que, portanto, sua esperança de ser aceitos Por Deus e de receber uma herança sempre dependia de seus próprias obras para guardar sortes de leis.

Segundo: Devemos recordar e entender corretamente os versos 19-25 de que Paulo acabava de afirmar aos gálatas, que muito antes do Sinai Abraão tinha recebido a herança singela porque tinha acreditado nas promessas de Deus, e para ilustrar de novo a principal afirmação de sua epístola Ele havia acrescentado enfaticamente que a salvação é unicamente por fé, que nada do que tinha-lhe acontecido a Abraão “quatrocentos e trinta anos depois" poderia haver mudado os termos com os que se garantiu a herança. O raciocínio de Paulo se resume nestas palavras: "porque se a herança é pela lei, já não é pela promessa" (verso 18).

Para todos os que estavam dominados pelo ponto de vista judeu, este raciocínio de Paulo pode lhes parecer inútil e sem sentido, o pavoroso drama do Sinai, com os grandes códigos legais e a declaração: “comeriam do bom da terra”. Em outras palavras, os que escutavam e liam as palavras de Paulo poderiam perguntar imediatamente: "Então, para que serve a lei?"


Acrescentada.

A flexão do verbo prostíth'meu, literalmente, "colocar ao lado", "acrescentar".

E por que foi "acrescentada" a lei se o pacto feito com o Abraão, era adequado para a salvação? A resposta é: "Por causa das transgressões". A diferença entre os tempos anteriores e os posteriores ao Sinai não foi uma diferença quanto à existência de grandes leis procedentes de Deus, a não ser assim à revelação explícita delas. No Sinai houve uma apresentação concreta da Lei Moral em duas pranchas de pedra e de outras leis em "o livro da lei". (Lembrando que este era o Livro de Moisés e não de Deus).

Mas nos séculos anteriores ao Sinai, os patriarcas de Deus possuíam em grande medida a Lei Moral escrita em seus corações, e, portanto eram conscientes das elevadas Normas Morais de Deus (ver Gênesis 17: 9; 18: 19). Genesis 26:5 “Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis”. Percebeu? Ou o texto esta sendo forçado?

Também possuíam, em embrião, as leis dos sacrifícios rituais. Durante o cumprido e escuro cativeiro dos israelitas no Egito, onde viveram no meio do mais tenebroso paganismo e da imoralidade mais depravadas, quase perderam sua compreensão ou conhecimento das normas morais de Deus e até das mais rudimentares idéias dos sacrifícios. E quando os seres humanos chegam à semelhante estado, são insensíveis ao pecado, pois pela "a lei" conhecemos o pecado, como Paulo o declara em outro lugar:  

"Eu não conheci o pecado, mas sim pela lei" (Rom. 7: 7). E agora?


Quando Deus tirou Israel da escuridão e da contaminação do Egito, seu primeiro contato com os israelitas consistiu em lhes fazer uma apresentação das Leis Morais que são a Norma de Seu Governo, e logo depois dos estatutos cerimoniais que tinham o propósito de proporcionar ao Israel um modelo de serviço ritual que lhes esclarecer sacrifício prometido de nosso Senhor. A lei "foi acrescentada por causa das transgressões" (Gálatas 3: 19), "a fim de que pelo mandamento o pecado chegasse a ser sobremaneira pecaminoso" (Rom. 7: 13). Os israelitas, infelizmente acostumados aos ásperos conceitos religiosos dos egípcios, unicamente podiam compreender que eram pecadores e que tanto necessitavam da salvação, mas com uma condição, se chegassem a ter uma clara visão da Lei Moral de Deus. E como lhes foram apresentados detalhadamente os estatutos cerimoniais, puderam ver a forma que Deus tinha idealizado a salvação dos seus filhos. (Filipenses 2: 15).



Até que viesse a semente.

Quer dizer, até que viesse Cristo (Gálatas 3: 16, 24).

A quem foi feita a promessa. Ou "com respeito a quem a promessa foi feita".

Ordenada por meio de anjos.

O relato de êxodo não diz nada quanto à presença de anjos no Sinai. Segundo Deuteronômio 33: 2 havia presente "dez milhares de Santos" quando se deu A Lei. A última parte deste versículo diz: "A sua mão direita anjos com ele" (conferir com Salmos 68: 17). (Atos 7: 53) e (Hebreus 2: 2) falam de anjos que participaram da entrega do código mosaico.

Mediador.

Ou "árbitro", "intermediário". Que intervém entre duas partes para reconciliar pontos de vista ou interesses divergentes, ou faz que possam coincidir em um pacto. No verso 20, Paulo esclarece seu propósito ao mencionar a forma mediata ou indireta em que foi dada a lei cerimonial. Como as leis cerimoniais e civis foram dadas através de um mediador, Moisés, (Êxodo 20:19; 21: 1), procederam indiretamente de Deus; entretanto, o pacto e suas promessas se deram diretamente a Abraão, sem a ajuda de um mediador humano.

Grande Abraço e Fica com Deus.

(Eventos Finais)

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Onde Deus Está Quando as Tragédias Acontecem?

1069765_sadnessTragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos, no início ou na melhor parte deles. Elas não têm a cortesia de esperá-los terminarem.
A tragédia, em geral, parece acontecer só com as outras pessoas. Mas quando ocorre conosco, uma pergunta insistente paira no ar: por quê? Onde Deus está quando a tragédia ataca? Ele sabe onde estamos e o que está acontecendo conosco? Ele vê quando estamos sofrendo? Realmente se importa? Se sim, por que não vem nos socorrer?
Jamais entenderemos os problemas; jamais compreenderemos todas as desgraças, enquanto não buscarmos desvendar o que se passa por trás de tudo isso. Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus.
Precisamos, realmente, compreender o dilema divino. Deus não queria brinquedos para manipular e controlar. Ele não criou robôs. O Criador não tencionou formar pessoas movidas a bateria. Ele queria gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado. Deus queria que os homens fossem livres para escolher. “Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor.” Josué 24:15. Essa foi a liberdade de escolha que Deus deu aos anjos e a todos os seres criados. Quando fez isso, Ele correu um tremendo risco: alguém, em algum lugar, poderia escolher se rebelar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
O profeta Isaías escreveu a esse respeito: “Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.” Isaías 14:12 a 14. Lúcifer era o filho da alva! Era o anjo mais elevado do Céu, aquele que ficava junto ao trono! Mas ele ficou orgulhoso e quis ocupar o lugar de Deus!
IncendioAprendemos mais sobre esse assunto no livro do profeta Ezequiel: “Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes. Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você. Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis.” Ezequiel 28:14, 15 e 17. Que lindo anjo Lúcifer deve ter sido! Mas o coração dele se exaltou por causa da sua beleza. Ele corrompeu sua sabedoria por causa de seu resplendor.
Há pessoas que dizem que Deus é o responsável pelo mal, por ter criado Lúcifer. Afirmam que Deus criou o diabo. Mas isso não é realmente verdade. O que a Bíblia nos revela é que “o anjo de luz” era perfeito nos seus caminhos desde o dia em que foi criado. E o Criador deu-lhe o poder e a liberdade de escolha da mesma maneira como faz conosco.
Ao exercer sua liberdade de escolha, Lúcifer transformou-se em alguém mau. Diante disso, o que Deus faria? Observe o dilema divino: Deus poderia impedir a rebelião do anjo caído, deixando de criar pessoas. Ele poderia preencher o Universo com sóis, galáxias e planetas, deixando-os desabitados. No entanto, Deus preferiu criar as pessoas porque só elas podem amar.
Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus.
Depois da rebelião de Lúcifer, a harmonia do Universo acabou, mas ainda restaram várias opções. Deus poderia ter optado forçar Seus súditos ou poderia descartá-los, jogando-os fora, como se faz com brinquedos quebrados. Caso Ele tivesse agido dessa maneira, não seria compreendido. O Pai provaria apenas que, de fato, queria robôs e não pessoas que pudessem exercer a liberdade de escolha. Deus poderia explicar as razões pelas quais expulsou os anjos rebeldes do Céu; mas explicar a natureza do pecado estaria além da compreensão de seres que nunca tinham presenciado o pecado. 
Talvez, Deus pudesse simplesmente ignorar a rebelião, mas se tivesse agido assim, o resultado seria o caos, já que ela poderia se alastrar e o Universo inteiro cairia. Só havia uma maneira segura de lidar com a rebelião: permitir que o pecado demonstrasse seu verdadeiro caráter. E isso levaria muito tempo. Implicaria em milhares de anos de sofrimento, guerras, catástrofes, inveja, ódio e violência, tudo isso causado pelo anjo rebelde. Seria necessário tempo suficiente para que seres humanos, anjos e habitantes de outros mundos vissem a verdadeira face do pecado. Deus, então, poderia finalmente destruir o pecado sem nenhuma voz de reprovação.
A segurança do Universo exige que o pecado seja destruído, um dia. Mas Deus não tomará essa decisão extrema se não tiver a aprovação de todos os seres inteligentes. No entanto, a rebelião demandou uma ação imediata da parte de Deus. E o resultado foi uma guerra no Céu. “Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram. Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus. O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada Diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados à terra.” Apocalipse 12:7 a 9.
O pecado será destruído, um dia. A segurança do Universo exige isso.
             
A rebelião de Lúcifer havia trazido uma assustadora nota de discórdia à harmonia celeste.  Uma decisão deveria ser tomada, pois a ameaça dessa desarmonia se espalhar pelo Universo era real. Por isso, Miguel e Seus anjos lutaram contra o dragão (antes Lúcifer, agora Satanás) e seus anjos. O diabo e seus adeptos foram derrotados e, finalmente, expulsos do Céu.
A despeito de saber o risco que o nosso planeta correria, o plano da Criação seria mantido. Os seres humanos também seriam criados com liberdade de escolha. E quando o plano da criação deste mundo foi executado, Deus estava tranqüilo porque sabia exatamente o que fazer caso Adão e Eva participassem da rebelião proposta por Satanás. Deus enfrentaria seu inimigo não com força nem com armas, mas com uma cruz. A Trindade havia concordado que se os seres humanos se juntassem à conspiração, Deus, o Filho (a segunda pessoa da Trindade) viria à Terra para morrer em lugar do homem. Deus já possuía o Calvário em Seu coração porque Ele salvaria toda a humanidade com o “Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo.” Apocalipse 13:8.
Que declaração! Ela nos conta uma tremenda história. O Cordeiro (Jesus) estava pronto para morrer desde a fundação do mundo. Essa seria a arma com a qual Deus combateria o pecado: o Cordeiro morto numa cruz. E, com essa arma, Ele seria vencedor. E agora, Satanás abandonaria sua guerra contra Deus? Não!
Ainda assim, é impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento. O sofrimento será sempre um mistério até que compreendamos o que está acontecendo nos bastidores. Temos a tendência de creditarmos a nós mesmos todos os sucessos e as coisas boas da vida e de culparmos a Deus por todas as desgraças e tragédias.
A Bíblia nos relata a interessante experiência de Jó. Ao lê-la, conhecemos os participantes que estão por trás das cenas da vida. Somos informados que ocorreu uma conversa entre Deus e Satanás. O Senhor conhecia a lealdade de Seu servo, mas Satanás, por sua vez, declarou que Jó servia a Deus somente porque era favorecido. Sendo assim, permitiu que Satanás fizesse o que bem entendesse, desde que não tocasse na saúde dele. “Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenas não toque nele. Então Satanás saiu da presença do Senhor.” Jó 1:11 e 12.
1189370_cemeteryApesar de tudo o que lhe sobreveio, Jó manteve sua total confiança em Deus. Então, Satanás disse que se pudesse atingir a saúde dele, sua lealdade vacilaria. Deus permitiu que o diabo prosseguisse, desde que poupasse a vida do seu servo. “Estende a tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, ele está nas suas mãos; apenas poupe a vida dele. Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça.” Jó 2:5-7. As chagas vieram… E como doíam! Os que se diziam amigos de Jó, sentaram-se e olharam para ele durante sete dias sem dizer uma só palavra.  Quando abriram a boca, disseram que ele deveria ser um terrível pecador para merecer tamanho castigo. Que tortura! Aqueles homens pensaram que Deus estava provocando tudo aquilo, afinal de contas, para eles, Deus era  o responsável. Muitas pessoas ficam confusas nesse ponto, mas é Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.
É impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento.
            A exemplo do que fez no passado, Jesus gostaria de andar pelos caminhos e vilas, pelos hospitais e clínicas e não deixar nenhum doente. Ele gostaria de mandar para casa cada paciente perfeitamente curado, impedir que os carros colidissem, evitar que os aviões caíssem, que os acidentes ocorressem e que os terremotos, as inundações e os incêndios não acontecessem. Mas se Deus realmente gostaria que todas essas coisas não acontecessem, por que não o faz? Por que Ele não se apresenta e acaba com o sofrimento? Seu poder estaria faltando? Deus não pode fazer alguma coisa pelos nossos problemas além de expressar Sua simpatia?
            Não seria justo mencionar falta de poder para Aquele que falou e tudo se fez. Seria, então, ausência de amor? Mas, se fosse falta de amor, Deus não entregaria Seu Filho para morrer em nosso lugar. Então, qual é o problema? Se Ele é poderoso o suficiente e ama o bastante, por que deixa todas as tragédias acontecerem?
É Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.
            Deus age assim porque é sábio. Se fosse enfrentar a rebelião da maneira como queremos, isso faria somente com que ela se alastrasse ainda mais. Se Ele fizesse o que gostaria, se curasse toda doença e impedisse todas as armas de dispararem e todos os acidentes de acontecerem, se fizesse o possível para tornar a vida mais suave para nós, jamais entenderíamos o quanto o pecado é cruel, impiedoso e mortífero. No entanto, o maior de todos os mistérios é a razão pela qual o inocente deve sofrer com o culpado.
 Se o Senhor protegesse e curasse Seus filhos e respondesse a todas as orações como gostaria de fazer, deixando a tragédia cair somente sobre aqueles que rejeitam Sua graça, Satanás O acusaria de ser injusto. E mais: ele afirmaria que servimos a Deus por causa de Seus favores especiais.A discussão entre Deus e Satanás não terminou. E até que termine, muitas coisas ruins acontecerão a todos.
É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final. É um conflito a ser decidido entre Deus e Satanás, entre o bem e o mal. Você e eu estamos envolvidos nessa questão. Anjos do bem e do mal estão disputando por nossa lealdade. Se nossos olhos se abrissem para o mundo invisível, veríamos como essas batalhas são ferozes.
Um dia, muito breve, Deus explicará os estranhos mistérios da vida. E nós entenderemos e aprovaremos o modo como Ele conduziu as coisas.
É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final.

VERIFIQUE SEU APRENDIZADO
1. Deus seria justo se protegesse e cuidasse somente daqueles que O servem.
(   ) Certo          (   ) Errado                                                                                         
 2. Antes de Adão e Eva pecarem, Deus já havia decidido que Jesus viria a este mundo para morrer no lugar do ser humano.
(   ) Certo          (   ) Errado                                                                                      
 3. O principal responsável pelo sofrimento é:
a (   ) Satanás
b (   ) Deus
c (   ) o pecado                                                                                                                           
 4. Marque V ou F, quando a afirmação for verdadeira ou falsa:
a (   ) Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus e Seu plano de salvação.
b (   ) O pecado acaba quando morremos.
c (   ) Jesus estava pronto para morrer desde a criação do mundo.
d (   ) Ao criar o homem, Deus pensou em gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado.
Meu compromisso:
Decido confiar em Deus, a despeito de todo o sofrimento, pela certeza de que Ele conduz as coisas pensando em me salvar.

(Esperança)

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